Criatividade

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09/10/2017 – FIQUE POR DENTRO

“As pessoas que vencem nesse mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam”. A frase do filósofo e jornalista irlandês George Bernard Shaw destaca a criatividade do ser humano.

A capacidade de produzir e transformar o ambiente segundo as necessidades é uma qualidade adquirida e iniciada na infância. Durante essa fase é que o potencial criativo é ou não ativado.

Pessoas criativas possuem comportamentos diferentes: são curiosas, persistentes, bem humoradas, independentes em seus atos e responsáveis, têm rápida desenvoltura em atividades, fácil percepção, habilidade no aprendizado e ainda são grandes visionárias.

Mas por que algumas pessoas parecem ser mais criativas que outras? Existem seres humanos não criativos? A verdade é que cada um tem seu tipo de criatividade.

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Câmara de São Paulo aprova instalação de microchips em uniformes escolares

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segunda e última votação, o projeto de lei que determina a instalação de microchips nos uniformes escolares de alunos das escolas públicas da capital. Agora, o texto vai para o prefeito do estado, João Doria, que vai decidir se aprova ou não a nova lei.

O projeto do vereador Camilo Cristófaro cita as etiquetas utilizadas em peças em lojas de roupa para impedir furtos. No projeto, o vereador diz que as ações semelhantes foram adotadas em outras escolas, como o Centro de Ensino Médio de Samambaia, no Distrito Federal.

O texto afirma, ainda, que essa tecnologia pode ser usada para informar os pais e responsáveis, por meio de uma mensagem por SMS, quando o aluno entrar e sair da escola.

O projeto, porém, não traz valores dos microchips nem da implantação dos sensores nas portas das escolas.


Sabedoria

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco. Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira. Os amigos disseram ao velho:
– Mas que coisa, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
– Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho. Quinze dias depois, do nada, o cavalo voltou. Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente as pessoas disseram:
-Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
– Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma bênção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta.
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar
– E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
– Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção.
Depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, que levará a conclusões precipitadas. Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina outro começa, quando uma porta se fecha outra se abre. Assim é o curso da vida. Nem tudo é como parece, por isso tenhamos a mente em Cristo e tudo mais parecerá fácil .
Quem tem Jesus no coração não se deixa afligir, sabe que ele esta ali cuidando.