share on:

08/03/2018 – FIQUE POR DENTRO

A Bíblia é repleta de histórias de mulheres que foram transformadas por causa de Jesus. A mulher do fluxo de sangue foi uma delas. Ela teve coragem de andar impura no meio da multidão porque sabia que se apenas tocasse na barra do manto de Cristo seria curada. E Jesus poderia ter curado só o problema físico dela, mas o mestre quis olhar em seus olhos e ir além da cura física, foi uma cura espiritual.

Tem ainda uma segunda mulher que está em Lucas 7. A prostituta que derramou perfume aos pés de Jesus e com seus cabelos enxugou os Seus pés. Ela nem tinha sido convidada para ir à casa do fariseu. Era uma intrusa com uma péssima reputação, mas ela queria se aproximar do Pai. Jesus então olha para essa mulher e mostra que não há nada em sua vida que Ele tenha vergonha de ver. E existem histórias de mulheres que não estão na Bíblia. Mas que foram e são transformadas todos os dias pela graça de Jesus!

 

Entrevista com a líder global do Mulheres de Esperança, Peggy Banks. Ela fala sobre o Dia Internacional da Mulher. Confira:

 

O que é a ‘Besta do Leste’, fenômeno deixou a Europa em estado de atenção

Apesar de ser responsável por belas paisagens, a frente fria está sendo chamada de “Besta do Leste” pelos jornais britânicos.

Além de ter impactos nas estradas, voos e serviços ferroviários, o fenômeno já matou pelo menos 10 pessoas nos últimos 3 dias em diferentes cidades da Europa.

A Organização Mundial de Meteorologia explicou que o fenômeno está relacionado a padrões de circulação atmosférica em grande escala, chamados de “evento de aquecimento estratosférico repentino” e registrados na estratosfera, a uns 30 quilômetros acima do Polo Norte.

Os picos de calor no Ártico são comuns, mas estão se tornando cada vez mais frequentes e de longa duração. O que está em debate no momento é o que está provocando esse desequilíbrio de clima tão extremo.

 

Dia da mulher: dia de memória, reflexão e esperança!

Em um recente artigo, o biblista Edmilson Schinelo nos lembra que o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, é um dia de festa e de luta. Festa porque celebramos o dia daquelas que são as mães da humanidade, as cuidadoras, sem as quais, o que seria de nós, homens? Mas é bom também que seja um dia de resgate da história, pois esse dia é marcado por luta, conquista e esperança.

Edmilson Schinelo nos recorda das “129 mulheres que no 08 de março de 1857 morreram queimadas numa fábrica em Nova Iorque. A razão já é conhecida: diante da justa reivindicação por melhores condições de trabalho, os patrões ordenaram que as portas fossem trancadas e a fábrica incendiada. Na concepção dos patrões, elas estavam fazendo sabotagem”.

O artigo continua, lembrando que essa história de sabotagem feita por mulheres é um pouco mais antiga. Com a Revolução Industrial, mulheres e crianças eram levadas às fábricas para trabalharem quatorze, dezesseis horas por dia, sem direito a descanso, em péssimas condições de higiene, sem qualquer segurança, quase sem remuneração. A história não foi capaz de registrar as milhares de mortes ocorridas, em função da fome, do cansaço e da falta de segurança das máquinas. Ironicamente, costuma-se chamar a esse tipo de morte de “acidentes de trabalho” e não de assassinato!

A sabotagem foi então a primeira forma de resistência das mulheres, no começo de forma isolada, depois em grupos organizados. Tais mulheres utilizavam um grosseiro tamanco de madeira que, logo descobriram, poderia ter outra função: se enfiassem aquele tamanco nas engrenagens das máquinas, elas travariam. E enquanto o patrão as concertasse, as mulheres poderiam respirar, descansar, dialogar, tramar, organizar a resistência e a luta…

Em francês, a palavra utilizada para dizer “tamanco” é “sabot”, daí surgiu o termo “sabotagem”, para referir-se à atitude que punha tanto medo naqueles que se achavam tão poderosos.

Falando em dia de memória e luta, vale citar algumas mulheres da Bíblia, especialmente as que são mencionadas nos evangelhos. Maria, mãe de Jesus, cantou o Magnificat, e em uma das estrofes, afirmou que Deus “derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Lucas 1:52).

Vale mencionar as corajosas mulheres que foram ao sepulcro, onde Jesus fora sepultado, para perfumar o corpo do Cristo. Enquanto os discípulos, homens, estavam longe dali, perdidos na dúvida e dominados pelo medo, foram as mulheres que ousadamente, e sem temer o risco de serem identificadas como discípulas de Jesus a sofrerem as consequências, vão ao túmulo prestar honras ao seu Senhor. Elas foram as primeiras testemunhas da ressurreição, segundo a tradição evangélica.

Que neste dia todos nos lembremos do quanto a mulher já foi oprimida e ainda o é. Que nossa maneira de celebrar o Dia Internacional da Mulher seja com oração e ação, em favor de tantas heroínas que sofrem sem ter quem as ouça. Que essas mulheres, semelhante àquelas dos evangelhos que viviam a realidade da morte, encontrem a ressurreição, e com ela, a esperança.

Israel Mazzacorati
Artigo do Edmilson Schinelo
disponível em: www.cebi.org.br