Corrupção

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30/04/2018

O Brasil teve uma forte piora no ranking que avalia a percepção da corrupção no mundo divulgado em fevereiro pela Transparência Internacional.

O país caiu 17 posições em comparação ao ano anterior e ocupa o lugar 96 na lista de 2017, que avaliou a corrupção do setor público em 180 países.

Na escala que vai de zero (mais corrupto) a 100 (menos corrupto), o Brasil aparece com 37 pontos, 3 a menos que em 2016.

O país também se encontra na pior situação dos últimos 5 anos. Atualmente, divide a posição 96 com Colômbia, Indonésia, Panamá, Peru, Tailândia e Zâmbia. E fica atrás de países como Timor Leste, Sri Lanka, Burkina Faso, Ruanda e Arábia Saudita.

Desde 2014, o índice de percepção da corrupção vem piorando no Brasil, que também deteriorou sua posição relativa a outras nações em desenvolvimento, como, por exemplo, os Brics. O país está agora à frente apenas da Rússia, que alcançou 29 pontos.
Segundo a avaliação da Transparência Internacional, a trajetória de queda observada nos últimos anos pode ser explicada pelos efeitos da Lava Jato e outras grandes operações que mostram um esforço em enfrentar o problema.

Fonte: El País

 

Entrevista com um dos líderes do Movimento Mude, Fábio Oliveira. Confira:

 

Enem foi usado por mais de 1,2 mil brasileiros para estudar em Portugal

As notas do Exame Nacional do Ensino Médio foram utilizadas por mais de 1200 brasileiros para ingressar em instituições de educação superior portuguesas.

Os dados são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. De acordo com o Inep, é o primeiro levantamento do tipo.

Com data de abril de 2018, a pesquisa considerou 23 das 29 instituições portuguesas com as quais há acordos de cooperação firmados. 6 instituições ainda não consolidaram os dados de seleção com nota do Enem.

A Universidade do Porto tem 316 estudantes brasileiros. Ela é parceira desde março de 2016. Na sequência, a Universidade do Algarve tem 308 estudantes, sendo parceira desde setembro de 2014.

Fonte: G1

 

Suborno, Corrupção, Hipocrisia

O profeta Habacuque que viveu cerca de seiscentos anos antes de Cristo, defrontou-se com uma situação muito parecida com a que vivemos em nosso país: impunidade diante da violência em todas as suas formas, injustiças, corrupção, suborno institucionalizado e atos ilícitos em geral praticados por autoridades civis, policiais e religiosas. A sensação de que Deus estava indiferente a fatos semelhantes ao acima descritos, levou o profeta a gritar: “Até quando, Senhor, clamarei por socorro sem que tu me ouças? Até quando gritarei a Ti: “Violência”, sem que tragas salvação?

O profeta Oséias reclama: “Só se veem maldição, mentiras e assassinatos, roubo e mais roubo, adultério e mais adultério; ultrapassam todos os limites”.

As Sagradas Escrituras estão repletas de advertências divinas aos sagazes, aos espertos que praticam atos desonestos, sonegando, ajudando políticos desonestos através das conhecidas “doações de campanha”, naturalmente visando obter vantagens no futuro. Através da Bíblia o povo de Deus é advertido quanto aos perigos das trapaças: “Ai daquele que acumula bens roubados, e enriquece mediante extorsão! Ai daquele que obtém lucros injustos para a sua casa… Até quando continuará assim?”.

Conhecendo o impacto da prosperidade dos trapaceiros e que se julgam espertos, assim nos diz o Senhor: “Não se aborreça por causa dos homens maus e não tenhas inveja dos perversos; pois como o capim logo secarão, como a relva verde logo murcharão. Entregue o seu caminho ao senhor, confie nele, e ele agirá; ele deixará claro como a alvorada que você é justo”.

Diante de tantos desvios morais e éticos, qual deve ser o comportamento dos verdadeiramente cristãos? Silenciar e deixar tudo por conta de Deus? Claro que não!

Medite sobre o que disso Martin Luther King: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons”.

Por: Reverendo Enoc Teixeira Wenceslau