Educação Domiciliar

share on:

27/01/2017

Educar os filhos em casa tem se tornado uma opção cada vez mais atraente para os brasileiros. Embora o modelo ainda não seja legalizado no Brasil, 3,2 mil famílias já aderiram ao homeschooling, que, em 2016, atendeu a cerca de 6 mil crianças, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar.

O assunto é polêmico e continua acendendo uma forte discussão legal, pois a legislação brasileira não é clara em relação à educação domiciliar: o método não é, de fato, proibido, mas segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição, a matrícula na rede regular de ensino é obrigatória e a falta de frequência é compreendida como negligência dos pais.

Para especialistas que são contra o homeschooling, o problema desse sistema não se reduz apenas à perda de conteúdo. Eles defendem que estudar em casa tira da criança a chance de aprender com a diversidade e com as experiências da convivência em grupo, além de afetar seu desenvolvimento cultural, afetivo e até cognitivo.

Isso parece não desacelerar seu crescimento: a cada dia surgem novos grupos nas redes sociais que reúnem famílias interessadas em oferecer uma educação “mais completa” para seus filhos, já que consideram as escolas despreparadas e pouco atenciosas com as crianças. Em casa, as crianças não ficam sem suporte: elas seguem um roteiro definido, com uso de apostilas e livros baseados no currículo formal escolar, mas a metodologia é diferente e exige mais disciplina.

Fonte: Revista Crescer

Com a diretora da Fundação SM, Maria do Pilar Lacerda. Ela fala sobre ensino domiciliar

 Tomando decisões por medo

O medo, todos sabem, pode exercer forte influência na moldagem do nosso comportamento. Você já considerou o efeito que o medo pode ter nas escolhas que fazemos no ambiente de trabalho?

Um estudo do Barna Group revelou que 17% das pessoas pesquisadas disseram ter tomado muitas decisões éticas por medo. Elas chegaram a suas decisões não por causa de suas fortes convicções sobre o que é correto e apropriado, mas sim movidas pelo desejo de evitar consequências indesejáveis caso suas escolhas fossem diferentes.

Isto se mostrou verdadeiro em minha própria experiência, pouco depois de ter iniciado minha carreira nos negócios. Bem cedo, como perito contábil, devido a um erro cometido no passado, eu tinha medo de perder meu emprego. Quando um chefe disse-me para fazer algo ilegal com um cliente, meu medo aflorou. Embora soubesse que o que estavam pedindo que eu fizesse era errado, cedi e fiz o que me disseram para evitar ser demitido.

Jamais esqueci esse episódio e, embora nunca tivesse que enfrentar medidas disciplinares, ele me levou a repensar a forma como fazia minhas escolhas, tanto no trabalho quanto na minha vida pessoal. Medo, decidi, jamais seria um fator que justificasse qualquer violação da conduta ética apropriada.

É claro que nem sempre o medo leva a um comportamento ilegal ou antiético. Nós tomamos decisões sobre investimentos baseadas no medo, acreditando que nosso bem estar financeiro está em jogo. Quando nos confrontamos com um concorrente poderoso na busca para atrair um cliente importante, podemos fazer promessas que sabemos que não poderão ser satisfeitas. Fazemos horas extras no trabalho, pondo em risco a saúde e sacrificando o tempo prioritário com nossa família, por medo de não sermos capazes de satisfazer as expectativas de nossos gestores.

O medo pode tentar-nos a fazer coisas que reconhecemos serem erradas, mas não precisamos nos render a essas tentações. Podemos estabelecer limites, determinando antecipadamente em que áreas não transigiremos com nossas convicções e valores. Porém, ainda mais importante, precisamos ter em mente Aquele a quem devemos permitir ter a última palavra nas coisas que decidimos fazer ou não.

A Bíblia, Deuteronômio 10:12, nos ensina: “E agora, ó Israel, que é que o Senhor, o seu Deus, lhe pede, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os Seus caminhos, que O ame e sirva ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração e de toda a sua alma”.

As Escrituras falam muito a respeito do temor a Deus — não o medo de que Ele irado vá nos atingir com um raio — mas um profundo senso de reverência e respeito, reconhecendo que Ele nos colocou onde estamos para honrá-lo e representá-lo. Ele nos confiou os talentos e habilidades que possuímos para Seus propósitos. As exigências de nossos gestores jamais deveriam se sobrepor àquelas do Deus que cultuamos e servimos.

As muitas experiências no mundo empresarial e profissional me ensinaram importante verdade: as melhores decisões éticas decorrem de temer e amar a Deus, mais do que a qualquer gestor, não importa quanto poder e influência ele tenha na organização. Os caminhos de Deus são sempre os melhores

Por Rick Boxx

Estado de São Paulo quer vender 34 áreas florestais

O governo de São Paulo pretende pôr à venda trinta quatro áreas pertencentes ao instituto florestal, como estações experimentais e florestas. Uma lei que permite a concessão para a iniciativa privada de 25 parques estaduais, já foi aprovada pelo governo.

Somente 9 dessas áreas já tinham sido contempladas na lei do ano passado. A lei não fala em venda, somente em concessão de serviços e de exploração madeireira.

No dia 17, a secretaria de meio ambiente do estado publicou no diário oficial um chamamento público visando à prospecção de interessados em concessão de uso ou aquisição de áreas, no todo ou em parte, para recebimento de propostas de concessão de uso ou venda, mesmo ainda não existindo uma lei que permita isso.

O secretário estadual de meio ambiente, Ricardo Salles, afirmou que a ideia foi inverter a lógica. O setor privado vai primeiro informar em que condições e se tem interesse em novas áreas, para depois vai ser objeto de uma nova lei.

Museu da Borracha

 Inaugurado em 5 de novembro de 1978, por ocasião das comemorações do Centenário da Imigração Nordestina, o Museu da Borracha reuni peças de arqueologia, paleontologia, coleção de manuscritos e impressos que contam a história do Acre.

O acervo conta com jornais, revistas, fotografias, peças e documentos de diversos grupos etnográficos do Estado, objetos e utensílios de extração do látex e peças de borracha.

Sua exposição oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer por meio de suas coleções, um pouco da riqueza e diversidade das práticas e crenças vivenciadas pelas comunidades tradicionais.

O Museu da Borracha fica na Avenida Ceará, 1441, no centro de Rio Branco, capital do Acre. Mais informações pelo telefone: (68) 32-23-12-02.