Desenvolvimento sustentável

share on:

19/07/2018

O Brasil não deve cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, conforme acordado por outros 192 países na ONU. É o que aponta o Relatório LUZ 2018, lançado na última semana, em Brasília. O documento levantou dados preocupantes, especialmente em tempos de tensões sociais, políticas e econômicas no país.

Entre os fatos que mostram esse descompasso das políticas adotadas no Brasil e o que foi acordado como metas a serem cumpridas para a diminuição da desigualdade e o desenvolvimento sustentável, estão a flexibilização das leis trabalhistas e a aprovação da Emenda Constitucional que congela, por 20 anos, os gastos públicos com setores como educação e saúde.

Além disso, o governo brasileiro manteve subsídios para a produção de combustíveis fósseis e setores intensivos em emissões de gases de efeito estufa e uso de recursos não renováveis. Segundo o relatório, essa é uma escolha que demonstra o “rumo de insustentabilidade e retrocesso” escolhido pelo Brasil.

A erradicação da pobreza é um dos principais pontos que retrocederam no país. É a primeira entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. De acordo com o estudo, nos últimos anos, o Brasil seguiu exatamente o caminho oposto a ser percorrido, com a extinção de programas sociais e de transferência de renda. Somado ao aumento do desemprego, as desigualdades econômicas e sociais têm aumentado.

Outro exemplo pode ser tirado do Objetivo 5, que trata sobre a igualdade de gênero. O Brasil é o quinto país em número de feminicídios. Em 2017, uma mulher foi assassinada a cada duas horas no país. Uma em cada três brasileiras disse ter sido vítima de violência nos últimos 12 meses.

No Relatório Luz 2018 foram analisados todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que contam com um diagnóstico e também recomendações para reverter a atual situação e alcançar a meta até o ano de 2030. O documento foi preparado por especialistas do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda nas diferentes áreas.

Fonte: ONG Visão Mundial

 

Entrevista com Andrea Freire. Ela é assessora de educação da Visão Mundial Brasil. A ONG integra a parceria World Vision International, que está presente em cerca de 100 países. Confira:

 

Júpiter ganha mais 12 Luas, uma delas em rota de colisão

Júpiter já era o campeão em número de Luas entre os planetas do Sistema Solar. Com a descoberta anunciada nesta semana, o planeta “ganhou” 12 novos satélites — passando a um total de 79 Luas. Elas foram avistadas pela primeira vez por astrônomos de Washington, nos Estados Unidos, em 2017. Mas só agora houve a comprovação definitiva de serem satélites naturais do gigante planeta.

A descoberta astronômica se deu por acidente. Os cientistas miravam seus telescópios em busca de objetos distantes do Sistema Solar quando notaram os nunca relatados corpos celestes gravitando ao redor de Júpiter. No ranking dos planetas com mais satélites, Saturno ocupa o segundo posto, com 62. Urano tem, até o momento, 27 Luas conhecidas. Netuno, 14; Marte, 2 satélites; e a Terra, uma Lua. Mercúrio e Vênus não contam com satélites naturais.

Fonte: UOL

 

Estabelecendo metas

Mais um ano está chegando ao fim, abrindo caminho para um novo. Esta volta do calendário convida para avaliações e reavaliações. Olhamos para trás, avaliando como foram os anos passados e o como nos saímos, profissional, pessoalmente e aventuramos uma olhadela para o ano que nos espera, prevendo o que gostaríamos de ver e vivenciar.

Um homem apareceu na lista dos “400 mais ricos” do mundo. Sua riqueza era avaliada em SEIS bilhões de dólares. Você gostaria de trocar de lugar com ele, ainda que por um dia apenas?

Este mesmo homem também apareceu na primeira página do jornal na mesma semana em que seu nome fora incluído na lista. Esse artigo do jornal, entretanto, era o seu obituário. De repente, a cadeia de negócios desse magnata do petróleo não significava mais nada para ele.

Mesmo sem saber o exato valor de sua fortuna, o contador dele poderia rapidamente nos dizer, o quanto esse bilionário deixara para trás: Tudo!
Ao rever o passado e estabelecer metas para o futuro, precisamos avaliar honestamente se estamos buscando as coisas certas.

Nada sabemos deste homem a não ser seu nome. Ele pode ter feito boas ações, usado sua influência para ajudar muitas pessoas e causas dignas. O que se pode ter certeza é que a taxa de mortalidade da raça humana é de 100% e que um dia, como aconteceu com ele, objetivos, realizações e posses não terão nenhum valor para nós.

Se soubesse com toda a certeza que o novo ano seria seu último ano de vida, como isso afetaria o estabelecimento de suas metas?

Considere o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto:
Estabeleça metas que valham o preço. Antes de passar à ação, é sábio calcular se o que se vai despender vale a pena, em razão do ganho esperado. “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la? Pois, (se) não for capaz de terminá-la, todos os que a virem rirão dele.”(Lucas 14.28e29).

Planeje dar mais do que recebe. “…Lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: Há maior felicidade em dar do que em receber” (Atos 20.35).

Invista onde os dividendos são perpétuos. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões nem arrombam nem furtam” (Mateus 6.19 e 20).