Bom senso

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28/11/2016

Bom senso vai bem mais além do que simplesmente saber distinguir o certo do errado. É a capacidade de agir de forma coerente, sensata, prudente e inteligente em qualquer situação.

Uma pessoa que possui bom senso sempre pensa antes de falar ou agir. É a capacidade de saber fazer escolhas que são consideradas socialmente corretas. Uma pessoa de bom senso tem sensibilidade para perceber o que se passa a sua volta e enxerga melhor o que ocorre.

Bom senso nesse sentido passa a ser uma necessidade.

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Entrevista com o especialista em direitos do consumidor, Dori Boucault. Ele fala sobre endividamento com cartão de crédito

 

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Ouvir para uma vida melhor

“Não cesses de falar deste livro da lei;…” Josué 1.8 a

Ao encontrarmos uma pessoa logo pela manhã, dizemos “bom dia”. E quando estamos próximos sempre perguntamos: Tudo bem? Ou Como vai? Agora, nem sempre ouvimos a resposta, ou não prestamos atenção porque estamos apressados. Então por que perguntamos? Faz parte da “educação” ou é “cultural”? Todo mundo cumprimenta, todo mundo pergunta. E vamos confessar, não gostamos quando respondem ao nosso “bom dia” ou “como vai” e descarregam um caminhão de problemas em nossos sensíveis ouvidos.

Rubem Alves com muita propriedade disse que há muitas escolas que ensinam a falar, mas ele nunca viu uma que ensine a ouvir. O Senhor Jesus disse várias vezes: “Quem tem ouvidos, ouça…”. Deus Pai quando chamava a atenção para as Escrituras, no Antigo Testamento dizia: “Ouve, Israel…”.

Ouvir é fundamental. Quem não ouve, não deve falar. Quem não ouve, fala demais.

Esse verso nos mostra a importância que devemos dar ao “livro da lei”, ou seja, à Bíblia. Este imperativo é resumido por Jesus em Mateus 23.34 a 40 quando responde que o grande mandamento é “Amar a Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” e completa em grau de importância, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Amar a Deus e amar ao próximo, inclui ouvir o próximo.

Depois do verso acima, Deus fala a Josué, “antes, medita nele dia e noite,…”

Meditar no livro da Lei é meditar na palavra. Quem medita na palavra, fala melhor a palavra. Quem ama a palavra, medita na palavra. Meditar é refletir, considerar, estudar, pensar sobre, ponderar, prestar atenção e acrescento: ouvir.

Preste atenção no efeito instantâneo que há, quando ouvimos alguém se lamentando, reclamando ou desabafando uma dor, uma particularidade ou uma situação. Somente ouça, interessado. O resultado é surpreendente e faz um bem muito grande, para quem recebe a nossa atenção, ouvindo-o. Depois de ouvir, se você pode fazer algo, faça. Caso contrário, mostre-se solidário apenas com gestos, ou com um abraço. Pronto. Ao praticar este bem, você foi usado para que o dia desta pessoa seja melhor. Você foi obediente à palavra. Seu gesto foi nobre e colaborou na estatística celestial, apenas fazendo-se ouvinte.

Uma das formas de melhorar o relacionamento é ouvindo mais. Na oração, também é assim, ouça suas palavras. Medite nelas. “Meditar é a melhor ajuda para a memória”, disse Matthew Henry.

A meditação tem poder para digerir e transformar verdades em nutrientes que atingem nosso coração e nossa fé. “Meditação é a atividade de fazer voltar à mente, pensar de novo, deter-se e aplicar a si próprio as várias coisas conhecidas sobre as obras, caminhos, propósitos e promessas de Deus.” (J. I. Packer)

Ao ouvir alguém, muitas vezes estamos proporcionando uma vida melhor. Estar preparado para servir ao nosso Deus é antes de mais nada, ser um bom ouvinte e meditar na palavra de Deus.

Pr. Paulo Cirelli

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Procura por seguros educacionais cresce mais de 70%

De janeiro a agosto de 2016, a contratação de seguros educacionais, no Brasil, cresceu 75% em relação ao mesmo período do ano passado. O medo de ficar sem dinheiro pra honrar os compromissos aumentou a procura.

A oferta de seguro para garantir o pagamento de mensalidades em caso de desemprego ou morte do responsável financeiro é considerada legal. Mas, segundo o PROCON, o seguro deve ser uma opção dos pais ou alunos. A adesão não pode ser compulsória.

As empresas seguradoras que oferecem o ramo educacional já pagaram, até setembro deste ano, 24,4 milhões de reais em indenizações. É mais que o dobro do pago até setembro de 2015, quando as indenizações somaram 12,1 milhões.