Ballet

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07/11/2018 – FIQUE POR DENTRO

Fundada em 1940, como Escola Experimental de Dança Clássica, pelo então prefeito Prestes Maia em sua gestão entre 1938 e 1945, a escola queria formar bailarinos amadores para suprir os bailados das grandes montagens líricas nacionais e estrangeiras que se apresentavam em temporadas na cidade de São Paulo.

Três anos após a criação, com a necessidade de um espaço maior para aulas e ensaios, a escola se mudou para um novo endereço nos Baixos do Viaduto do Chá como Escola Municipal de Bailado. Na década de 1930, após a valorização das tradições e da cultura europeia decorrente do progresso da economia cafeeira no Estado de São Paulo, o interesse pelo balé clássico levou filhas dos senhores de café a frequentar as escolas de dança. A Escola Municipal de Bailados, a única escola pública de dança da cidade, contribuiu para a evolução e democratização da dança paulistana. A escola encabeçada pela diretora Marília Franco, promoveu por anos o ingresso de alunos na companhia profissional oficial da cidade na época, o Corpo de Baile Municipal.

Os anos 1970 foram especialmente importantes para o cenário da dança paulistana e foi marcado pelo surgimento de verdadeiros nichos de talentos, de intérpretes e criadores, como as diretoras das companhias de dança Ballet Stagium e Cia e Cisne Negro, a transformação revolucionária do próprio Corpo de Baile Municipal no atual Balé da Cidade de São Paulo.

A Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo é há mais de 78 anos o principal centro de ensino de dança do município de São Paulo, com cursos gratuitos oferecidos a crianças, jovens e adultos. Atualmente atende mais de 1.000 alunos vinculados a uma ampla proposta curricular especializada em dança.

Fonte: theatromunicipal.org.br


Entrevista com a bailarina da Companhia Jovem do Theatro Municipal de São Paulo, Sophia Gonsalez Frutuoso. Confira:

 


Stress afeta a memória e reduz o tamanho do cérebro, diz estudo

Não é novidade que o stress faz mal à saúde. Já está comprovado que ele aumenta o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC; de problemas psiquiátricos, como depressão e ansiedade e acelera o envelhecimento precoce. Agora, um novo estudo, publicado na revista científica Neurology mostra que ele afeta também o cérebro.

A pesquisa, realizada por especialistas da nos Estados Unidos, concluiu que pessoas de meia-idade com altos níveis de cortisol apresentam menor volume cerebral e problemas de funcionamento cognitivo, em comparação com pessoas que tinham menores níveis do hormônio.

O cortisol é conhecido como o hormônio do stress e está associado a diversas tarefas cruciais para o bom funcionamento do corpo, como regulação do metabolismo, da imunidade e da formação da memória. Entretanto, estudos mostram que a liberação crônica ou prolongada do hormônio devido ao stress é prejudicial à saúde.

Dessa forma, os resultados mostraram que os participantes no grupo com alto nível de cortisol apresentaram menor volume cerebral, em comparação com aqueles que apresentavam cortisol “normal”. Essas pessoas também apresentaram problemas de memória, embora não tivessem sintomas de demência. Em níveis baixos, não foram encontradas associações entre o hormônio, a memória e o volume do cérebro.

Fonte: Revista Veja


Pote quebrado

O rei Davi, que na juventude enfrentou um leão, um urso e venceu um gigante abatendo-o com apenas uma pequena pedra, passou por sucessivas situações onde a sua vida esteve por um fio.

Nas situações de perseguição, perigo de morte, armadilhas políticas e difamação, ele conseguia superá-las pela convicção de que Deus o livraria. Contudo, as crises que mais o abateram, que o levaram a expor sua dor, seu sofrimento e angústia foram as dificuldades familiares.

Algumas destas crises familiares podem ser observadas nas declarações de alguns salmos nos quais ele procurava de Deus quase um “por quê?” da situação. Não é possível determinar a razão exata da crise que o levou a escrever o Salmo 31, contudo, este cântico de pedido de salvação define poeticamente a situação de uma pessoa abandonada por todos, principalmente pelos familiares.

Neste Salmo Davi ora a Deus dizendo: “Misericórdia, Senhor! Estou em desespero! A tristeza me consome a vista, o vigor e o apetite. Minha vida é consumida pela angústia, e os meus anos pelo gemido; minha aflição esgota as minhas forças, e os meus ossos se enfraquecem. Por causa de todos os meus adversários, sou motivo de ultraje para os meus vizinhos e de medo para os meus amigos; os que me veem na rua fogem de mim. Sou esquecido por eles como se estivesse morto; tornei-me como um pote quebrado.

“Como um pote quebrado”. Esta frase é uma das melhores descrições de uma pessoa abandonada e sem possibilidade até da atenção de amigos. Embora a poesia seja um retrato de abandono, repentinamente ela salta da angústia para alegria. Na condição de pote quebrado e, aparentemente sem esperança, ele se lembra da misericórdia de Deus e grita para si mesmo “confio em ti Senhor, tu és o meu Deus”.

A renovação imediata o leva a enxergar além do amanhã e cheio de confiança diz: “O meu futuro está em tuas mãos”. Entre os heróis da Bíblia, Davi pode ser chamado de “homem das crises”, mas nunca se tornou um amargurado, por uma única razão: ele confiava em Deus. Se você hoje se sente como “pote quebrado” saiba que o Deus de Davi é o seu Senhor, Salvador e Pai.