Como escrever bem

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24/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

Escrever não é coisa fácil e tem gente por aí que não consegue colocar ideias no papel. A revista Time publicou um artigo com conselhos de Steven Pinker , psicólogo, linguista e escritor, que trabalha na Universidade de Harvard e que está entre os 100 melhores psicólogos da atualidade. Pinker listou alguns exercícios simples que, com certeza, vão melhorar a qualidade do que quer que você queira escrever.

Seja visual e direto: Um terço do cérebro humano trabalha com a visão, por isso é fundamental fazer com que o leitor realmente visualize o que você está escrevendo.

Dominar um assunto não é necessariamente uma coisa boa: Quando você tem um alto nível de conhecimento sobre determinado assunto, você pode acabar achando que aquilo é tão óbvio que, na hora de escrever sobre, acaba deixando algum detalhe importante de lado.

Vá direto ao ponto: Textos jornalísticos mais tradicionais são construídos com base em um esquema chamado lide, que nada mais é do que a prática de oferecer as informações principais logo no início.

Entenda que a linguagem evolui: Não quer dizer que você deva fazer um texto cheio de gírias em uma redação, mas você também não precisa ser muito tradicional.

Para escrever, é preciso ler: Para escrever um bom texto é preciso ler bons textos.

Revise: Não espere que seu texto fique bom logo na primeira tentativa, isso raramente acontece. É importante sempre reler o que você mesmo escreveu


Entrevista com o professor de português, Dílson Catarino. Ele fala sobre como escrever bem. Confira:

 

MEC faz empréstimo de 800 milhões de reais para financiar reforma do ensino médio

O Ministério da Educação, o MEC foi autorizado pelo Ministério do Planejamento a pedir um empréstimo de até 800 milhões de reais para financiar a reforma do ensino médio. O empréstimo será feito junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento.

Em nota, o MEC afirmou que as tratativas do empréstimo começaram em março, quando o ministro da Educação, Mendonça Filho, esteve nos Estados Unidos. Os cerca de 800 milhões de reais poderão ser financiados em até 5 anos, e quase 90 por cento do valor deverá ser usado pelo MEC para apoiar as secretarias estaduais de Educação na implantação do novo ensino médio.

A reforma, apresentada pelo MEC em setembro do ano passado, prevê o aumento da carga horária do ensino médio e a mudança da grade curricular, com a instituição de um mínimo de currículo obrigatório a todos os estudantes, e os chamados “itinerários formativos”, onde as escolas poderão oferecer currículos específicos de 5 áreas diferentes.



Assim caminha a igreja

Nosso olhar da igreja é quase sempre um olhar inocente, purista e, principalmente, idealista. Temos saudades de uma igreja que nunca existiu e nunca existirá. Temos sonhos de pertencermos a uma igreja tipo “jardim do paraíso” e, por isso, nos frustramos com a nossa congregação. Almejamos a igreja ideal, quando possuímos apenas a real.

Somos imperfeitos, falhos, pecadores, indolentes, fracassados em muitas áreas da vida. Todavia, quando pensamos na igreja, queremos uma igreja boa, santa, justa, perfeita, pura e correta em todas as ações. Queremos uma igreja que ora, evangeliza, faz missão, jejua, prega, visita e tantas outras coisas mais. Não somos nada disso, mas queremos isso.

Não existe nada mais fatal para uma igreja do que esse olhar, pois é um olhar que não leva em consideração a pecaminosidade e fragilidade do ser humano, pois, mesmo salva e resgatada pela graça de Deus, a pessoa continua dizendo como o apóstolo Paulo: “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Ele vai mais além quando afirma: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Rm 7.19).

Entre a igreja do “jardim do paraíso” e a igreja “terrena” há um grande abismo de separação. A igreja não é o que ela será na eternidade. Hoje ela é imperfeita, impura e cheia de defeitos. A igreja é isso e não há como negar essa realidade.

Todavia, num outro olhar, a igreja não será o que ela é hoje. Ela caminha para ser santa, pura, sem defeitos, sem manchas. Este é o olhar de Paulo em Efésios 5.25-27. Creio que é por isso que ele não desistia da missão. Ele via a igreja com dois olhares: o olhar da eternidade e olhar do aqui e agora. A igreja faz parte destes dois mundos.

Assim caminha a igreja, assim caminha você, assim caminhamos nós. Às vezes, andamos nos vales sombrios da dor, do pecado, da miséria. Às vezes andamos nas nuvens, nas vitórias, na glória.

O melhor olhar para ver a igreja é o olhar que parte dos olhos de alguém que, salvo pela graça de Deus, continua aberto aos processos de modelagem do Criador (Fp 1.6). Enquanto não chegar aquele dia final, não desista da igreja de Cristo.

Por: Antônio Carlos Barro