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17/12/2018 – FIQUE POR DENTRO

A embolia pulmonar, também conhecida como trombose pulmonar, acontece quando um coágulo entope um vaso sanguíneo do pulmão e impede a passagem de sangue, causando a morte progressiva da parte afetada. Devido à dificuldade em respirar e às lesões no pulmão, a quantidade de oxigênio no sangue diminui e os órgãos de todo o corpo podem ser afetados, especialmente quando existem vários coágulos, ou o embolismo dura muito tempo, o que resulta em embolia maciça ou infarto pulmonar.

Assim, o embolismo pulmonar é um problema grave que pode colocar em risco a vida, devendo ser tratado o mais rápido possível no hospital com medicamentos diretamente na veia, oxigênio e, em alguns casos, cirurgia. A trombose pulmonar geralmente é causada por um coágulo de sangue, ou trombo, que se desloca de outra parte do corpo até o pulmão, ficando preso e impedindo a passagem do sangue para uma parte do pulmão.

Alguns fatores que aumentam o risco de ter coágulos e desenvolver este problema incluem: história de trombose venosa profunda; história familiar de embolia pulmonar, infarto ou AVC; fraturas nas pernas ou quadril; problemas de coagulação; obesidade e estilo de vida sedentário. No entanto, a embolia também pode ser provocada por outras causas mais raras, como bolhas de ar ou na presença de fragmentos capazes de obstruir um vaso sanguíneo, como gotículas de gordura, por exemplo.

O sintoma mais comum de embolia pulmonar é a intensa sensação de falta de ar, que pode surgir de repente ou ir se agravando ao longo do tempo, conforme o tamanho da área de pulmão afetada. Porém, outros sintomas como dor no peito, tosse com sangue ou pele azulada, especialmente nos dedos, também podem ser sinal de uma trombose pulmonar.

Fonte: tuasaude.com

 

Entrevista com médico Airton Mota Moreira. Ele é especialista em Angiorradiologia e Radiologia Intervencionista. Confira:

 

Procura por curso de ensino superior na modalidade ‘tecnológica’ dobra em 10 anos

O número de alunos que ingressaram em cursos de graduação tecnológica no Brasil cresceu 119,4% entre 2007 e 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior. Foi a modalidade que registrou o maior crescimento percentual no período. Apesar de ficar atrás dos cursos de bacharelado, que concentraram 60,1% dos ingressantes no ano passado, e dos de licenciatura, que tiveram 20,1%, os de grau tecnológico apresentaram o maior aumento indicador de procura.

No Brasil, existem três modalidades de ensino superior. Bacharelado e licenciatura têm duração similar, de em média quatro anos, podendo chegar a seis. Já os cursos tecnológicos variam de dois a três anos, mas são igualmente reconhecidos pelo MEC como graduação, podendo o aluno, depois de concluir, seguir direto para uma pós-graduação, por exemplo.

O número de concluintes da modalidade tecnológica também dobrou no período, saltando de 84 mil em 2007 para quase 197 mil uma década depois. Já as matrículas cresceram 140%. Em 2018, foram trezentas e dez mil inscrições para cursos de graduação tecnológica no Sisu. Mais da metade delas, 51%, se concentrou nas seguintes áreas: Análise e desenvolvimento de sistemas, Gestão pública, Alimentos, Gestão ambiental, Gestão de turismo, Radiologia, Logística, Redes de computadores e Automação industrial.

A rede privada concentra a maior parte das matrículas em graduações tecnológicas. Além disso, o crescimento do número de matrículas em 10 anos também foi muito superior ao da rede pública. Enquanto no ensino particular foram quatrocentas e oitenta e cinco inscrições a mais desde 2007, no ensino público foram 98 mil.

 Fonte: G1

 

A arte do rompimento

Você quer levantar-se e não se levanta, você quer andar e não anda, você quer sair da lama e não sai, você quer alegrar-se e não se alegra, você quer alcançar paz de espírito e não alcança, você quer começar tudo de novo, e não começa, você quer acertar-se com Deus e não se acerta.

É enorme o seu desespero. Você não aguenta mais esta eterna e humilhante letargia.

O seu problema pode ser difícil, mas não indecifrável. O seu problema é muito simples. Você precisa aprender a arte do rompimento.

Enquanto você não romper com as histórias, enquanto você não romper com as certas crendices que são como ervas daninhas no meio do trigal, enquanto você não romper com certas tradições que não combinam com a fé cristã, enquanto você não romper com a cultura perversa no meio da qual você nasceu e se criou e enquanto você não romper consigo mesmo, você vai continuar no mesmo lugar e na mesma situação.

Em alguns casos será preciso romper com a família, com o lugar de nascimento, com qualquer objeto de idolatria religiosa e sentimental e até com a profissão, se essas coisas impedem ou dificultam a aventura de uma vida com Deus.

A Abraão, Deus foi muito claro: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai” (Gn 12.1).

Você não precisa ter medo do rompimento, seja qual for o seu tamanho ou as implicações. Além dos benefícios imediatos do consciente e corajoso rompimento, você receberá muitas outras recompensas no decorrer de sua carreira cristã.

É uma questão de palavra empenhada: “Todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe. Ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna” (Mt 19.29)