Cirurgia Plástica

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09/07/2018

Na contramão da crise que atinge diversos setores, um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica aponta que essas operações seguem de vento em popa em nosso país. Em comparação ao ano de 2014, quando o último documento foi publicado, as intervenções para fins reconstrutores ou puramente estéticos avançaram 23% e 8%, respectivamente.

Outro destaque do censo 2016 da SBCP é o crescimento da busca por alternativas menos invasivas, como a aplicação de botox e preenchimentos em geral. Esse tipo de intervenção aumentou incríveis 390% em dois anos, representando 47,5% dos procedimentos. Em 2014, o percentual não passava de 17,4%.

Implante de silicone nos seios, lipoaspiração, abdominoplastia, cirurgia para levantar os peitos e mamoplastia redutora encabeçam, nessa ordem, a lista de intervenções estéticas que mais fazem sucesso nos consultórios.

Já no ranking das cirurgias reconstrutoras aparecem, nas três primeiras colocações, a para corrigir traços do câncer de pele, a pós-bariátrica (para retirar o excesso de pele) e a reconstrução mamária.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica faz um alerta: existem “12 mil pessoas sem qualificação realizando cirurgias plásticas no Brasil, o que coloca seus pacientes em risco de deformidades, erros irreversíveis e até morte”.

A pesquisa foi feita com dados de mil 218 membros da SBCP.

Fonte: saude.abril.com.br

 


Entrevista com o cirurgião plástico Marco Cassol. Confira:

 

Brasil gasta 6% do PIB em educação, mas desempenho escolar é ruim

O Brasil gasta anualmente em educação pública cerca de 6% do Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos aqui. Esse valor é superior à média de 5,5% dos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. No entanto, o Brasil vai mal em avaliações internacionais de desempenho escolar, ainda que existam casos de sucesso nas esferas estadual e municipal.

A avaliação é da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. Segundo um relatório, o gasto brasileiro também supera países como a Argentina, Colômbia, Chile, México e os Estados Unidos. O documento mostra ainda que a despesa federal em educação quase dobrou, passando de 4,7 para 8,3% no período de 2008 a 2017. O problema no Brasil, de acordo com o relatório, não está no volume dos gastos, mas na necessidade de aprimoramento de políticas e processos educacionais.

 


Mudança pela renovação da mente

Quase todos nós temos algo que gostaríamos de mudar em nós mesmos, no nosso trabalho, nos relacionamentos ou nas ações e hábitos diários. Para mudar nossa vida, entretanto, é preciso mudar primeiro a forma como pensamos. Por trás de tudo quanto fazemos está um pensamento. Todo comportamento é motivado por uma crença. E cada ação é induzida por uma atitude.

Ouvindo os gurus dos tempos modernos falam sobre isso pode parecer que se trata de uma descoberta surpreendente. Mas Deus revelou essa verdade milhares de anos antes que psicólogos a compreendessem: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos” (Provérbios 4.23).

Para ilustrar, imagine-se num lago navegando em uma lancha, cujo piloto automático o está levando para leste. E você decidiu reverter o curso e rumar para oeste. Haverá duas maneiras possíveis para fazer isso. Uma, agarrando o leme e fisicamente forçar a lancha a ir em direção oposta; usando força você poderia superar o piloto automático, apesar de contínua resistência. Seus braços ficarão cansados e acabarão tendo que soltar o leme e a lancha voltaria instantaneamente para leste. A mudança será apenas temporária. Ao deixar de forçar a mudança, tudo voltará ao que era antes.

É o que acontece quando tentamos mudar nossa vida pela força da vontade. Dizemos a nós mesmos: “Vou me obrigar a… comer menos; parar de fumar; deixar de ser desorganizado; de me atrasar; não responder irritadamente quando estou sob pressão”… Força de vontade produz mudanças de curta duração e cria estresse interno constante, porque não lidamos com a raiz das causas daquilo que pretendemos mudar. Fazer mudanças não parece ser natural, exigindo muito esforço e força de vontade. E assim, desistimos e deixamos pra lá a dieta, acendemos outro cigarro, chegamos atrasados para reunião importante e reagimos com irritabilidade despropositada.

Mudanças devem começar na mente. A maneira como pensamos determina como nos sentimos e isso influencia nossas ações, o que significa que “é preciso haver uma renovação espiritual de nossos pensamentos e atitudes” (Efésios 4:23-tradução livre).

Mude o modo de pensar. Mude sua maneira de pensar sobre Deus, sobre você mesmo, sobre o pecado, sobre outras pessoas, a vida, seu futuro. Tudo enfim. Adote a perspectiva de Cristo a respeito da vida, seguindo-O!

Por: Rick Warren (Adaptado)