Estiagem

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25/06/2018

As mudanças climáticas em curso no planeta devem alterar de forma significativa a frequência de chuvas e impactar nos sistemas de abastecimento de água. Mas o acesso da população a esse bem fundamental vai depender de como a sociedade desenvolve suas políticas públicas para o setor. Esta foi a principal conclusão do debate Planeta Água, promovido em março pela Fundação Banco do Brasil.

Segundo Joaquim Gondim, especialista em Recursos Hídricos e superintendente de Operações e Eventos da Agência Nacional das Águas, “todos os estudos relacionados às mudanças climáticas vão na direção de dizer que as secas serão mais frequentes e intensas, e as enchentes também mais frequentes e intensas. A estiagem, portanto, vai continuar existindo. A transformação dessa seca em uma crise é que depende de como a sociedade vai enfrentar esses extremos.”

Para Gondim, será preciso garantir que o planejamento seja cumprido. Segundo ele, “tem que ter mais resiliência. Se tiver uma previsão de construir uma nova estação de tratamento, ou trazer um manancial, e isso não for feito, ficaremos mais vulneráveis.”

Sérgio Besserman, do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico, do Rio de Janeiro, afirmou que o aumento da temperatura da Terra vai deslocar as chuvas, que não cairão mais nos mesmos lugares. Frente a essa circunstância, o ambientalista propõe ênfase na melhoria do saneamento básico das cidades.

O desenvolvimento de tecnologia social para ser apropriada pela população deve ser o norte das políticas públicas que garantam o acesso à água. Foi o que motivou a ASA, uma rede que envolve mais de 3 mil organizações no Nordeste e norte de Minas Gerais, a dar início ao programa de cisternas, que começou nos anos 2000. Atualmente, há mais de 1 milhão de cisternas instaladas em todo o Semiárido.

O coordenador nacional da ANA, Naidisson de Quintella, ressaltou que “conviver com o Semiárido não é combater a seca. Até porque, lá chove.” A atenção é centrada na estratégia do armazenamento dessa água. Segundo o filósofo, o programa atende a mais de 6 milhões de pessoas, que passaram a ter acesso regular à água potável, um processo real de democratização. O programa também levou cidadania e autonomia para a população, que deixou de depender do favor de políticos para o abastecimento e o acesso a um direito fundamental.

Naidisson de Quintella disse que é preciso enfrentar o “uso indisciplinado” da água, causado, por exemplo, pelo desmatamento desenfreado de biomas como o Cerrado e a Amazônia, onde estão importantes mananciais, mas também lutar contra o que chamou de “privatização da água”. Na Bacia do São Francisco, por exemplo, a água está nas mãos das empresas, e as comunidades que vivem às margens do rio não têm esse acesso, dependem das cisternas.


Fonte:
Agência Brasil

 

Entrevista com Malu Ribeiro. Ela é coordenadora do programa Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica. Também jornalista, com especialização em políticas públicas e gestão de recursos hídricos. Confira:

 

 

Ministério da Educação faz pesquisa sobre transporte escolar

O Ministério da Educação quer saber o que gestores municipais, diretores e coordenadores de escolas de todo o país acham do transporte escolar oferecido pela pasta. Estão disponíveis 3 questionários na internet, que podem ser preenchidos até o dia 15 de agosto. Entre outras questões, o MEC pergunta se as revisões e os reparos do transporte escolar foram feitos e se o município teve alguma dificuldade em acessar os recursos repassados para serem usados no transporte dos alunos.

As pesquisas foram lançadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, autarquia vinculada ao ministério, e têm como objetivo avaliar o Programa Caminho da Escola e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar. Devem responder aos questionários os gestores do transporte escolar dos municípios brasileiros, os integrantes do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb e os diretores e coordenadores de escolas que recebem estudantes residentes em área rural.

Os formulários estão disponíveis nos links: http://www.wikiportes.com.br/pesquisa, para gestores; http://www.wikiportes.com.br/cacs, para conselheiros; e http://www.wikiportes.com.br/diretores, para diretores.

Atualmente, mais de 4 milhões e 600 mil estudantes que residem ou estudam nas áreas rurais do país utilizam os transportes bancados pelos programas para terem acesso às escolas. A intenção, com a pesquisa, é conhecer os desafios a serem superados.

Fonte: Agência Brasil

 

Terra dos sonhos

Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”. 1 Coríntios 2.9

Alguém mencionou a esperança do céu a um jovem médico. Ele respondeu: “Eu não quero que Jesus venha e me leve para o céu; não ainda. Tenho que viver muito. Desejo fazer do trabalho de minha vida um sucesso. Quero viajar e admirar as belezas do mundo. Quero adquirir um carro novo e ter uma bela casa.” Ele estava absorto nas coisas da terra e precisava daquele conselho sem prazo de validade.

Nenhum ser humano pode compreender totalmente o pleno significado da cruz. Ninguém, na vida presente, pode assimilar completamente a ideia de como será o céu. Aquilo que Deus preparou para os que o amam está além de nossas mais caras esperanças ou mais ousados sonhos, “Mas Deus o revelou a nós por meio do Espírito”.

Pense por um momento na descrição de Deus sobre o mundo maravilhoso que preparou para nós. No céu, mergulharemos em pensamentos e atos criativos. Experimentaremos um estilo de vida vibrante e saudável (Isaías 33.24).

A vida será tão satisfatória que as lágrimas humanas jamais cairão. A fria mão da morte não reclamará vítimas, as pessoas nunca falarão palavras amargas, a elasticidade da juventude permanecerá para sempre e o sofrimento humano será desconhecido.

O melhor de tudo é que Jesus ministrará pessoalmente aos redimidos nessa terra de sonhos do amanhã. Pense em sentar-se face a face com Jesus! Ver nosso Salvador e andar com ele será uma experiência de comovedor encanto. Eu quero estar lá. E você?

“Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar- lhes lugar”. ( João 14.2).