Azeite

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24/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

O uso do azeite é milenar, mas não se sabe com exatidão a sua origem. Ao lado da videira, a oliveira foi uma das primeiras árvores cultivadas há mais de 5 mil anos no Mediterrâneo Oriental e Ásia Menor. A palavra “azeite” provém do vocábulo árabe “Az-zait”, que significa sumo de azeitona. Os fenícios, sírios e armênios foram os primeiros povos a consumi-lo, cabendo aos gregos e romanos levá-lo para a Europa e o Ocidente. No século 16, os espanhóis introduziram o azeite no Peru, Chile e México e, no século 18, nos Estados Unidos.

Sua importância, ao longo dos tempos, resultou das múltiplas utilizações que lhe foram dadas na alimentação, medicina, higiene e beleza. Os mesopotâmicos, por exemplo, untavam o corpo para se proteger do frio há mais de 5 mil anos. A primeira classificação formal data do século 7 antes de Cristo e era utilizado para o alívio da dor e cura de feridas, sendo muito utilizado nas guerras. Durante o Império Romano foi aplicado para amaciar a pele e os cabelos. Foi ainda combustível para iluminação, lubrificante para as ferramentas e alfaias agrícolas, impermeabilizante para fibras têxteis e elemento essencial em ritos religiosos.

Porém, o grande destaque da utilização do azeite, além da alimentação, foi na medicina. Na Grécia antiga, atletas já utilizavam o azeite como base para melhorar sua performance. Na época dos grandes descobrimentos, por volta do século 16, o azeite era obrigatório nos navios, utilizado como base para o preparo de diversos medicamentos. Atualmente, diversas pesquisas comprovam os grandes benefícios que o azeite de oliva pode oferecer à saúde.

Existem cerca de 270 tipos de azeitonas e somente 24 são regularmente utilizadas na produção de azeites. Cada país tem seu tipo característico: na Espanha é o Picual; em Portugal, o Galega; na Argentina, azeite Arauco. O azeite de oliva é classificado com base no sabor e aroma, acidez e outros dados químicos.

Alguns benefícios à saúde associados ao consumo do azeite de oliva: ajuda a reduzir o mau colesterol, possui ação antioxidante, protege o coração, ajuda a evitar a osteoporose, auxilia no controle da diabetes, colabora na prevenção contra alguns tipos de câncer, possui efeito analgésico e é rico em vitaminas (A, D, K e E).

Fonte: oliva.org.br

Entrevista com Vera Masagão Ribeiro. Ela é socia-produtora da empresa Oliq. Confira:

Mais informações: https://www.oliq.com.br/

Meteorito atinge a lua durante eclipse total

Algo mais aconteceu enquanto a lua era tingida por um tom avermelhado durante o eclipse total que ocorreu na madrugada desta segunda-feira, dia 21 de janeiro. O fenômeno foi observado por milhões de pessoas nas Américas, Europa e África, mas poucas delas repararam em um detalhe. Enquanto a lua era encoberta pela Terra, que bloqueava os raios do sol, alguns indivíduos atentos que assistiam o fenômeno em transmissões de vídeo notaram um flash do lado esquerdo do satélite: naquele momento, um meteorito atingia a lua em cheio.

A tese de que o brilho percebido durante o evento era um impacto começou a circular na internet logo após o eclipse. A hipótese foi confirmada pelo astrofísico José Maria Madiedo, da Universidade de Huelva, na Espanha. As imagens do momento do impacto foram captadas pelo Sistema de Análise e Detecção de Impactos da lua (Midas), um projeto conjunto entre a Universidade de Huelva e o Instituto de Astrofísica de Andaluzia.

Madiedo afirmou que ele e sua equipe tentavam há tempos captar um meteorito atingir a lua durante um eclipse. Não haviam conseguido até então porque a grande quantidade de luz nessas ocasiões é um obstáculo. Impactos como esse até foram filmados, mas nunca durante um eclipse. Para esta ocasião, o astrofísico dobrou o número de telescópios voltados a captar a lua. Destacou oito deles para o fenômeno.

“Eu tinha a impressão de que dessa vez iria acontecer”, afirmou ele. E não demorou muito para a impressão do professor se concretizar. Logo após o fim do eclipse, o impacto do meteorito foi sinalizado por um software que analisa as imagens captadas pelos telescópios. O evento ocorreu durante a fase de aproximação da lua com a Terra, conhecida como Superlua.

Durante o espetáculo, a lua costuma ficar avermelhada. Isso ocorre porque os raios do sol não a alcançarão diretamente e, em vez disso, uma pequena parte dos raios vermelhos se filtrará por meio da atmosfera da Terra e se refratará sobre a lua. Madiedo afirmou que o flash resultante do impacto foi luminoso o suficiente para que o telescópio o captasse. O professor ainda não fez os cálculos das dimensões do meteorito, mas, segundo suas estimativas, não deve ser maior do que uma bola de futebol americano e pesar mais que dois quilos.      

Fonte: UOL

A obra de suas mãos

Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos (Salmos 19:1).


Dois amigos, um cristão e um ateu, subiam juntos uma montanha. Encontraram uma grande pedra e resolveram sentar-se um pouco para descansar. Enquanto estavam ali, conversaram sobre várias coisas: trabalho, família e até sobre a beleza existente na natureza. De repente, a conversa tomou o rumo da religião. “Eu não acredito em Deus porque não existe nenhuma prova de sua existência”, disse o ateu. O cristão não respondeu imediatamente. Por uns instantes ele virou sua cabeça para o alto, contemplando o céu azul sobre eles. “É verdade”, disse o cristão, “não podemos ver, ouvir ou tocar em Deus, mas podemos saber que Ele existe vendo os resultados de Suas obras”. “Pense sobre todas as magníficas coisas que vimos hoje” continuou o cristão, “montanhas majestosas, centenas de variedades de árvores, flores, insetos, pássaros… e até você e eu! Tudo é muito belo e perfeito”. O Ateu respondeu: “Sim, a natureza é definitivamente incrível, mas, eu acredito que tudo é obra do acaso”.

Novamente, o cristão perscrutou as densas nuvens acima dele e, então, perguntou: “Nós não podemos ver o ar, não é? Nós sabemos que ele existe porque nós vemos os feitos do ar. Nós vemos o balanço das árvores e o farfalhar das folhas, mas, não vemos realmente o ar nem o vento. As provas da existência de Deus estão por toda a parte. A nós só cabe olhar e comprovar”. E, assim, sem dizer mais nada, o Ateu e o Cristão continuaram sua longa caminhada para o alto da montanha…

No Salmo 19, Deus se revela para ajudar-nos a crer nele. Deus se revela na criação do universo e, a evidência da sua existência é visível a todos. Deus se revela na sua palavra, que guia o homem. Mas, Deus também, se revela ao individuo através das experiências que lhe permite passar.

Através da natureza percebemos a glória de Deus. O universo físico declara a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Este é um paralelismo hebraico clássico. A ordem, o esplendor, a complexidade e a exatidão são demonstrações da majestade, do poder e da sabedoria de Deus. Essa revelação se dá continuamente: dia após dia, noite após noite. Essa revelação é singular, pois não há palavras nem som, mas é uma revelação universal.