Dor nas costas

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14/12/2016

Muito tempo sentado, má postura e olhos vidrados em smartphones são apenas alguns dos gatilhos para uma das maiores causas de incapacidade no mundo: a dor nas costas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o problema é recorrente em países industrializados e, em 37% dos casos, está relacionado a questões ocupacionais dos trabalhadores.

Além dessas causas mais comuns, a dor também pode estar associada a fatores como tabagismo, obesidade, ingestão excessiva de álcool e depressão. No Brasil, o problema foi a maior causa de afastamento do trabalho no ano passado, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência Social. No Rio Grande do Sul, mais de 4% das ausências foram motivadas por dor nas costas.

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Com o ortopedista especialista em coluna e cotovelo, Fábio Leme. Ele fala sobre dor nas costas

 

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Agência orienta sobre prazos de atendimento de planos de saúde

O atendimento às necessidades de saúde dentro do prazo é uma obrigação dos planos de saúde. Por isso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar lançou uma cartilha gratuita sobre os prazos máximos de atendimento na rede credenciada pelas operadoras, com informações sobre a realização de consultas, exames e cirurgias.

A publicação informa também sobre as áreas de cobertura de planos de saúde, orientações sobre reembolso, como agendar uma consulta ou procedimento, necessidade de solicitação de protocolo de atendimentos, além dos canais de comunicação da ANS para registro de reclamações e a mediação de conflito.

A cartilha está disponível no site: WWW.ANS.GOV.BR.

 

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Série: Manifestações no Brasil – Passeata dos 100 mil

Nas últimas semanas e até mesmo nos últimos anos, em diversos cantos do país, manifestações vem acontecendo. Com o falso mito de que brasileiro é pacifico, ao longo do Entendo a Política vamos abordar uma nova série sobre Manifestações no Brasil. Nela, focaremos em famosos protestos marcados por lutas do povo brasileiro. Hoje, a Passeata dos 100 mil.

No ano de 1968, a ditadura militar já estava instaurada no país desde 1964. Cansados da repressão, a população, liderada pelos movimentos estudantis e revolucionários, decide ir às ruas do Rio de Janeiro em protesto. A manifestação do dia 26 de junho foi autorizada, no entanto colocaram um batalhão de 10 mil policiais para controlar os 100 mil presentes.

Foi a última manifestação pública legal do período, pois em dezembro de 1968 foi instaurado o Ato Institucional número 5 que punha fim à liberdade de expressão e dava ainda mais poderes aos militares

 

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Ora + ação

Oração é uma prática comum em praticamente todas as religiões, embora cada uma das religiões dê um nome diferente para essa prática. Na fé cristã, a oração é uma conversa com Deus, onde toda a Trindade está presente. Oramos ao Pai, em nome do Filho, sob a orientação do Espírito Santo.

Oração é uma atividade, não uma passividade. Ou seja, devemos orar e ir à luta; devemos nos colocar na situação em que seremos provados, aperfeiçoados e atendidos naquilo que oramos. Para que isso aconteça, precisamos fazer duas considerações.

Em primeiro lugar, pelo quê temos orado? Se as orações que temos feito são iguais a essas que estão nos programas de TV, que consiste em ordenar que Deus dê carros, casas, curas e empregos, ou a oração que temos feito é do tipo frases compartilhadas em Facebook e Twitter: “Deus vai fazer tal coisa”; “O mar vai se abrir”; “A vitória está chegando”, etc., então esqueça. Oração é assunto sério, pra gente madura. Não é coisa de religiosos covardes e mimados.

Em segundo lugar, a oração que aprendemos a fazer com as pessoas da Bíblia e com as grandes personalidades da espiritualidade cristã tem a ver com a transformação de quem nós somos, e não satisfação de desejos pessoas. Tem a ver com confiança em Deus, e não em dar a ele receitas para a nossa felicidade pessoal. Tem a ver com pedir e agir em função dos outros, sabendo que esse é o espírito do Reino de Deus.

Ou seja, orar pedindo coisas e para Deus mudar situações da vida, ou orar pedindo transformação pessoal e pelo Reino de Deus? Eis a questão! Para Tiago, autor da epístola bíblica e meio-irmão de Jesus, a resposta é simples: suas orações não são atendidas porquê vocês pedem mal, e pedir mal é orar por motivações egoístas.

Portanto, orar requer ação. Requer pedir direção a Deus e pôr o pé na estrada; é pedir um caráter paciente e se colocar em situações nas quais a paciência nos será exigida; orar é pedir para Deus suprir as necessidades dos que precisam e estender a mão para os ajudar; orar é pedir que Deus cure a doença de alguém e ir até essa pessoa oferecendo ajuda, consolo e um ombro amigo; orar é pedir a Deus que socorra uma pessoa desempregada e desembolsar o que for preciso para pagar algumas de suas contas ou colocar comida em sua mesa.

É assim que a oração deixa de ser palavras desconexas, egoístas e sem sentido, e vai se transformando em um poderoso instrumento de Deus na transformação de pessoas e de sociedades inteiras.

Por Israel Mazzacorati