Esportes radicais

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23/06/2017 – FIQUE POR DENTRO

Com tanta diversidade, o Brasil é ideal para a prática de vários esportes radicais. Com clima, relevo e vegetação diferentes, cidades grandes e pequenas de norte a sul do país proporcionam a nós viajantes experiências que levam a adrenalina lá no topo. Confira algum destes esportes nas regiões brasileiras:

  • Rafting em Foz do Iguaçu/PR
    O Brasil é tricampeão mundial no rafting, a modalidade de esporte radical mais praticada no mundo. Aqui há pelo menos 5 pontos ideais para a prática do esporte. A lista começa com Foz do Iguaçu, no Paraná, nas dramáticas quedas das Cataratas do Iguaçu.
  • Rafting em Mateiros/TO:
    Um lugar pouco conhecido para rafting fica no Parque Estadual do Jalapão um destino certeiro para os amantes do ecoturismo. São 3 horas de descida por um trecho de seis quilômetros
  • Paraquedismo em Boituva/SP:
    Na cidade de Boituva fica a maior área livre para a prática do paraquedismo da América Latina e uma das maiores do mundo.
  • Rapel em Bonito/MS:
    Paisagens deslumbrantes e o famoso Abismo das Anhumas fazem de Bonito um dos melhores lugares do Brasil para praticar rapel, a escalada com ganchos e equipamentos de segurança.
  • Cave Jump na Gruta do Lapão/BA:
    Já pensou em saltar na boca de uma caverna? Pois é exatamente isso que o Cave Jump faz, um esporte radical bem parecido com o Bungee Jump. No Brasil o único lugar onde isso é possível é na Gruta do Lapão, na Chapada Diamantina, na Bahia.

Entrevista com o biólogo e especialista em ecoturismo, André Micaldas Corrêa. Ele fala sobre ecoturismo. Confira:

 

Exposição Irmãos Campana

O Museu Oscar Niemeyer apresenta a mostra “Irmãos Campana”. Numa produção do próprio Museu, o espaço de 1500 metros quadrados conta com uma cenografia única, elaborada exclusivamente para a mostra. Com ambientações dos próprios Fernando e Humberto Campana a curadoria apresenta cerca de 130 obras dos designers.

Humberto Campana revela que, para abrigar os trabalhos mais representativos da carreira dos Irmãos Campana, o olhar foi a grande inspiração. De acordo com a curadora, o foco é mostrar como os 2 designers trabalham, tendo como linha curatorial a diversidade de materiais utilizados em suas obras.

A mostra contará com obras clássicas, como as poltronas Vermelha, Favela e Corallo, produzidas pela empresa Italiana Edra; além de peças do início da carreira, como as cadeiras da coleção desconfortáveis; até trabalhos mais recentes, como a inédita linha de móveis Assimétrica.

O Museu Oscar Niemeyer fica na Rua Marechal Hermes, 999 no Centro Cívico, Curitiba. Mais informações: (41) 33-50-44-00.

Brasil lança metas para conservação de oceanos

O Brasil apresentou, no dia 8 de junho, compromissos voluntários para a conservação dos recursos marinhos durante a Conferência sobre Oceanos de 2017. O evento foi projetado pela Organização das Nações Unidas, a ONU e o objetivo é promover parcerias para Implementação e Desenvolvimento Sustentável das cidades.

O compromisso do Brasil com esse objetivo foi reforçado por meio de uma série de medidas, com destaque para o Fundo Azul do Brasil, o Santuário de Baleias do Atlântico Sul e o planejamento espacial marinho das regiões de Abrolhos, cadeia Vitória-Trindade e Costa Norte do Brasil.

A principal medida proposta pelo Brasil na Conferência, o Fundo Azul do Brasil será dedicado à implementação de medidas de conservação da biodiversidade. A medida foca na conservação da biodiversidade nas áreas jurisdicionais costeiras e marinhas brasileiras. O projeto propõe a ampliação e o aprimoramento da gestão de áreas protegidas, buscando atingir a meta de 10 por cento de conservação eficaz dessas áreas.

À volta ao primeiro amor

“Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2:5).

É muito comum o uso de expressões bíblicas fora de seu contexto. A expressão “voltar ao primeiro amor” certamente se enquadra nessa situação, já que seu uso em nossas comunidades parece se afastar do pretendido pelo texto.

A primeira evidência de que a usamos de forma descontextualizada é o entendimento de que uma volta ao primeiro amor implica em consagração. Assim, essa expressão é usada para exortar e motivar pessoas que estão desanimadas (“frias”).

Entretanto, o versículo dois da mesma passagem diz: “Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos”. Fica claro, então, que o problema de Éfeso não era consagração. Suas obras eram conhecidas de Jesus e adjetivadas como árduas e perseverantes, além disso, rejeitavam os falsos apóstolos, o que demonstra maturidade e senso crítico. Soma-se o fato que suportavam perseguições pelo evangelho.

Outro sentido equivocado é quando alguém fala da necessidade de voltar ao primeiro amor se referindo a uma pessoa que deixou de fazer determinada atividade na comunidade. Para muitos, “aposentar” não é atitude espiritual, mesmo que seja por causa das limitações da idade ou enfermidade.

Percebe-se, também, que nesse caso “voltar ao primeiro” implicaria em retomar as atividades antigas com consagração renovada, o que parece ter apoio no texto que fala de praticar as obras do princípio. Entretanto, parece que a ênfase do texto está no verbo se arrepender. Arrependimento por que tinham esquecido o primeiro amor. Portanto, “voltar ao primeiro” significa retomar a paixão pelo próprio Senhor. Significa amar “o SENHOR, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças” (Dt 6:5). Portanto, a mensagem a Éfeso não é simplesmente um convite à consagração, mas um alerta do perigo de se viver uma “consagração” sem amor! Você está disposto a voltar ao primeiro amor?