Bandas

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17/10/2018 – FIQUE POR DENTRO

As primeiras bandas de música surgiram no Brasil ainda no século 18, no Rio de Janeiro. O grupo era formado por barbeiros – escravos em sua maioria – que tocavam fandangos, dobrados e quadrilhas em festas religiosas. Em 1831, foram criadas as bandas de música da Guarda Nacional, e esta arte se espalhou pelo país. Depois de 65 anos, Anacleto de Medeiros fundou a mais famosa de todas as bandas: a do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.

Foi a partir do século 20 que as bandas de música se transformam em uma das mais populares manifestações da cultura nacional: onde havia um coreto, existia uma bandinha, orgulho da cidade. Nas bandas, formaram-se músicos profissionais e amadores, eruditos e populares, como Patápio Silva e Altamiro Carrilho, entre muitos outros.

As bandas também foram o centro gerador de novos gêneros musicais e de vasto repertório de chorinhos, marchas e dobrados. Com o desenvolvimento da cultura de massa, porém, esta rica e alegre tradição brasileira começou a correr sério risco de extinção. Era necessário realizar uma política de Estado para apoiar o avanço desse trabalho.
Em 1976, a Funarte criou o Projeto Bandas, que desde então atua em prol do desenvolvimento dos grupos no Brasil, visando à preservação da rica tradição musical por meio do levantamento e edição de partituras, guias e manuais; distribuição gratuita de instrumentos; realização de cursos de capacitação e atualização para músicos, maestros, arranjadores e técnicos de manutenção de instrumentos.

Fonte: funarte.gov.br


Entrevista com o músico Nill Meksa, da Big Graça. Confira:

 


Dor de cabeça pode ser causada por abuso de analgésico

Um tipo de cefaleia desconhecida pela população, mas cada vez mais frequente nos consultórios médicos, é a dor de cabeça provocada pelo uso excessivo de analgésicos. O caso foi apresentado nesta semana no Congresso Brasileiro e Panamericano de Neurologia, na capital paulista. Segundo Márcio Nattan Portes Souza, neurologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia.

O especialista lembra que, por ser um desconforto comum, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um profissional.

Além da conscientização do paciente para eliminar os abusos, existe o tratamento contínuo que evita o surgimento das dores. De acordo com o médico Márcio Nattan, “quando você está fazendo o tratamento profilático, toma uma medicação todos os dias. Em quatro semanas, começa a diminuir a frequência da dor de cabeça. Sem esse tratamento, não há como melhorar”.

Ele recomenda também uma reflexão sobre os hábitos. O médico sugere que o paciente invista em atividade física, na redução do peso (para obesos), melhora do sono, no combate ao estresse e tratamento dos sintomas de depressão e ansiedade.

Fonte: Agência Brasil


Pressão do grupo

Sociólogos fizeram um teste sobre o efeito que a pressão do grupo exerce sobre as convicções pessoais. Eles colocaram indivíduos em contado com determinados grupos, cujos membros foram orientados a defender teses falsas, sem lógica nenhuma.

Ao ver o grupo afirmar repetidamente estas teses como verdadeiras, boa parte dos indivíduos passou a concordar com as afirmações do grupo, ainda que elas fossem contra a lógica mais profunda. Os especialistas dizem que este comportamento faz parte de um mecanismo de socialização, de defesa do ser humano.

A necessidade de sermos aceitos pode levar-nos a trair os princípios em que nos fundamentamos. Jesus disse que somos o “sal da terra”, com sabor marcante, com efeito intenso, que se mistura, mas não perde suas características.

Ele nos adverte que, se este sal vier a perder o sabor, para nada mais serve. Somos chamados a fazer diferença num mundo que já perdeu quase todos os princípios que tornam a vida digna de ser vivida.

Somos chamados para andar na contramão do mundo, e isto não é fácil, especialmente quando a quebra dos mandamentos de Deus grita ao nosso ouvido com a oferta de prazeres a curto prazo, forçando-nos a esquecer as consequências a médio e longo prazos.

Que Deus nos dê a sabedoria e a força necessárias para sermos sal com sabor marcante no mundo em que vivemos.

“O ensino que lhes ofereço é bom; por isso não abandonem a minha instrução.” Provérbios 4.2