Comida caseira

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22/03/2017

 Não é de hoje que a correria faz parte da rotina das pessoas em todo o mundo. Essa pauta está em alta há anos, e uma das principais preocupações da sociedade diante dessa realidade é com a alimentação, já que a falta de tempo faz com que a maioria das pessoas busque a praticidade dos fast-foods e dos alimentos industrializados.

Com forte influência europeia, africana e indígena, a cozinha brasileira é uma das mais ricas do mundo em combinações e variedade de alimentos. A vasta opção de pratos e o fácil acesso a praticamente todo tipo de produto permitem que a tradição gastronômica do país seja muito nutritiva.

 


Com a nutricionista, Danielle Andrade. Ela fala sobre comida caseira

 

Pesquisa mostra riqueza nutricional do bagaço de frutas cítricas

100 gramas de resíduos secos, como são chamados cientificamente os bagaços, fornecem até 83% da ingestão diária recomendada de cálcio, ferro e magnésio. É o que revela uma pesquisa divulgada hoje pela Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp do interior de São Paulo.

O bagaço de frutas cítricas, em especial da laranja pera, limão taiti e limão siciliano, fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Segundo o estudo, é possível absorver parte significativa das quantidades diárias desses 3 nutrientes apenas com essa quantidade de bagaço.

O bagaço ainda é inutilizado na alimentação humana. E isso ocorre num país em que a produção anual de laranjas e limões é superior a 19 milhões de toneladas, 30% da produção mundial. E a maior parte disso, cerca de 80%, é destinada à extração de sucos, o que consequentemente gera bagaço. No entanto, o destino de todo esse resíduo é o lixo.

 

Exército Republicano Irlandês, IRA

Martin McGuinness, ex-vice-primeiro-ministro da Irlanda do Norte e antigo comandante do Exército Republicano Irlandês, o IRA, morreu aos 66 anos, nesta terça-feira.

Originado no ano de 1919, o Exército Republicano Irlandês, mais conhecido como IRA, foi um grupo paramilitar católico e reintegralista, que pretendia separar a Irlanda do Norte do Reino Unido e reanexar-se à República da Irlanda.

O grupo recorreu a métodos terroristas, principalmente ataques bombistas e emboscadas com armas de fogo, e tinha como alvos tradicionais protestantes, políticos e representantes do governo britânico.

A principal razão pela qual o IRA lutava era a igualdade religiosa, visto que 65% da população norte-irlandesa era protestante e o pouco que restava, católica, o que fazia com que houvesse desigualdade e preconceito entre as religiões. Como os protestantes eram maioria, decidiam candidaturas políticas e plebiscitos, entre outros, impedindo que a vontade católica se manifestasse.

 

O Vírus de Verdi

Da vida do compositor de óperas Giuseppe Verdi há uma história de uma noite em que ele realizou um recital de piano no teatro Scala, em Milão, Itália. Depois da peça final a plateia calorosa exigiu bis. Verdi, ávido por aplausos, escolheu uma composição sonora e espalhafatosa, que ele sabia que emocionaria o público, embora fosse, artisticamente falando, de qualidade inferior.

Quando terminou, a plateia se levantou em estrondeante aprovação. Verdi desfrutava os prolongados aplausos, quando viu na galeria seu mentor de longa data, que sabia exatamente o que ele acabara de fazer. O mentor não se levantou e nem aplaudiu. Seu rosto estampava uma expressão de frustrado desapontamento. Verdi quase podia ouvi-lo dizer: Verdi, Verdi, como pode fazer isso?

Poderíamos chamar a isso de vírus de Verdi desejo de controlar, necessidade de aprovação. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche descreveu isto assim: Sempre que escalo um degrau na vida, sou seguido por um cão chamado ego.  O ego infla quando regado por louvor. Ávido por poder e sucesso, jamais se satisfaz, não importa o quanto receba dessas coisas.

Como evitar as armadilhas do orgulho e do egocentrismo? Considere a lição de 1 Pedro 5.5-6: Sejam todos humildes, uns para com os outros, porque Deus Se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes. Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que Ele os exalte no tempo devido.

Texto de Robert Foster (adaptado)