Escorpiões

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10/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

O aumento do número de acidentes com escorpiões tem colocado as autoridades em alerta. O Ministério da Saúde firmou uma parceria com o Instituto Butantan para orientar profissionais da saúde e prefeituras sobre como evitar a proliferação do aracnídeo. Em 2016, foram notificados 91 mil 701 casos no país, com 120 mortes. Em 2017, o número de registros subiu para 124 mil 903 (uma alta de 36%), e o de mortes, para 143 (crescimento de 19%). No ano passado, até setembro, mais de 90 mil pessoas já haviam sido picadas por escorpiões, segundo dados do Ministério da Saúde. O número de óbitos ainda não foi fechado.

A capital paulista também registrou aumento de acidentes envolvendo escorpiões. Segundo a Covisa (Coordenadoria de Vigilância em Saúde) da prefeitura, até 21 de dezembro, duzentas e quarenta e oito pessoas haviam sido picadas. O bairro da Brasilândia, na zona norte, foi o que apresentou o maior número de casos. Em 2017, foram duzentas e dezoito ocorrências e, em 2016, 180. O último óbito por picada de escorpião na capital foi registrado em 2015.

As mortes por envenenamento causado por picada de escorpião são mais comuns em crianças. Segundo os especialistas, a maioria dos acidentes desse tipo é provocada pelo escorpião amarelo. A picada de escorpião é muito perigosa para crianças abaixo de sete anos, pois o veneno é bastante potente. A dica para quem mora em áreas de infestação é colocar em cada pé da cama ou do berço um frasco de vaselina ou óleo de cozinha para impedir que ele suba. Os especialistas ainda recomendam que lanternas com lâmpadas ultravioletas sejam usadas para iluminar cômodos da casa.

O Ministério da Saúde firmou uma parceria com o Instituto Butantan para a produção de material educativo sobre escorpiões. No formato de videoaulas, o conteúdo será destinado a profissionais e agentes de saúde, além da população em geral, com foco na vigilância, prevenção e assistência de pacientes. Atualmente, o projeto está em fase de finalização e a previsão é que seja iniciado em 2019.

Dos 13 tipos de soros que o Instituto Butantan produz, oito são para casos de envenenamento por serpentes, aranhas, escorpiões e lagartas. O próprio veneno do escorpião é utilizado na produção do soro. Os soros são entregues ao Ministério da Saúde, responsável pela distribuição aos municípios.

Fonte: folha.uol.com.br


Entrevista com a bióloga Denise Maria Candido, do Instituto Butantan. Confira:

 


Cientistas encontram novo planeta fora do sistema solar com satélite TESS da Nasa

O satélite TESS, que desde abril de 2018 está em missão, encontrou um novo planeta fora do sistema solar. Batizado de HD 21749b, ele está localizado a 53 anos-luz da Terra. O TESS foi desenvolvido pela Nasa. Os pesquisadores descrevem o novo planeta como uma bola “estranha” rochosa e com “algum gás”. O tamanho é três vezes o da Terra.

A descoberta foi revelada em Seattle, durante reunião da Sociedade Astronômica dos Estados Unidos. O novo planeta gira em torno de uma estrela e tem uma órbita de 36 dias. É o planeta mais frio sobre uma estrela tão brilhante já descoberto. A equipe de pesquisadores também detectou indícios do que poderia ser um segundo planeta naquele sistema com uma órbita muito menor, de apenas sete ou oito dias, e que poderia ser o primeiro do tamanho da Terra.

O satélite, que busca planetas fora do sistema solar orbitando estrelas, é baseado em dados já coletados pelo telescópio espacial Kepler, que está em órbita há nove anos e confirmou a existência de mais de 2 mil e 600 planetas.

Fonte: G1


É o fim da picada!

Há picadas e picadas. Uma delas é aquele caminho estreito que alguém abre com facão no mato. Você avança por ali, mas de repente só encontra mata fechada de todos os lados. Só resta dar meia volta e retornar. Tempo perdido. É o fim da picada.
Existem picadas que a gente leva no mato, que coçam e doem. Podem ser perigosas, quando vêm de algum bicho venenoso: aranha, lacraia, escorpião, cobra. As picadas de cobra parecem ser as piores.

Houve na história uma picada de cobra mortal bem diferente: uma picada no espírito. O veneno que essa cobra injetou nas pessoas foi uma idéia: “Você não precisa de Deus – mande você mesmo na sua vida”. Confira isso no livro de Gênesis. Desde que isso aconteceu, essa peçonha, que a Bíblia chama de pecado, está presente na humanidade e vai nos matando aos poucos.
É por isso que tantas vezes na vida perdemos o rumo e, quando nos damos conta, chegamos ao fim da picada (da primeira) e não sabemos como continuar.

A história porém ainda não terminou. Gênesis também anuncia o fim da picada (da cobra). Quando Deus viu o desastre, disse à cobra: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça e você lhe ferirá o calcanhar.”

O preço da picada da cobra sempre é a morte de alguém, mas aqui a cabeça da cobra vai junto – é o fim da picada.
“Vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês, eram inimigos … mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação.”

Quando a cobra picou e matou Jesus, teve a cabeça esmagada. Por isso cantamos: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu espinho? O espinho da morte é o pecado … Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.”
Portanto, antes que você chegue ao fim da sua picada, deixe-se envolver por essa vitória sobre a picada peçonhenta, saindo do matagal, e reconciliando-se com o Criador- Jesus Cristo.