Doação de órgãos

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21/02/2018 – FIQUE POR DENTRO

O Senado holandês deu sinal verde a uma polêmica lei que transforma automaticamente todos os cidadãos em doadores de órgãos, a menos que afirmem em vida e de forma explícita que não desejam doar.

Os cidadãos que não deixarem clara sua posição após o envio de duas cartas de aviso serão registrados no sistema como “não objeção”.

No entanto, se os parentes tiverem “sérias objeções” e “problemas insuperáveis” com a doação dos órgãos de seu familiar, podem se opor, apesar de o morto ter dado sua permissão para ser doador.

Espera-se que as novas regras entrem em vigor apenas no dia 1 de julho de 2020, acompanhadas de uma grande campanha que explique as mudanças.

Entrevista com o presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, Paulo Manuel Fernandes. Ele fala sobre doação de órgãos. Confira:

 


Estados Unidos aprovam exame de sangue capaz de detectar lesão cerebral microscópica

Os Estados Unidos autorizaram a venda de exames de sangue capaz de detectar com rapidez quando um paciente está com uma concussão, ou seja, uma lesão cerebral microscópica que ocorre geralmente após traumas na cabeça.

A nova opção vai reduzir a necessidade de tomografias, exames mais caros que emitem a quantidade significativa de radiação.

Normalmente, quando um paciente bate a cabeça em um acidente, ele é submetido a um teste neurológico, seguido da tomografia. O exame é pedido para ver se há lesões no tecido cerebral ou não.

A vantagem do novo teste de sangue é que, se não forem detectadas lesões, a tomografia seria desnecessária. Isso seria uma vantagem em instituições que não possuem o aparelho, que é mais caro e demanda infraestrutura para ser utilizado.

A aprovação do teste faz parte de um pacote de iniciativas do órgão norte-americano similar à Anvisa, que busca reduzir a exposição de radiação de pacientes em exames de imagem.

Segundo a agência, os Estados unidos tiveram mais de 2 milhões de hospitalizações por lesões cerebrais em 2013. No mesmo período, os traumas contribuíram para a morte de aproximadamente 50 mil pessoas.


Segundo a Lei, onde o dinheiro das multas deve ser utilizado?

O Código de Trânsito Brasileiro indica, pela lei de número 9.503, onde o dinheiro das multas deve ser aplicado. Pela legislação, todo o valor arrecadado por meio de multas deve ser destinado à sinalização, à educação no trânsito, à engenharia de tráfego, ao policiamento, à fiscalização e a quantia de 5% do valor total deve ser empregada no Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito.

No artigo 320 do Código de Trânsito, é possível ver que toda a verba originada de multas deve obrigatoriamente voltar para o trânsito, sendo empregada, dessa forma, em pontos que buscam aumentar a segurança e cooperar para que uma infraestrutura básica seja oferecida aos condutores.

Entretanto, um novo projeto de Lei, elaborado pelo Senador Dário Berger, pretende dar ainda outro destino ao dinheiro das multas. Pelo projeto de Lei, o dinheiro proveniente de multas será aplicado também, de forma direta, à recuperação de infraestrutura, como reconstrução de calçadas, recapeamento e pavimentação de pistas.


Graça

“Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores”. Palavras de Jesus, em Marcos 2.17.

Um jovem rapaz de uma pequena cidade no interior de São Paulo ajuntou suas economias e se dirigiu a uma grande fazenda da região.

Ele estava decidido a comprar um cavalo. Ao conversar com o proprietário da fazenda, descobriu que o que ele tinha não era suficiente para comprar um cavalo novo, com saúde perfeita.

Isso, no entanto, não entristeceu o rapaz. Ele correu os olhos pela fazenda e viu, à distância, um cavalo sozinho, com feridas na pele, faltando pelo em diversas partes do corpo.

Rapidamente o rapaz perguntou ao fazendeiro:

– Quanto você quer por aquele cavalo?

O fazendeiro estranhou o interesse do rapaz em um cavalo machucado e doente. Então, aceitou todas as economias do jovem por aquele cavalo velho e sem esperanças.

Ao chegar em casa, avistou seus amigos que imediatamente começaram a zombar do rapaz. Diziam eles:

– Esse é o cavalo que você foi comprar? Onde encontrou ele, num cemitério?

Outros, já com pena da péssima compra do rapaz, diziam:

– Por que você foi gastar suas economias com esse cavalo? Ele está doente e não lhe trará nenhum lucro.

O rapaz, sabiamente, respondeu:

– Tudo o que vocês disseram é verdade. O cavalo está doente e precisa de muitos cuidados. Certamente ele precisará do meu empenho diário para tentar recuperar sua saúde. No entanto, vocês só conseguem enxergar o cavalo da forma em que ele se encontra. Quando eu o comprei, não olhei para sua condição, mas me concentrei em visualizar como ele ficaria depois que eu recuperasse sua saúde e lhe devolvesse a vida.

Crédito:
Israel Mazzacorati