Cursos técnicos

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20/02/2017

Uma pesquisa da Consultoria ManpowerGroup concluiu que os cargos técnicos e de profissionais com habilidades técnicas específicas são os postos que as empresas mais têm dificuldades para preencher hoje no Brasil. Os cursos técnicos oferecem habilidades práticas e teóricas com o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho.

Para elaborar um ranking dos cursos técnicos mais valorizados e promissores a consultoria utilizou critérios como: salários iniciais, baixa oferta de profissionais no setor, novos mercados e a demanda por profissionais naquela área, entre outros.

Técnico em Meio Ambiente – Esta formação tem muitas oportunidades nas áreas de construção e indústria, além de óleo e gás.

Técnico em Redes de Computadores – O mercado de Tecnologia da Informação está aquecido e precisa de pessoal qualificado para cuidar da parte de infraestrutura.

Desenvolvedor Mobile – Quem busca a área tem a propósito de desenvolver novas plataformas de comunicação para empresas e organizações.

Técnico em Comércio Exterior – Quem for trabalhar na área vai estar muito ligado à negociação de insumos e ao mercado externo, com foco em diminuir o preço final do produto ou da prestação de serviços.

Técnico em Geoprocessamento – Esta profissão tem um mercado aquecido nas áreas de petróleo e gás. Os técnicos atuam na análise de todo o terreno onde a empresa está instalada.

 

Com o professor e diretor do Instituto Cimas de Ensino, Lucivaldo Santos. Ele fala sobre cursos técnicos

 

 

Maioria dos países descumpriu meta de reduzir analfabetismo

 De 139 países participantes de um levantamento de dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO, só 39 do total comprovaram ter cumprido a meta 4 do programa Educação para Todos.

Ela previa a redução de 50% nos índices de analfabetismo até 2015. O Brasil está no grupo de 100 países que descumpriram a meta.

A UNESCO afirmou que, segundo as informações enviadas pelos países, o mundo tinha, em 2015, 758 milhões de adultos sem capacidade de ler e escrever uma simples frase. Desses, 115 milhões são jovens, ou seja, tinham entre 15 e 24 anos de idade. Isso quer dizer que cerca de 85% dos analfabetos no mundo pertencem a gerações distantes de idades consideradas propícias para a vida escolar e, portanto, que oferecem mais obstáculos para a aprendizagem.

 

O social e o espiritual

O cristão, por ser uma criatura social, se encaixa dentro de uma cultura. A cultura brasileira é formada por uma mistura de vida dominada por patrões, chefes, coronéis, políticos. Estes, pouco se interessam no conforto e bem-estar dos que procuram manter, pelo menos, o mínimo das necessidades fisiológicas e psicológicas para viver.

A vida na roça foi substituída pela vida na periferia das cidades, que aglomeram casas, com o mínimo de conforto. As longas viagens para o trabalho em ônibus lotado tomam o lugar da vida sem futuro no campo. O ato de capinar e colher os frutos da terra enriquece o latifundiário, mas não o trabalhador. Será que melhorou a qualidade de vida na favela?

  1. H. Maslow, psicólogo renomado, criou um modelo em forma de hierarquia em que ele imaginou que, enquanto as necessidades básicas do nível mais baixo na pirâmide não são satisfeitas, não adiante tentar suprir as necessidades dos níveis superiores. Segurança, seguida por amor, afeição e sentimento de pertencer a um grupo, somente ganham espaço na mente, quando estas exigências básicas são supridas. Depois destas necessidades secundárias serem alcançadas, o homem se concentra na autoestima e, finalmente, na auto-realização.

Enquanto a preocupação com as necessidades fundamentais, para manter a vida, não for satisfeita, não adianta tentar apelar para seres humanos se entregarem a Deus e se tornarem membros fieis da igreja em busca de santidade e a vida eterna. Maslow não percebeu que fé e esperança para o futuro fazem parte das necessidades humanas mais prementes!

Talvez, não entendamos bem porque o sertão do nordeste brasileiro seja a região em que a porcentagem da população evangélica seja menor, enquanto, na periferia das grandes metrópoles, com sua alta proporção de imigrantes do nordeste, encontramos mais abertura para receber o evangelho. Nas áreas mais abastadas destas cidades encontramos forte resistência ao evangelho.

Na Europa, as igrejas perdem membros, enquanto, no terceiro mundo, o crescimento numérico dos evangélicos supera em muito essa perda. Na Escócia, o abandono da igreja Presbiteriana (a igreja nacional) alcança 400 pessoas por semana. O acréscimo na África ao sul, no Saara e na China, excede as perdas da Europa “cristã”. Há mais anglicanos na Nigéria que em toda a Inglaterra e a América, juntos. Comentou um holandês: “Preciso de Deus para quê? Tenho tudo que preciso…”

Há muitos fatores que levam os pecadores a curvarem diante do Senhor Jesus, que se sacrificou na cruz para os salvar. Provavelmente, um deles é a vida apertada, sem propósito ou esperança. Jesus notou as multidões e teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. O sertão brasileiro tem forte inclinação para a religião popular. A tradição reina. Quanto tempo demorará para todo o Brasil reconhecer sua necessidade de uma fé bíblica, inspiradora e cheia de esperança para a vida eterna?

Pr. Russell Shedd