Birra de crianças

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03/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

Quem nunca assistiu a uma birra ensurdecedora de uma criança em uma loja porque quer e tem de ter aquele brinquedo ou chocolate? E quem já olhou para baixo e a viu esperneando? Ou viu os pais tentando a todo custo controlar a situação?

De repente, aquele bebê que parecia tão quieto e tranquilo alguns meses atrás, grita, se joga no chão e provoca os mais diferentes sentimentos, da vergonha à raiva, passando pela vontade de rir. Lidar com a birra não é fácil, mas é inevitável.

Isso acontece porque as crianças ainda não têm maturidade suficiente para lidar com uma determinada frustração e acabam explodindo. Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos e aquela movimentação intensa difícil de conter.

Entrevista com a life coach, Luciane Cadan. Ela fala sobre a birra das crianças. Confira:

 

Plano Nacional de Educação cumpre só 20% das metas em 3 anos

Após 3 anos de vigência do Plano Nacional de Educação, o PNE, apenas 6 das 30 metas e estratégias que deveriam ter sido cumpridas até 2017 foram alcançadas. O balanço é do Observatório do PNE, uma plataforma formada por 24 organizações parceiras, coordenada pelo movimento Todos Pela Educação.

O Plano é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de 10 anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. As estratégias preveem aumento do investimento, melhorias em infraestrutura e valorização do professor. O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais 8 têm prazos intermediários, que já venceram. A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.

Na avaliação da presidente executiva do Todos Pela Educação, o principal entrave para o cumprimento do Plano é a falta de um projeto estratégico, a fim de estabelecer uma ordem de execução das metas. Para ela, os governos federal, estaduais e municipais deveriam ter traçado uma estratégia de execução para definir o que deve ser feito primeiro.

Confiança no piloto

Certo homem observou o menino sozinho, na sala de espera do aeroporto, aguardando seu voo.

Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando o homem puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o voo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.

Durante o voo, o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez com que a aeronave balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.

Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com aquilo tudo e perguntou ao menino:
– Você não está com medo?
– Não senhora, não tenho medo – ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.
E disse com um sorriso: – Meu pai é o piloto.

Existem situações durante nossa vida, que nos lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir seguros, em terra firme. Temos a sensação de que estamos pendurados no ar, sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiarmos e que nos sirva de socorro. Então, sempre que se sentir inseguro e em situação de perigo, lembre-se:
“O nosso Pai é o piloto”.

Apesar das circunstâncias, por piores que elas pareçam, lembre-se que nossa vida está nas mãos do Deus, que criou o céu e a terra. Ele está no controle de tudo, por isso não há o que temer. Quando nosso Pai é o piloto não tememos turbulências.

Este Deus é o nosso Deus para todo o sempre; ele será nosso guia até o fim”. (Salmos 48.14).