Pizza

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10/07/2018

10 de julho! Esta data homenageia uma das invenções culinárias mais apreciadas por diversas pessoas ao redor do mundo, em especial os brasileiros: a pizza. O prato consiste em um disco de massa, regado com molho de tomate e coberto com ingredientes variados, como queijo, carnes e ervas. No Brasil, existem até pizzas doces.

Muitos historiadores acreditam que a origem da pizza não esteja na Itália, mas sim entre os antigos povos egípcios, hebreus e até chineses. Estudos indicam que há mais de seis mil anos, hebreus e egípcios já produziam pães que tinham como base a receita da pizza contemporânea.

No Brasil, São Paulo é conhecida como a capital nacional da pizza por conta da forte imigração italiana. Um dos sabores mais tradicionais dessa delícia é a margherita, que foi criada em 1889 para comemorar a unificação da Itália. Ela foi batizada com esse nome em homenagem à rainha Margherita. Os ingredientes (tomate, manjericão e queijo) representam as cores da bandeira italiana.

Para celebrar o Dia da Pizza, nesta terça-feira, várias casas paulistanas, por exemplo, têm ações especiais, como promoções, cortesias e novas receitas. “Bora” comer uma pizza?

Fonte: calendarr.com/brasil/dia-da-pizza/

 


Entrevista com André Cotta. Ele é presidente da Associação Pizzarias Unidas. Confira:

 

Identificar mensagem encaminhada no WhatsApp pode não coibir disseminação de boatos

O WhatsApp se comprometeu a acrescentar um sinal de identificação em mensagens encaminhadas após boatos criarem uma onda de linchamentos na Índia. Apesar de a medida demonstrar a preocupação da empresa para com esses acontecimentos, é pouco provável que apenas isso consiga frear o fluxo de boatos pelo aplicativo de mensagem.

De certa forma, o WhatsApp já demarca mensagens de áudio encaminhadas: o rosto de quem envia a mensagem não aparece quando um áudio foi encaminhado de outra conversa ou enviado de um arquivo pré-gravado. Assim, já é possível, no caso das mensagens de áudio, diferenciar a comunicação individual (enviada especificamente para você) e o que foi enviado em massa.

Isso significa que uma sinalização de encaminhamento afetaria mais as mensagens de texto, que hoje não diferem de nenhuma forma das outras mensagens recebidas. Embora não haja nenhum aspecto negativo nessa novidade, há poucas razões para crer que ela será eficaz para coibir a disseminação de boatos.

A iniciativa esbarra em limitações técnicas: é provável que o recurso seja relativamente fácil de burlar. Uma possibilidade é o simples “copiar e colar”. Mesmo que o aplicativo do WhatsApp esteja verificando o conteúdo da mensagem (e não só o uso do botão “encaminhar”), também é possível alterar algum trecho da mensagem para que o WhatsApp não identifique a semelhança dela com nada que foi recebido.

A ideia de copiar e colar as mensagens para muitos destinatários não é tão absurda quanto parece. “Scripts” (“microprogramas”) podem automatizar essa tarefa de enviar encaminhamentos fajutos. É claro que pessoas comuns não vão fazer isso, mas é algo que estará ao alcance de quem pretende disparar boatos por malícia.

E é aí que reside a principal questão: muitos boatos em circulação no WhatsApp se espalham pelo próprio esforço orgânico dos usuários. As pessoas sabem que recebem mensagens encaminhadas e elas próprias enviam essas mensagens para seus amigos porque acreditam na veracidade do que foi transmitido.

Mesmo sem nenhuma marcação, quantas vezes ficamos em dúvida se uma mensagem recebida foi escrita por um amigo ou apenas encaminhada por ele? Poucas vezes, se isso. E quantas vezes isso pesou na hora de encaminhar ou não a mensagem a outras pessoas? Nunca, talvez.

Apenas marcar uma mensagem como encaminhada não é suficiente para que as pessoas entendam o risco de espalhar informações falsas: afinal, as pessoas também espalham piadinhas, memes e avisos de utilidade pública da mesma forma. É preciso ficar claro que o WhatsApp está de mãos amarradas. É que a criptografia que o aplicativo adotou impede a identificação dos conteúdos que trafegam pela sua rede.

O Facebook, por exemplo, é capaz de saber quando uma mensagem começa a se espalhar de forma anormal pelo Messenger e imediatamente bloqueia e até apaga essa comunicação, o que inibe a disseminação de vírus e tem potencial para bloquear boatos. No WhatsApp, a criptografia torna isso impossível.

Fonte: UOL

 

Entre no barro e pise a massa!

O recado do profeta Naum, que viveu 650 anos antes de Cristo foi : “Tire água para o tempo do cerco, fortifique as suas fortalezas, entre no barro e pise a massa, tome a forma para os ladrilhos” (Naum 3.14).

Acabe com o luxo, com o nariz empinado, com o medo de sujar as mãos, os pés e a roupa. Entre no barro e pise a massa.
Coloque-se ao lado dos outros. Não se omita.
Entregue-se ao trabalho, ao suor, ao cansaço e à luta.
Chega de marasmo, chega de hesitação, chega de teoria, chega de uma contemplação duvidosa e longa demais. Saia da cama, saia do comodismo, saia de casa. Desça o monte, venha para o vale, caia na real. Entre no barro e pise a massa!

Você já ouviu a Palavra, você já conhece o evangelho, você já se viu no espelho. Agora é preciso crer, é preciso obedecer, é preciso renunciar a vontade da carne, é preciso testemunhar.

Vamos, entre no barro e pise a massa!
Você já orou, você já esperou, você já planejou.
Agora é o momento de sujar as mãos no barro e fabricar tijolos. Tijolos para construir fortalezas contra o vício, contra o pecado, contra o emaranhamento da dúvida. Agora é a hora de expulsar demônios, de curar os enfermos, de vestir os desnudos, de dar de beber aos sedentos, de dar de comer aos famintos, de visitar os presos, de hospedar os forasteiros e de anunciar as boas novas. Entre no barro e pise a massa!

Por: Adaptado da Revista Ultimato/ AP