Churrasco

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14/12/2018 – FIQUE POR DENTRO

Ah, o churrasco! Um dos queridinhos dos brasileiros. O grande amor da gastronomia para quem mora no sul do país. Não há quem resista a uma boa carne assada na brasa. As formas de fazer churrasco são variadas. Espetinho, no fogo de chão, na churrasqueira, com vários tipos de carne e temperos. Depende do gosto de quem será o “assador” da vez e também de quem vai comer.

O churrasco surgiu no Brasil, por volta do século 17, com os tropeiros, que viajavam a negócio para o sul. Nessas viagens, o gado era, inicialmente, usado como meio de transporte. Com o tempo, os tropeiros perceberam que o animal poderia ser uma boa fonte de alimento, que sempre proporcionaria carne fresca. Bastava fazer o corte do animal, preparar uma fogueira, temperar com sal grosso (que era utilizado para alimentar os animais) e depois matar a fome. Nas áreas de pampas – extensa região de pastagem – foi onde o churrasco ganhou mais fama.

A prática se tornou comum entre os tropeiros e, aos poucos, foi se tornando conhecida e muito apreciada. Originalmente, o churrasco é feito apenas com carne de gado e temperada com sal grosso, porém, a criatividade dos brasileiros inovou até mesmo o churrasco. Hoje, os churrascos são acompanhados de carne suína, aves, pão de alho, linguiça, coração de galinha e até legumes. Além claro, dos temperos, que foram variados: sal temperado, alho, ervas finas, limão, entre outras diversas opções. O churrasco também faz sucesso com turistas, e já existem churrascarias abertas em muitos países pelo mundo.

Algumas curiosidades. Os acompanhamentos mais tradicionais para o churrasco gaúcho são arroz carreteiro, feijão tropeiro e maionese de batatas. Cada carne possui um tempo e modo diferente para ser assada. No Rio Grande do Sul, as rodas de chimarrão fazem parte do churrasco. Por abrir o apetite, o mate é degustado antes da carne.

Fonte: drcurioso.com.br

 

Entrevista com o churrasqueiro gaúcho Fernando Schimanoski, campeão do BBQ Brasil 2017, programa do SBT. Confira:

 

Ópera oratório sobre o nascimento de Jesus Cristo estreia no Brasil

O Theatro Municipal de São Paulo recebe nesta sexta-feira (14/12), às 8 da noite, e no sábado (15/12), às 4 e meia da tarde, a estreia nacional de El Niño. A ópera oratório do compositor americano John Adams será apresentada em formato de concerto. A peça inova ao contar a história do nascimento de Jesus Cristo de maneira não convencional: a partir da perspectiva da mãe, Maria. A obra é uma das mais importantes do compositor e será executada pela primeira vez no Brasil com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, o Coro Lírico, o Coral Infantojuvenil da Escola Municipal de Música e mais cinco solistas, todos sob a regência do maestro Roberto Minczuk.

Baseado no nascimento da “criança” – El Niño -, conta a história bíblica do Natal em duas partes. A primeira metade se concentra em Maria, antes do nascimento de Jesus; e a segunda metade retrata as consequências do nascimento, o massacre do rei Herodes e o início da vida da criança. A obra possui uma força rítmica e melódica, característica da música moderna de John Adams, e apresenta também elementos raros, como a presença de três contratenores, segundo Minczuk, “uma coisa pouco usual, mas muito interessante”.

A peça traz citações que vão do sermão de natal de Martinho Lutero ao evangelho de Lucas. A opera tem duração de 140 minutos. É sugerida para maiores de 7 anos. Os ingressos são vendidos a 12, 30 e 40 reais. O Theatro Municipal de São Paulo fica na Praça Ramos de Azevedo, sem número, na capital. Mais informações no site theatromunicipal.org.br.

Fontes: theatromunicipal.org.br e dicadeteatro.com.br

 

Espinho na carne

Infelizmente o ser humano não está preparado para perder. Faz parte de nossa natureza querermos ganhar.

Queremos falar a respeito de outra perda. A perda que dói no corpo, não apenas na alma. Aquela que deixa marcas e cicatrizes reais. As perdas provocadas por mutilações, cirurgias, acidentes, que deixam sequelas físicas. Quantas pessoas, de um dia para o outro, passam a ter que conviver com um novo rosto marcado por cicatrizes provocadas por acidentes? Quantos passam a apresentar alguma deformidade visível ou que compromete o caminhar?

Em meio a isso tudo, como enfrentar uma perda física? O primeiro sentimento que surge é o de revolta. “Por que Deus permitiu isso, por que justo eu?” Inevitável pergunta.

Em primeiro lugar é preciso agradecer a Deus por ainda estar vivo. Em seguida, é preciso lembrar que muitas pessoas venceram na vida enfrentando suas adversidades. Beethoven compôs suas principais sinfonias quando já estava surdo. O Aleijadinho esculpiu suas obras de arte usando os pés. Roosevelt presidiu os Estados Unidos em uma cadeira de rodas, durante a Segunda Guerra Mundial. Estes são apenas alguns dos exemplos de milhares de pessoas que têm seguido suas vidas, mesmo tendo sofrido perdas físicas.

Deixe de se lamentar pelas perdas físicas e prossiga a jornada maravilhosa que é a vida. Apegue-se ao Senhor, entregue-lhe o fardo da perda e sinta o alívio que só ele pode proporcionar.

É um desafio, é difícil. Mas vale a pena. Só assim você poderá vencer os traumas gerados pelas perdas físicas.

“ …Foi-me dado um espinho na carne (…) Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele disse: ‘Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.’” Segunda carta aos Coríntios 12.9.