Indústria do casamento

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10/02/2017

Entre o pedido de casamento e o “eu os declaro marido e mulher” existe muito mais do que supõe a nossa vã filosofia.

As festas de matrimônio deixaram de ser simples reuniões de familiares e amigos para celebrar a união de um casal e se transformaram em uma indústria bilionária.

A Associação Brasileira de Eventos Sociais elaborou uma pesquisa junto ao instituto Data Popular, no ano de 2014, que obteve o seguinte resultado no setor de festas e cerimônias de casamento: o mercado cresceu nos últimos anos e estima-se que tenha atingido 16,8 bilhões de reais. Com cerca de UM milhão de cerimônias de casamento por ano, o Brasil registra uma demanda crescente em todas as regiões do País.

Esses números são bastante significativos diante do momento delicado que o Brasil enfrenta. Apesar disso, o setor casamenteiro continua aquecido, e as empresas prestadoras de serviços estão cada vez mais atentas as necessidades do mercado e em busca de novas tendências e produtos.

 

Entrevista com o diretor da Goal Promoções, empresa organizadora da Expo Noivas & Festas, José Luiz de Carvalho Cesar. Ele fala sobre a indústria do casamento

 

Boto mexicano está à beira da extinção

Com apenas 30 exemplares restantes no mundo, a vaquita marinha do México, o menor mamífero marinho do mundo, está à beira da extinção. O governo tem feito operações para interceptar redes de pesca ilegais no país.

Com a taxa atual de perda, a vaquita seria extinta até 2022, a menos que a atual proibição a redes de pesca seja mantida e aplicada efetivamente, apontou Comitê Internacional para a Recuperação da Vaquita.

Uma análise realizada em novembro passado no Golfo da Califórnia, no noroeste do México, revelou que restavam apenas cerca de 30 vaquitas em seu habitat, indica o texto. Um censo anterior tinha encontrado, entre setembro e dezembro de 2015, o dobro de exemplares, enquanto em 2014 havia 100, e em 2012, cerca de 200.

 

Museu do Cárcere

O Museu do Cárcere está instalado em prédios do antigo Instituto Penal Cândido Mendes. Tem como proposta servir como importante fonte de reflexão sobre as políticas carcerárias e seus reflexos na sociedade brasileira, a partir da história das sucessivas unidades penitenciárias da Ilha Grande.

Passaram pelos presídios da Ilha Grande, presos famosos como Lucio Flávio, assaltante conhecido por sua boa aparência e articulação, e José Carlos dos Reis, vulgo Escadinha, famoso por suas fugas espetaculares.

Num lugar onde havia dor e violência, agora temos plantas e cultura. Dois importantes núcleos funcionam no complexo do museu, o Parque Botânico e o Museu do Meio Ambiente.
O Museu do Cárcere fica na Rua Amapá, sem número, Vila Dois Rios, Ilha Grande, Angra dos Reis. Mais informações: (24) 33-61-90-45.

 

Um novo coração

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável! (Sl 51.10)

É impressionante o ensino que esse salmo nos traz. Do princípio ao fim, há uma nota de grande e positiva certeza. Encontramos nesse salmo um pedido pela benignidade e bondade do Senhor. Há uma petição para que Deus abençoe, cure, purifique e restitua a antiga alegria à vida do salmista. Por isso, nenhum de nós pode se deixar abater, pode ficar frustrado e não abrir o seu coração diante de Deus. Se nada mais aprendêssemos do salmo, pelo menos ficaríamos certos de que Deus ouviu a Davi que tinha se afastado completamente da comunhão com Deus pelo seu pecado.

O Deus que ouviu Davi é o mesmo que pode nos ouvir e abençoar. O mesmo que concedeu todas aquelas bênção para Davi, hoje nos abençoa com toda sorte de benção espirituais, em Cristo Jesus. Naquela ocasião Deus usou o profeta Natã para trazer Davi para levá-lo ao arrependimento. Hoje, esse é o papel do Espírito Santo, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo. Porém mais do que isso, o Espírito Santo é quem infunde em nós o desejo por uma vida nova, diferente daquela em que vivíamos. É o Espírito Santo que nos faz desejar e nos faz buscar ansiosamente pela ajuda de Deus, do mesmo modo que Davi também buscou o perdão de Deus.

É o Espírito Santo que hoje, nos coloca de joelhos diante do trono da graça, para buscarmos e acharmos misericórdia e graça. É o Espírito Santo que além de nos convencer do pecado nos faz desejar um coração novo e uma vida nova. Quando Davi, depois que foi confrontado por Natã, percebeu a sua trágica situação entendeu que o único passo que deveria dar era em direção a Deus, que é misericordioso e rico em perdoar.

Davi se colocou diante de Deus e de olhos assustados, contemplou as ruínas e os prejuízos que o pecado lhe causaram. Percebeu que a alegria da salvação estava se esvaindo. Constatou que as músicas que fluíam tão facilmente da sua alma tinham desaparecido. Ele não conseguiria viver mais daquela maneira. Precisava ser purificado.

Ele reconheceu que precisava de um novo começo, por isso orou: Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável! Davi reconheceu que só através de um ato criador da parte de Deus ele poderia voltar à comunhão com Deus.

Será que não é isso que Deus espera de nós: arrependimento, confissão, pedido de perdão e pedido para um recomeço, pedido de um novo coração? Avalie-se diante de Deus, acerte sua vida com ele, pois o nosso Deus é rico em perdoar!

Itamir Neves