Automobilismo

share on:

22/10/2018 – FIQUE POR DENTRO

Mal havia nascido, o automóvel foi posto a duras provas, especialmente corridas, ganhando seu espaço no mundo esportivo. A primeira competição do gênero foi realizada em 1887, em Paris, apenas um ano após a invenção do automóvel. Em seus primórdios, no fim do século passado, o esporte automobilístico tinha como objetivo principal demonstrar a velocidade e a segurança dos carros.

No começo, as provas eram disputadas entre cidades. Em 1894, foi realizada na França a primeira corrida entre Paris e Rouen, organizada pelo jornal parisiense Le Petit Journal. Cento e dois carros inscreveram-se para percorrer o trajeto de 126 quilômetros, mas somente 26 ficaram prontos a tempo e destes, cinco não passaram nos treinos.

Um detalhe curioso do regulamento é que os pilotos eram proibidos de ultrapassar os 12,5 quilômetros por hora. Dezessete veículos chegaram ao final da prova, vencida pelo francês Lemaitre num Peugeot, que já tinha capacidade para desenvolver uma velocidade considerada perigosa à época: 17 quilômetros por hora. Nos anos seguintes, com o aumento da velocidade média permitida no automobilismo, subiu também o número de acidentes, causados por defeitos técnicos e invasão das estradas por pessoas e animais. Na corrida Paris-Madri, em 1903, por exemplo, cinco pilotos e vários espectadores morreram em atropelamentos, o que levou o governo francês a interromper a prova na primeira etapa. Este também foi um dos motivos para transferir as corridas para pistas especiais.

Em 1906, começou um novo capítulo na história da categoria. O Automóvel Clube da França organizou o primeiro Grand Prix, em Le Mans, o precursor dos futuros grandes prêmios de Fórmula 1. As inscrições limitaram-se aos fabricantes de automóveis. Foi o primeiro GP realizado em circuito fechado, com 12 voltas a serem percorridas ao longo de dois dias. Dos 32 pilotos que largaram, 11 chegaram à reta final. O húngaro Ferencz Szisz venceu o GP num Renault de 90 cavalos, tendo percorrido mil 236 quilômetros à velocidade média de 101 quilômetros por hora.

No início do século, vários países já possuíam o seu automóvel clube: França, Bélgica, Itália, Suíça, Holanda, Áustria, Alemanha e Estados Unidos. Em 1904, havia sido fundada a Associação Internacional de Automobilismo, que mais tarde se transformaria na FIA (Federação Interncional de Automobilismo). A organização criou os regulamentos que deram aos projetistas e construtores a liberdade de desenvolver carros cada vez mais velozes.

Foi daí que se originou o moderno conceito de “Fórmula 1”, como espécie de laboratório da indústria automobilística. A pista de Brooklands, na Inglaterra, correspondia bem a este princípio. Construída em 1906, ela tinha como objetivo permitir que a indústria britânica testasse seus novos modelos em competições de alta velocidade (até 160 quilômetros por hora).

Cinco anos depois da estreia em Le Mans, o automobilismo mundial ganharia outro de seus clássicos. A primeira edição das 500 Milhas de Indianápolis, em 1911. A partir de 1934, com a ascensão de Adolf Hitler ao poder, a Alemanha passou a participar das corridas com a Mercedes Benz e a Auto Union (hoje Audi), com motores capazes de atingir 300 quilômetros por hora.

Os alemães também introduziram diversas inovações nas corridas, como chassi tubular, amortecedores hidráulicos e rodas de dimensões. Em 1950, foi disputado o primeiro Campeonato Mundial de Pilotos, que deu origem ao atual Campeonato de Fórmula 1. O primeiro campeão foi o italiano Giuseppe Farina, que corria pela Alfa Romeo.

Fonte: dw.com/pt-br/


Entrevista com Alex Dias Ribeiro, ex-piloto de Fórmula 1. Confira:

 


Enem 2018: uso de energéticos pode atrapalhar desempenho do estudante

Com a proximidade do Enem, é comum que a rotina dos estudantes se altere para que o foco fique todo na preparação para as provas. Com isso, muitos passam a fazer uso de aditivos como energéticos, cafeína e guaraná em pó, mas o que pode funcionar em uma noite, pode também provocar um efeito contrário e nocivo depois.

O endocrinologista Francisco Tostes, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que estas substâncias têm efeito adrenérgico, ou seja, ativam o sistema nervoso sensível aos neurotransmissores adrenalina e noradrenalina, hormônios que “preparam” o corpo para ações, geralmente relacionados ao estado de alerta do corpo.

Junto com este estímulo, surgem alguns efeitos negativos que produzem o resultado oposto ao desejado pelos estudantes. Segundo o médico, “de uma maneira imediata, podem causar agitação e, consequentemente, dificuldade de se concentrar; deixando portanto de atender ao motivo pelo qual estão sendo usados”. O uso crônico pode provocar transtornos de ansiedade, distúrbios do sono e elevação da pressão arterial, por exemplo.

Tostes esclarece ainda que o chamado efeito rebote após o uso é comum, especialmente se a pessoa exagera. Para Marcelo Dias, coordenador do curso Etapa, “melhor que energético é uma boa noite de sono. Nesta fase pré-Enem, Dias acredita que uma conversa entre alunos e professores pode ajudar a dar a confiança necessária para o momento de pressão e muitas vezes de incerteza.

Fonte: G1


Corrida da fé

Numa pista de corrida, na Grécia antiga, existiam três colunas. Uma no início, outra no meio e a última no final da pista.

Na primeira coluna lia-se “Apresenta-te como homem”.
A última coluna dizia : “Pare!”
Mas a coluna na metade da pista alertava o competidor com estas palavras : “Apressa-te”.

As três inscrições revelam bastante sabedoria. Eram tremendamente importantes, especialmente para aquele que estava na metade do percurso.

O maior perigo para o atleta consistia em, após ter ultrapassado os demais, julgar-se vitorioso e relaxar no seu esforço, correndo o risco de ser facilmente ultrapassado por outro atleta que no início da corrida poupara suas forças, podendo, numa última tentativa ganhá-la. É importante o bom início, mas é o bom término que dá direto ao troféu.

Em muitos sentidos a vida do cristão é idêntica à vida de um atleta. Quando o cristão inicia a corrida da fé, geralmente está bem animado e pronto para uma consagração total aquele que o salvou da perdição eterna. Todavia, no decorrer da jornada, muitas vezes encontra perigos, obstáculos, tentações e cristãos mornos que se acomodaram a uma vida pouco consagrada.

Aí então, ao invés de dedicarem-se ainda mais, a fim de animar seus irmãos que podem estar acomodados, frios, indiferentes na fé, acabam por identificarem-se com eles e esquecendo que a vida cristã é uma luta que exige toda a nossa dedicação e empenho, até o fim da carreira. Na corrida da fé, somente os íntegros alcançarão a coroa da vida!

“Todos os que competem nos jogos submetem-se a um treinamento rigoroso para obter uma coroa que logo perece, mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre.” Primeira carta de Paulo aos Coríntios 9.25