Esportes aquáticos

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04/08/2017 – FIQUE POR DENTRO

O Brasil vem ganhando nos últimos anos um número cada vez maior de praticantes de esportes aquáticos e não é só o surf que está em alta. Diversas modalidades chegaram ao país e foram sendo adaptadas às nossas condições climáticas. O que deu muito certo, já que o que não falta no Brasil é vento e água. Confira alguns destes esportes:

O nado sincronizado é o conjunto de exercícios que ocorrem na piscina, em grupo e devem ser literalmente executados em sincronia, atendendo a especificações técnicas e artísticas, submetido a julgamento.

Polo aquático é o nome do esporte coletivo marcado pela movimentação, velocidade e resistência, com princípio básico do handebol.

O windsurf é um esporte aquático muito parecido com o surf. Também tem como objeto principal uma prancha, mas que apresenta fixada uma vela, cuja altura costuma variar de 2 a 5 metros e altura.

Ter força para remar é a principal característica que a pessoa que pratica canoagem deve ter. Conhecida desde a antiguidade como meio de transporte, só se transformou em esporte a partir de 1840.


Entrevista com o especialista em reabilitação e tratamento preventivo, Mario Cesar Martins. Ele fala sobre esportes para crianças. Confira:

 

Genoma da onça-pintada é sequenciado por pesquisadores brasileiros

O genoma da onça-pintada foi concluído pela pontifícia universidade católica do rio grande do sul, a PUC. O sequenciamento foi desenvolvido junto a especialistas de 7 países. O animal, maior felino das Américas, está ameaçado de extinção.

O projeto teve ainda a participação de 2 analistas ambientas do instituto Chico Mendes de conservação da biodiversidade. Os dados foram comparados aos genomas de outros 4 grandes felinos, como tigre, leão, Leopardo-das-Neves e o leopardo.

O primeiro genoma da onça-pintada foi obtido de vagalume, nome dado ao animal que vivia no zoológico de Sorocaba, em São Paulo. Nascido na região do pantanal em 1997 e pesava cerda de 94 quilos.

a partir das descobertas, o grupo da PUC e seus colaboradores no Brasil e em outros países estão agora conduzindo estudos de genômicas ainda mais detalhados das onças-pintadas.

Perplexidade

Na segunda semana do mês de agosto de 2013 uma família foi assassinada em casa, durante a madrugada. Ao todo, foram cinco vítimas: pai e mãe, policiais militares, uma tia, a avó e o filho do casal. O dado mais perturbador dessa tragédia é que a Polícia Militar de São Paulo, até o momento, suspeita de que o crime tenha sido cometido pelo filho do casal, um garoto de 13 anos de idade, que se suicidou após executar os próprios pais, tia e avó. Quero acreditar que a investigação da polícia se equivocou e que o garoto deixe de ser suspeito. Talvez isso amenize o vácuo no coração dos amigos e familiares.

Esse tipo de notícia nos deixa em pleno estado de perplexidade. Ficamos sem chão. Queremos acreditar que a humanidade é boa, que a sociedade está evoluindo, que estamos progredindo. No entanto, esse tipo de evento nos faz encarar a triste realidade de que estamos perdidos.

Nós temos nos escondido atrás de slogans de desenvolvimento, de superações em diversas áreas do conhecimento, avanços mil na ciência e tecnologia, sustentabilidade, etc. Triste é constatar que em meio a tudo isso está o ser humano que insiste em excluir Deus de sua vida. Nesse mundo que diz caminhar para o futuro em passos largos ainda estão presentes os mesmos problemas da humanidade que há séculos carecem de solução.

Até quando Deus será lembrado somente na hora da necessidade ou no ambiente religioso? Até quando vamos insistir em excluir Deus da educação dos nossos filhos? Até quando deixaremos Deus de fora das nossas decisões profissionais, particulares e políticas? Até quando os valores do Reino de Deus permanecerão no compartimento religioso das nossas vidas, sem afetar e transformar a vida integralmente?

Enquanto não pudermos responder estas questões, nosso estado é de perplexidade. Reclamamos de um mundo que tem a nós como protagonistas. Toda vez que negligenciamos a Deus, que decidimos não ouvir os seus conselhos, estamos contribuindo para que o nosso mundo se torne cada vez pior, insustentável e capaz de nos surpreender com notícias como essa.

Por: Israel Mazzacorati