Dia Nacional da Alfabetização

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14/11/2016

“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história”

Essa frase foi dita por Bill Gates, fundador da maior e mais conhecida empresa de software do mundo, a Microsoft.

Embora a importância social da leitura seja reconhecida por 80% da população brasileira, quase 50% das pessoas declaram não ler livros, pois apresentam graves dificuldades de compreensão. Os dados foram colhidos pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, confirmando que o analfabetismo funcional precisa ser tratado com maior seriedade.

A data tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da implantação de melhores condições de ensino e aprendizagem no país.

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Com a docente do curso de Pedagogia da Uniritter, Maria Luiza Moreira. Ela fala sobre alfabetização

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O Poder da Esperança

Faz algum tempo que alguns amigos e eu participamos do programa “Adote uma Escola”. Uma lição que aprendi desse envolvimento é a importância da esperança. Crianças que conheceram e experimentaram pobreza e opressão extremas podem ser bem-sucedidas se lhes derem esperança.

Não falo de sentimentos como “espero que”, o que basicamente significa “faço votos que”, ou “boa sorte”. Falo da esperança verdadeira, conquistada ao ver exemplos reais de pessoas que venceram adversidades semelhantes, e também de receber metas práticas e estratégias que coloquem essas crianças no rumo de uma vida melhor.

Sentimentos de desesperança não estão restritos apenas a comunidades desfavorecidas. Um pouco de esperança também seria útil no ambiente de trabalho. Recente pesquisa do Instituto Gallup revelou que apenas 30% dos trabalhadores sentem-se entusiasmados com seu emprego, achando-os significativos e recompensadores. Você pode imaginar isso? Hoje menos de um terço dos trabalhadores abordam suas responsabilidades profissionais com entusiasmo.

Todos nós precisamos de esperança: a expectativa ou confiança de que coisas melhores nos esperam adiante e podem ser alcançadas. Provérbios 13.12 sabiamente observa: “A esperança que se retarda deixa o coração doente, mas o anseio satisfeito é árvore de vida”. Falta de esperança pode cobrar um preço físico alto, bem como em outras áreas.

Em última instância, os seguidores de Jesus Cristo encontram sua esperança em Deus, confiantes em suas promessas de cuidar de nós, prover para nós e nos guiar em cada aspecto de nossas vidas. Por exemplo: Deus nos dá esta certeza: “’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”  (Jeremias 29.11). Por que não teríamos esperança, quando sabemos que Deus tem um plano específico para nós e está trabalhando diligentemente para cumpri-lo?

Tome ainda hoje um momento para tentar dar esperança para alguém próximo a você!

Por Rick Boxx

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Tema do Enem, intolerância religiosa cresceu 3.706 por cento em CINCO anos

 O número de denúncias de intolerância religiosa aumentou 3.706 por cento nos últimos 5 anos, segundo relatório da Secretaria Especial de Direitos Humanos. O dado mostra a relevância da abordagem do tema “O combate à intolerância religiosa no Brasil” na redação do Exame Nacional do Ensino Médio 2016.

O Disque 100, principal canal da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, passou a receber registro desse tipo de violência em 2011, quando houve apenas 15 denúncias. Em 2015, foram denunciados 556 casos. Para especialistas, o aumento do número é consequência do esclarecimento de que esse conflito é crime.

A antropóloga Christina Vital, do departamento de Sociologia da Universidade Federal Fluminense, avalia que o Brasil começou a viver, a partir do anos 1990, um incômodo cultural. Segundo ela, o aumento do número de igrejas e fiéis pentecostais, principalmente na periferia e nas favelas, revelou a acomodação social em que vivia a Igreja Católica, que ao longo da história promoveu a intolerância entre religiões.

A antropóloga lembrou o aumento de ações dos governos e dos movimentos sociais em aumentar os canais de comunicação, publicidade e campanhas de conscientização do que é o crime de intolerância religiosa.