Cérebro

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04/07/2018

Ela está nas manchetes dos jornais, na Bíblia. Acompanhando o homem em sua trajetória pela Terra, a corrupção continua atualíssima e, se na Antiguidade clássica intrigava filósofos como Aristóteles, hoje é estudada por cientistas, que tentam encontrar, no cérebro, os mecanismos associados à desonestidade.

Corrupção não é só subornar ou tomar para si o que não lhe pertence. Trata-se de “depravação de hábitos, costumes”, refere-se à devassidão moral. Ao investigar a fisiologia do corrupto, as pesquisas debruçam-se tanto sobre sociopatas que prejudicam os outros sem sentir o menor remorso quanto sobre o cidadão comum, dito “de bem”, que, contudo, é capaz de aproveitar o quebra-quebra em uma manifestação de rua para saquear o supermercado.

Não que o cérebro seja o “culpado” pela desonestidade. É quase o contrário disso. O que os estudos mostram é como o comportamento imoral vai moldando o cérebro, até que ele se acostume a burlar as regras. Isso os cientistas já conseguiram visualizar em exames de imagem como ressonância magnética funcional.

O cérebro se adapta à desonestidade, afirma o psiquiatra Pedro Antônio Schmidt, pesquisador do Instituto do Cérebro da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Daí a importância de frear o comportamento desonesto, observam especialistas.

O cérebro é o “computador central” de nosso corpo. Fica dentro da caixa craniana e faz parte do sistema nervoso, para onde convergem as informações que recebemos. Ele representa apenas 2% da nossa massa corporal, mas consome mais de 20% do oxigênio. O cérebro controla as ações motoras, integra os estímulos sensoriais e as atividades neurológicas, como a memória e a fala.

É formado por duas metades chamadas de hemisférios. A metade esquerda controla o lado oposto do organismo, ou seja, a ordem dos movimentos dirigidos para o lado direito partem do hemisfério esquerdo. Se o hemisfério dominante é o lado direito do cérebro a pessoa será canhota.

O hemisfério direito é que nos confere a capacidade de reconhecer rostos e objetos. Já o lado esquerdo do cérebro controla nossa capacidade de leitura e escrita, assim como nos permite identificar regras gramaticais.

Fontes: correiobraziliense.com.br e todamateria.com.br

 

Entrevista com Caio Ribeiro de Mello. Ele é especialista em ginástica para o cérebro e o responsável pela unidade do Método SUPERA São Paulo. Confira:

 

Adesivo para tratamento de Alzheimer já está disponível no SUS

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no Sistema Único de Saúde. O remédio, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é oferecido em forma de adesivo transdérmico. A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do medicamento se dá ao longo do dia e, por isso, tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose. “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24 horas, impedindo aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela é metabolizada.” Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro. Prejudica funções como memória, atenção, orientação e linguagem. A doença não tem cura. No Brasil, estima-se que existam 1 milhão e 100 mil pessoas com Alzheimer.

Fonte:
G1

 

Boa Lembrança

Uma das razões pelas quais temos tantos problemas nesta vida é porque insistimos em esquecer as coisas que deveríamos lembrar e porque deliberadamente nos lembramos de coisas que deveríamos esquecer.

O que passou, passou. Não há nada mais que você possa fazer para apagar aquilo que aconteceu. Ninguém tem poder para voltar o relógio, porém, todos têm a capacidade de aprender com o que passou.

Seus erros passados não podem ser transformados em acertos no presente. No entanto, você pode aprender com o passado. Aprenda com seus erros. Lembre-se de como os cometeu. Traga à memória os passos que o levaram ao erro, ao pecado. Lembre-se, sobretudo, da maravilhosa graça de Deus, que continua sobre você mesmo com tantos erros.

Trazer à memória nossos erros não é exercício de culpa, mas de libertação. Em primeiro lugar, para reconhecermos que se não fosse a graça do Senhor, estaríamos perdidos. Em segundo lugar, porque ao recordar nossas falhas sabemos que Deus está conosco e quer nos ajudar para que não cometamos os mesmos erros novamente.