EaD – Educação a Distância

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27/02/2017

Uma pesquisa realizada pela Sagah, empresa especializada em tecnologias para ensino a distância, mostrou que as matrículas no EaD estão aumentando nos últimos anos. De acordo com a empresa, de 15 milhões de pessoas que estão fora da universidade no país, 67% só podem cursar educação superior no preço de EaD.

Apesar disso, muita gente ainda fica em dúvida de fazer uma faculdade ou até mesmo algum curso de atualização a distância.

 


Com a conselheira da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância, Ivete Palange. Ela fala sobre EaD

 

 

Jovem com síndrome de Down se forma em faculdade de gastronomia

O paulista Guilherme Campos, de 23 anos, se formou em dezembro de 2016, na Universidade Anhembi Morumbi. Na etapa final, elaborou pratos a todos os convidados da família e aos chefs, que avaliariam o desempenho da turma. Francine, namorada que conheceu na infância, disse que foram os melhores pratos que já comeu.

O menino, que tem síndrome de Down, havia se inscrito no curso de gastronomia sem contar para ninguém. No dia do exame, teve 1 hora a mais que os outros candidatos para poder fazer a redação.. Os resultados saíram e o nome de Guilherme estava na lista de aprovados.

Os pais, assim que souberam da aprovação, foram à coordenação da universidade e perguntaram se realmente uma pessoa com síndrome de Down poderia estudar ali. Ouviram que sim, que ele não seria o primeiro aluno com deficiência.

Guilherme usa a faca com agilidade, corta todos os ingredientes e concluiu as receitas com méritos. Antes das provas práticas, cozinhava o prato várias vezes em casa, para treinar.

 

Relacionamentos

Há os que bancam os relacionamentos adoecidos, alimentando-os diariamente.

Há os que potencializam o pior do outro e permitem-se serem potencializados no que tem de pior também.

Há uma certa acomodação dos que bancam estes relacionamentos adoecidos, pois, pra alguns, é só os que eles têm e isto lhes dá uma certa segurança, embora, adoecem cada dia mais.

Há o que possa ser feito, mas, há a necessidade de admitirem que precisam de ajuda e buscarem pessoas certas pra que isto aconteça.

Há situações em que um deseja buscar ajuda e o outro não e, nestes casos, só é possível lidar com o que deseja, na perspectiva que este encontre vigor pra tomar decisões a respeito.

Há situações em que o que não deseja ser ajudado impede que o outro busque ajuda e isto cria ainda mais enfermidades na relação.

Há relacionamentos adoecidos pela presença de uma terceira pessoa ou influências de terceiros e isto, claro, dificulta ainda mais a busca por uma saúde relacional.

Há relacionamentos adoecidos que, embora adoecidos, vivem numa espécie de zona de conforto, pois, os seres humanos tendem a se acomodar e se configurar de acordo com as situações e contextos, às vezes, como já disse, porque aparenta segurança.

Há responsabilidades mútuas quando se deseja mudar um relacionamento adoecido.

Há esperança na cura destes relacionamentos. Sim, há. Especialmente quando os dois buscam se refazer individualmente e antes de melhorarem o desempenho do papel que exercem na relação, buscam melhorar como ser humano, como gente, como pessoa, com os mínimos de dignidade que se requer de um ser humano.

Jesus de Nazaré foi o melhor ser humano que o universo conheceu e nele encontramos o modelo melhor de gente e é ele quem nos dá a mão na busca da reconstrução pessoal e relacional.

Por Carlos Bregantim