Biografias

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13/01/2016

Quando admiramos uma personalidade, sempre queremos saber um pouco mais sobre a pessoa? Uma boa pedida para isso é a leitura das biografias, sejam elas autorizadas ou não.

As biografias contam a história da vida de alguém com detalhes que jamais teríamos conhecimento se não fosse pela leitura delas. Com o poder de nos colocar presentes em determinados dias, cenas e situações, passamos a adquirir visões ricas e interessantíssimas do biografado. Além disso, passamos a refletir a respeito da nossa própria vida.

Entrevista com a Jornalista e escritora Regina

A melhor parte

Certo pregador descobriu que seus sermões andavam muito longos quando viu no primeiro banco, um garotinho ao lado da mãe, cada vez mais agitado, até que em certo ponto ouviu distintamente a criança cochichar alto para a mãe: – Mãe este é o único jeito de ir para o céu?”

Infelizmente para muitos de nós, coisas relacionadas a Deus acabaram por se tornar como eram para o garotinho: chatas e apenas parte do que tem de ser suportado para “ir para o céu”.

Lucas narra em seu evangelho, capítulo 10, nos versos de 38 a 42, que Jesus hospedou-se na casa de uma família, constituída entre outros por duas irmãs, Marta e Maria. A primeira, extremamente ativa, ao receber hóspede tão importante  quis oferecer-lhe o melhor. Trabalhou muito, correndo de um lado para outro buscando a perfeição.

Enquanto isto acontecia, Jesus assentou-se e começou a ensinar. Maria tranquilamente assentou-se também e ficou lá, curtindo a presença do hóspede e ouvindo seu ensino. Marta, como toda pessoa atarefada, não achou justo que sua irmã simplesmente a deixasse trabalhando só, e pediu a Jesus para interferir nesse “absurdo”. E Jesus, de fato, interferiu: “Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto pouco é necessário, ou mesmo uma só coisa; Maria pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.

A lição é óbvia: dentre as tantas coisas com que devemos ocupar nosso tempo e energias, não há nada mais importante do que conhecer a Jesus e seu ensino. Vivemos, entretanto, em uma sociedade de “Martas”, correndo de um lado para o outro e lembramos de Jesus no Natal (em meio à correria dos presentes), e talvez na Semana Santa (entre um ovo e outro). Alguns poucos se lembram quando tudo vai mal.

A distorção é tanta que falar em Jesus ou relacionar-se com ele virou “religião”, com aquele estigma de coisa maçante, quase insuportável, com que teremos de lidar mais cedo ou mais tarde para “ir para o céu”.

Jesus nos ensina que há uma parte melhor, que é estar a seus pés, ouvir sua Palavra, ter comunhão com ele. E isto definitivamente não é chato! É a melhor parte. Dê a si mesmo a chance de experimentar!

Crédito:  Miguel Herrera e Rolando Körber (adaptado)

Amazonas tem o maior desmatamento em 8 anos

Entre agosto de 2015 a julho de 2016, a Amazônia perdeu quase 8 mil quilômetros quadrados de floresta. Essa é a maior taxa desde 2008, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, o IPAM. O levantamento foi baseado em dados oficiais divulgados pelo governo federal no fim do ano passado. Segundo a entidade, o desmatamento equivale à derrubada de 128 campos de futebol por hora de floresta.

Os responsáveis pela devastação teve pouca variação em relação aos últimos anos: 35,4 por cento da derrubada ocorreu em propriedades privadas, 28,6 por cento em assentamentos, 24% em terras públicas não destinadas e áreas sem informação cadastral e 12% em unidades de conservação.

Museu Paranaense

O Museu Paranaense desenvolve estudos nas áreas da arqueologia, antropologia e história. Foi inaugurado em 1876, e conta com um acervo de 600 peças, entre objetos, artefatos indígenas, moedas, pedras, insetos, pássaros e borboletas.

No dia 24 de janeiro, o museu abrirá a exposição: GUFAN, o paranaense de 2 mil anos. Por meio das tecnologias de reconstrução digital e realidade virtual será possível revelar ao público o rosto deste antepassado que viveu 2 mil anos atrás nas proximidades de Prudentópolis, região central do Estado.

GUFAN era indígena. Ceramistas, seu povo, também, tinha vocação para produção agrícola e possuíam uma engenharia refinada de construções subterrâneas. A entrada é gratuita.

O Museu do Paranaense fica na Rua Kellers, 289 Curitiba. Mais informações: (41) 33-04-33-00.