Coxinha

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02/08/2018 – FIQUE POR DENTRO

Reza a lenda que a coxinha surgiu graças aos caprichos de um garoto na Fazenda Morro Azul, em Limeira, no interior de São Paulo, ainda no Brasil Colonial. Mas não era qualquer criança. No livro “História, Lendas e Curiosidades da Gastronomia, a autora Roberta Malta Saldanha conta que o filho da princesa Isabel e do Conde d’Eu, criado na fazenda – isolado da corte porque era considerado uma criança especial – só gostava de comer coxas de galinha.

Segundo a obra, certo dia, ao perceber que não havia coxas de frango o suficiente para o almoço, a cozinheira da fazenda, já prevendo a histeria do garoto por falta da sua comida predileta, teria desfiado outras partes da ave e moldado em uma massa à base de farinha e batata. O garoto teria gostado tanto do prato que a notícia se espalhou e a imperatriz Tereza Cristina quis experimentar o famoso quitute. Encantada pelo saboroso petisco, a nobre solicitou que a receita fosse passada ao mestre da cozinha imperial e assim, no boca a boca, a coxinha ganhou os salões da realeza brasileira.

Apesar de curioso, não há confirmações históricas do fato. E quem se importa? A verdade é que a coxinha, o mais brasileiro dos quitutes, tem fãs inveterados do Oiapoque ao Chuí. De tão popular, foi ganhando versões ao longo do tempo. Há coxinhas com requeijão no recheio e aquelas à base mandioca, mandioquinha ou batata doce. Há até versões com toque indiano que levam curry no preparo. Mas independente da receita o que vale é comer coxinha. A qualquer hora!

De tão popular, o termo ‘coxinha’ virou gíria. Em São Paulo, coxinha é rapaz engomadinho, versão masculina da patricinha. O que não faz muito sentido, já que o salgado, de chique, nunca teve nada. Pelo contrário: sempre foi item obrigatório em vitrines de botecos, padarias de bairro e, no máximo, festinhas de família. Só recentemente mudou de status e passou a frequentar cardápios de bufês, restaurantes e bares da moda.

Fontes: Revista Casa e Jardim e UOL

 

Entrevista com Fernando Scarcella Miranda, o Matusa, proprietário do “Santa Coxinha”. Confira:

 

O nariz é o primeiro a “congelar” no frio

Que frio! Todos nós já passamos por isto: o inverno chega, a temperatura abaixa e o nariz fica tão frio que parece que vai congelar e cair! Por que isso acontece? O nariz esfria rápido por uma série de razões: primeiro, ele é uma das extremidades mais salientes do corpo, assim como as orelhas, as mãos e os pés. Quando o ambiente esfria, órgãos vitais, como coração, fígado e rim, recebem mais sangue do que as áreas periféricas.

Em segundo lugar, narizes e orelhas são compostos em boa parte por cartilagem, um tipo de tecido sem muitos vasos sanguíneos. Também é preciso lembrar que uma função do nariz é justamente esquentar o ar que entra no corpo. Para isso, ocorre a dilatação dos vasos sanguíneos que acaba por facilitar uma rápida perda de calor do nariz para o ambiente, deixando sua superfície mais fria do que o restante do corpo.

Mas é igual para todo mundo? Na realidade, não. Alguns de nós temos mais sensores de temperatura na região nasal e vasos mais finos, o que pode intensificar a sensação de frio. Para diminuir o desconforto na área nasal, não tem segredo: é preciso diminuir a exposição cobrindo a região com um lenço, máscara de lã ou gorro. Em ambientes fechados, vale utilizar climatizadores, mas buscando evitar que o ambiente fique muito seco. Para os esportistas que se aventuram na neve ou em montanhas, é recomendável procurar equipamento especializado de proteção.

Nariz grande é mais sensível? A teoria tem base científica: narizes maiores representam maior área de contato com o ambiente frio. Os especialistas concordam que, em teoria, isso favorece quem tem extremidades mais discretas. Mas não se preocupe: na prática, há tantos fatores em jogo que o tamanho do nariz acaba perdendo importância. O que deve ser levado em consideração é a saúde. Alergias, medicação e mesmo doenças vasculares podem afetar a circulação de sangue na região nasal.

Fonte: UOL

Penas Por Minhocas

Conta-se uma lenda que, em uma manhã ensolarada, dois sabiás sobrevoavam um frondoso bosque.

O sabiá-mãe falava com seu filhote a importância de poder voar a elevadas alturas. Todavia, o pequenino, em sua inexperiência, não escutava com atenção as explicações de sua mãe, já que prestava atenção em um sino vinha do meio da mata.

O pássaro, curioso, pousou na relva onde descobriu a origem do som que tanto o atraía: era uma sineta de um vendedor que trazia no seu carrinho minhocas a preços promocionais.

O pequeno sabiá que gostava muito de minhocas, sem reflexão, pousou ali e o vendedor deu-lhe uma minhoquinha.

No dia seguinte, o passarinho, voltou ansioso a encontrar o mercador e a fez a mesma coisa, evento que se repetiu por várias vezes.

Chegou o momento em que o pequeno sabiá muito confiante entrou em uma pequena gaiola, já que as minhocas do dia estavam ali no fundo. No mesmo instante, a porta fechou-se. De nada adiantava debater-se; estava preso ali.

Havia trocado a sua liberdade por um punhado de minhocas!

Satanás também está oferecendo, nos dias atuais, atraentes e sedutoras delícias mundanas, visando prender, nas suas garras, crentes frios, que não hesitam em negociar o seu “direito de primogenitura”!

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. (Mateus 26. 41)