Consumo de cosméticos

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02/11/2017 – FIQUE POR DENTRO

Em tempos de recessão, os consumidores reduzem os seus gastos em todos os tipos de bens, desde comida até moradia. No entanto, o mercado de cosméticos parece fugir às regras e ser mais forte frente à turbulência.

Em 5 anos, o consumo de produtos de higiene pessoal e cosméticos infantis no Brasil cresceu 45,6 por cento, alcançando bons resultados mesmo em meio à crise econômica. De acordo com dados da consultoria Euromonitor, o segmento passou de vendas anuais de 2,7 bilhões de reais em 2011 para 3,9 bilhões em 2016.

Segundo dados do IBGE, o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos responde por 1,8 por cento do PIB brasileiro. Para se ter uma ideia da importância do Brasil para o setor: o país responde por 2,8 por cento da população mundial e 9,4 por cento do consumo mundial.


Entrevista com o diretor da Associação Brasileira de Cosmetologia, Jefferson Santos. Ele fala sobre o consumo de cosméticos. Confira

 


Em Porto Alegre, epidemia de tuberculose afeta moradores de rua

Sem acessos a banheiros para higiene e vivendo em locais insalubres, a população em situação de rua de Porto Alegre é a que mais concentra casos de tuberculose na cidade. Segundo um relatório da Vigilância Epidemiológica da capital gaúcha, 2016 foram identificados mais de 2 mil moradores de rua e 111 casos novos de tuberculose nessa população.

A incidência entre os moradores de rua é 65 vezes maior do que na população geral da cidade. Segundo o boletim do Ministério da Saúde divulgado neste ano, a capital gaúcha tem 80 casos de tuberculose a cada 100 mil habitantes, ocupando o 4º lugar entre as capitais com mais incidência da doença, atrás de Manaus, Recife e Rio de Janeiro.

Se para moradores de rua a tuberculose é uma epidemia, com mais risco de contágio, para a população geral da capital a doença significa uma endemia porque não está erradicada.


Para que servem os partidos políticos?
O Brasil vive um momento político bastante intenso desde meados de 2013. Com a saída da população às ruas para protestar, a falta de pauta e de direcionamento nas demandas fez com que os movimentos perdessem força.

Entre 2014 e 2015, novas ondas de protestos tornaram as ruas do país e, novamente, a grande quantidade de demandas, o fim da corrupção, o impeachment da presidente, a prisão do ex-presidente, intervenção militar e outros.

Segundo a Constituição Federal de 1988. Encontramos escrito em seu Artigo, em um parágrafo único que “Todo poder emana do povo que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

Logo, verificamos que, do ponto de vista jurídico, a própria Constituição determina que o Brasil tenha uma democracia representativa, cabendo ao povo exercer sua soberania ao escolher seus representantes e, em alguns casos, decidir de forma direta sobre os rumos da produção legislativa e da formulação e execução das políticas públicas.

Por tanto, os partidos políticos são importantes, pois, representam a população. Além disso, os instrumentos de articulação entre as pautas da sociedade e dos governantes; traduzem a preferência da população em políticas públicas e canalizam a vontade do povo, afastando o caos da vida das pessoas.


Imagens

Porque você me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram (João 20.29).

A história da criação, no início do livro de Gênesis, relata que Deus fez o homem à sua imagem, isto é, parecido com ele. O Salmo 8 diz algo semelhante. Por causa disso, acabamos “devolvendo a bola” e ficamos imaginando Deus parecido conosco.

A imagem mais vulgar que produzimos, então, é aquela famosa figura do velho de barbas brancas, mas há também maneiras mais refinadas. A Bíblia não chama Deus de Pai? Pois então, muita gente imagina Deus parecido com o seu próprio pai, e se este infelizmente for alguém cheio de defeitos, imagina-se Deus também assim, e aí fica difícil confiar nele e amá-lo.

Deus nos proíbe de fazer uma imagem sua – não só em pinturas e esculturas, mas antes de tudo na nossa cabeça. Sabe por quê? Porque tudo aquilo que imaginarmos de Deus será deformado e muito menor que ele. O pior é quando a imagem que criamos é a de algum animal – aí Deus fica menor até mesmo que nós. Além de ser uma ofensa ao Criador, é uma enorme tolice. Se eu mesmo não dou conta da minha vida, algum animal vai fazê-lo?

Confiar em Deus sem tentar imaginá-lo mantém as portas abertas para todas as surpresas que ele tem para nós, justamente por ser muito maior e cheio de recursos do que conseguimos pensar.

Mas deixar de ter uma imagem de Deus também não quer dizer que ele seja algo distante e nebuloso. Ele veio ao encontro da nossa imaginação até onde necessitamos disso: um pouco do que ele é – justamente aquele pouco que é vital para nós – ele nos disse e mostrou que ele é amor, e esse amor ele tornou bem visível em seu Filho Jesus Cristo e seu sacrifício em nosso favor.

Portanto, continue não imaginando Deus. Seu amor você não precisa imaginar, porque ficou bem visível, e tudo o mais você não conseguirá imaginar, porque sempre haverá algo mais. Faça melhor: dê-lhe graças, adore-o e confie nele.

Por: Roland Korber