Diabetes

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12/07/2018

Não cuidar dos níveis de glicose no sangue, por meio de medicação, dieta e exercícios físicos, pode, a longo prazo, trazer prejuízos também à visão do diabético tipo 2. E os números são alarmantes, já que cerca de 40% das pessoas que sofrem com a doença, desenvolveram alterações oftalmológicas.

Um dos sintomas mais comum do diabetes quando o assunto são os olhos é a visão turva. A quantidade excessiva de glicose no sangue causa um inchaço do cristalino (lente do olho), o que faz mudar a sua forma e flexibilidade, diminuindo a capacidade de foco. Por isso, a visão embaçada. Quando o diabetes está controlado, a visão volta ao normal.

E os problemas podem envolver o glaucoma, a catarata e a retinopatia. Pessoas com diabetes tipo 2 são 40% mais propensas a sofrer de glaucoma do que aquelas sem a doença. Além disso, quanto mais tempo os níveis de açúcar no sangue estão descontrolados, maiores as chances de desenvolver o problema oftalmológico.

A prevalência do diabetes entre mulheres teve queda de 18,1% no último ano. Atingiu 8,1% das brasileiras contra 9,9% em 2016. Ainda assim, continua sendo maior que o índice de 7,1% na população masculina. É o que mostra a pesquisa VIGITEL 2017 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) que acaba de ser divulgada pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier o diabetes é caracterizado pelo acúmulo de glicose no sangue que predispõe a graves doenças nos olhos, hipertensão arterial, insuficiência renal e doenças cardíacas.

O especialista explica que quando este aumento da glicemia está relacionado à queda ou ausência de produção da insulina caracteriza o diabetes tipo 1 que responde por 10% dos casos. No tipo 2 acontece resistência do organismo à insulina que resulta em menor penetração da glicose nas células, pontua. Para ele, o resultado da pesquisa pode estar relacionado à diminuição do consumo de refrigerantes no país, mas está longe de ser tranquilizador. Prova disso, é o alto índice no Brasil de dois fatores de risco que contribuem com a doença – o sobrepeso e a obesidade.

Outros riscos elencados pelo médico são: casos na família, colesterol alto, stress e sedentarismo.

Fontes: saude.novartis.com.br

 

Entrevista com o oftalmologista Leôncio Queiroz, que é presidente do instituto Penido Burnier. Confira:

 

Cientistas identificam fonte de emissões misteriosas que estão destruindo a camada de ozônio

os últimos meses, cientistas de todo o mundo foram surpreendidos com um misterioso aumento das emissões de gases que estão comprometendo, de forma drástica, a camada de ozônio que protege a Terra.

Agora, um grupo de pesquisadores acredita ter descoberto os responsáveis pelos danos ao meio ambiente: espumas de isolamento térmico de poliuretano, produzidas na China para uso em residências.

A Agência de Investigação Ambiental (EIA, na sigla em inglês), com base no Reino Unido, identificou a presença de CFC-11, ou clorofluorocarbonos-11, na produção dessas espumas na China. O composto químico havia sido proibido em 2010, mas está sendo usado intensamente em fábricas chinesas.

O relatório da EIA apontou a construção de casas na China como fonte das emissões atípicas de gases. Há dois meses, pesquisadores publicaram um estudo que mostrava que a esperada redução do uso de CFC-11, banido há oito anos, havia desacelerado drasticamente.

Os pesquisadores suspeitavam que o composto continuava sendo usado em algum lugar do leste da Ásia. Mas a fonte exata ainda era desconhecida.

Especialistas tinham receio de que o CFC-11 pudesse estar sendo usado secretamente para enriquecer urânio na produção de armas nucleares.

Agora, os pesquisadores dizem não ter dúvidas de que a fonte de produção do composto está vinculada ao uso de espuma para isolamento térmico de casas. É provável que a China seja incentivada a reduzir a produção de CFC-11 e será aberta uma investigação com o apoio do secretariado do Protocolo de Montreal para averiguar a situação no país.

Fonte: G1

 



Doenças e tragédias na vida cristã

Em Lucas 13.4 e 5, Jesus fez menção a uma torre que havia caído e matado muitas pessoas. Era a torre de Siloé. Jesus queria nos mostrar que aqueles que morreram na torre não eram mais culpados do que os restantes dos habitantes de Jerusalém!

Vivemos num mundo imperfeito, manchado pelo pecado, ódio, maldade. Quantos inocentes morrem diariamente sem nunca terem cometido nenhum mal maior em suas vidas? Quantos cristãos, não morrem por esse mundo afora em guerras, desastres e tragédias?

Precisamos parar de olhar para as pessoas que sofrem e achar que elas “estão assim” por culpa delas. Precisamos parar de olhar para pessoas portadoras do vírus da AIDS e achar que é porque têm “culpa no cartório” ou olhar para o que tem câncer e deduzir que há algum “pecado não-confessado”. Isso é infantilidade.

Precisamos parar de concluir que o irmão que não “sobe na vida” é porque ele não dá o dízimo, e você “subiu” porque é um fiel dizimista. Essas explicações têm criado uma geração de cristãos carregados de culpa que vivem procurando em sua vida “onde errei” para que tal coisa sucedesse comigo?

Quando começamos a achar que tudo é decorrência determinista de nossos atos (bons ou maus) perdemos a consciência da graça de Deus. As benesses de Deus sobre nossa vida nem sempre encontram um servo merecedor. A bênção pode vir sobre nós independente de nossos méritos. O sol nasce para os bons e para os maus, e a chuva cai sobre a fazenda do cristão e sobre a fazenda do ateu.

É muito comum ver testemunhos de bênçãos enfatizando seus méritos, seus jejuns, o quanto se tem sido fiel, o quanto se tem fé, o quanto a igreja que ele frequenta é poderosa, etc. Poucos, muito poucos, reconhecem que não merecem essas bênçãos e que se receberam foi unicamente pela graça de Deus.

A única atitude correta diante da vida, da dor e do sofrimento é depositar nossa confiança em Deus e descansar em sua graça, mesmo não compreendendo as coisas que nos entristecem e nos fazem chorar.

“Aclamem o Senhor todos os habitantes da Terra.” (Salmos 100.1).