Cinema Brasileiro

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04/11/2016

Ainda que tenha gente que torça o nariz para a filmografia brasileira, não podemos negar que o nosso país tem uma gama imensa de ótimos filmes. Para homenagear o cinema nacional amanhã comemora-se o Dia do Cinema Brasileiro.

Vamos relembrar alguns filmes marcantes feitos em nosso país:

Lisbela e o Prisioneiro, Central do Brasil, O Auto da Compadecida, Que Horas Ela Volta, O Ano que Meus Pais Saíram de Casa, Tropa de Elite, Deus e o Diabo na Terra do Sol, O Pagador de Promessas, Cidade de Deus, Carandiru, Dona Flor e Seus Dois Maridos, Olga e muitos outros!

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Entrevista com crítico, Franthiesco Ballerini. Ele fala sobre o cinema brasileiro

 

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Muito Além dos Pixels

Por ter desfrutado de uma bem-sucedida carreira em fotografia, o que consome a maior parte das horas que passo acordado, frequentemente me descubro com uma visão do trabalho e da vida cotidiana da perspectiva de um fotógrafo, como por exemplo, a fixação por pixels, ou megapixels, padrão de medida da fotografia digital.

Comprei recentemente um novo smartphone, despedindo-me do antigo aparelho que durou quase três anos, o que é considerado tempo de vida bem longo para um telefone celular nos nossos dias. Um dos atrativos de venda para esse novo fone é sua câmera de 14 megapixels. Já existe alguém anunciando uma câmera de 41 megapixels. Isto é impressionante, mas como fotógrafo profissional entendo que é um erro confundir o número de pixels do sensor da câmera com sua qualidade.

A fotografia digital se tornou séria ameaça para o filme fotográfico no momento em que câmeras de um megapixel se tornaram disponíveis. Desde então o número de megapixels, que afeta a nitidez e detalhes de uma imagem fotográfica, tem aumentado grandemente. Hoje, mesmo câmeras profissionais de oito megapixels, podem produzir resultados impressionantes quando ampliados para tamanhos maiores.

Entretanto, outros fatores também afetam a qualidade da fotografia: as lentes usadas e os equipamentos eletrônicos envolvidos influenciam muito mais a qualidade da imagem do que o número de megapixels. Ainda mais significativas são a habilidade e a experiência do fotógrafo. Mesmo com o melhor equipamento, uma pessoa com senso deficiente de composição fotográfica ou julgamento artístico ruim, não vai produzir fotos que capturem nossa atenção.

Mesmo que obtenhamos a tecnologia mais avançada disponível, se não produzirmos um trabalho com excelência, deixarmos de cumprir os prazos prometidos e tratarmos mal os clientes, nossa empresa terá problemas. Por isso achei os princípios contidos na Bíblia tão significativos. Provérbios 22.29 afirma que trabalho de alta qualidade não passa desapercebido: “Você já observou um homem habilidoso em seu trabalho? Será promovido ao serviço real; não trabalhará para gente obscura”.

Em outra passagem, Lucas 6.31, Jesus nos lembra que a melhor maneira de tratar aqueles com quem nos relacionamos nos negócios é lhes fazer o que gostaríamos que eles nos fizessem: “Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles”.

A qualidade do que produzimos e o serviço que prestamos são mais relevantes do que alardear que temos a tecnologia mais avançada.

Por Jim Mathis

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Para especialistas, churrasco é vilão do aquecimento global

 A picanha, a fraldinha e a maminha, bem salgadas, feitas na brasa, símbolos de um bom churrasco, estão se tornando inimigas do clima. É que a carne, desde a criação do gado até a mesa do brasileiro, é responsável pela liberação de grande quantidade de gases que causam o aquecimento global, segundo o Observatório do Clima.

Os impactos causados pela agropecuária são responsáveis por 69% das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. Estão incluídos na conta poluentes decorrentes do processo digestivo e dejetos de rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento.

De acordo com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, somente o gado de corte é responsável por 65% das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária. O Brasil tem um dos maiores rebanhos do mundo, cerca de 200 milhões de animais, o que agrava o problema.

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Museu Estadual de Rondônia

O Museu Estadual de Rondônia, conhecido como MERO, foi criado em novembro de 1964. O Museu abriga coleções de grande importância científica, cultural e social. Com a missão de conservar, preservar e divulgar elementos pré-históricos e históricos que compõem o seu acervo e que contam o passado desta região.

Possui um acervo com exemplares fósseis de animais e vegetais, sendo esta a maior coleção em diversidade de espécies fósseis do Estado, com aproximadamente 120 espécimes catalogados. Contém também em suas dependências artefatos arqueológicos, com um total de 921 peças que indicam a trajetória de ocupação do sudoeste Amazônico, ao longo do rio Madeira e seus tributários e formadores.

O Museu Estadual de Rondônia fica na Avenida 7 de Setembro, 2 em Nossa Senhora das Graças, Porto Velho. Mais informações: (69) 32-16-73-01.