Bursite

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05/12/2018 – FIQUE POR DENTRO

Apesar de não existirem estatísticas sobre a bursite no Brasil, é consenso entre os profissionais de saúde de que se trata de um problema muito comum, mesmo em pessoas saudáveis. Ela pode afetar homens e mulheres, ativos ou sedentários, de qualquer faixa etária. “Bursa” em latim quer dizer “bolsa”. Por isso o nome “bursite”, ou seja, é um tipo de inflamação das bolsas presentes no aparelho musculoesquelético. Essas bolsas funcionam como amortecedores entre ossos, tendões e tecidos musculares. São cerca de 70 distribuídas por todo o nosso organismo.

A bursite aparece principalmente em decorrência de movimentos repetitivos e afeta ombros e outras articulações, como quadril, joelhos, tornozelos e cotovelos. Ela costuma provocar dor na região inflamada, que pode ou não ser acompanhada de inchaço, dificultando assim os movimentos normais no membro afetado.

A inflamação da bursa pode ser aguda ou crônica. No caso de bursite aguda, mais comum, existe geralmente apenas um local afetado. Já a bursite crônica, pode estar associada a doenças crônicas como artrite reumatoide, gota e outras.

A bursite, seja crônica, seja aguda, requer cuidados médicos. Em geral, o tratamento começa com medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos de uso oral. Quando esses remédios não conseguem acabar com a inflamação, pode ser necessária a aplicação local de medicamentos anti-inflamatórios ou até mesmo cirurgia para retirada da bursa. A remoção via bisturi é a última e rara opção terapêutica.

Fontes: saude.abril.com.br e hospitalsiriolibanes.org.br


Entrevista com a reumatologista Roberta Queiroz Graumam. Confira:

 

Maus hábitos podem prejudicar a sua coluna

Alguns hábitos são péssimos para a coluna e pescoço. Eles estão no nosso dia a dia, nas ruas. A atenção deve ser constante na hora de mexer no celular, assistir TV, dormir, carregar a bolsa, mochila. Com a postura correta você sobrecarrega menos os músculos e as articulações. E o pescoço agradece!

A forma que dormimos pode provocar dor nas costas, no pescoço… Dormir de bruços, por exemplo, não é bom. Dormir de lado é o melhor jeito. O recomendado é que a gente utilize um travesseiro de consistência firme, de forma que o pescoço fique alinhado com a coluna. Ele não pode ficar nem deitado demais, nem em pé demais. Isso vai causar dores na cervical.

Na hora de assistir TV também é preciso atenção. Nada de se jogar no sofá. O melhor é ficar de frente para o aparelho, com os pés no chão e o pescoço alinhado com a coluna. O mesmo cuidado vale na hora de usar o computador. O ideal é utilizar o apoio para o notebook. Na ausência do apoio, nós podemos utilizar um livro para que a linha dos olhos fique alinhada com a tela.

O alongamento é uma ótima ferramenta para melhorar a condição do nosso corpo, mas precisa ser usado de forma correta. A cervical saudável é aquela que se apresenta sem desgaste, com as articulações lubrificadas e sem nenhum ponto de compressão. Repetição de torcicolo pode ser um aviso de que há uma lesão.

Fraqueza muscular pode piorar a postura, que desencadeia dor e vira um círculo vicioso. A falta de musculatura pode piorar a postura e postura ruim dificulta a sustentação da coluna e do pescoço.

Fonte: G1

Sofrimento e seu benefício

“É Deus que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar aos que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus”.

Seguidamente é feita a difícil pergunta: “Por que as pessoas precisam sofrer?” Jesus sofreu e cada um de nós sofre também, mas ninguém como ele.

Não sabemos todas as respostas a esse porquê, mas uma delas certamente é de que a labuta humana com dor e sofrimento ajuda a moldar algumas das maiores virtudes do ser humano.

Através do sofrimento, muitas pessoas obtêm tais virtudes, como paciência, coragem, sacrifício próprio e compreensão.

Dificilmente há conhecimento sem dor e sofrimento.

Diante da crucificação de Jesus alguém poderia ter dito: “Se tão trágico fim é o resultado de uma vida boa, que esperança há então?”

Olhando para esse conhecimento hoje, vemos o benefício imensurável que proveio do sofrimento de Jesus.

Sem dúvida, Deus usa nosso sofrimento para alcançar o propósito divino, que nem sempre é compreendido claramente por nós.