Atendimento

share on:

04/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

Todos nós nos sentimos bem quando recebemos um bom atendimento, que é ter atenção do vendedor, saber que ele esta agindo com a verdade, que ele é cordial. Todos estes aspectos nos fazem satisfeitos e tendenciosos a uma nova compra.

Somos todos clientes. Seja de uma, duas, várias ou infinitas lojas, compras são essenciais, por mais que grande parte das pessoas não alcancem níveis de consumo alarmantes. Sempre quando se pensa em comprar, um dos pontos que mais levamos em consideração é o atendimento, ainda mais quando se trata da primeira experiência com tal empresa ou loja.

Entrevista com a coach professional, Caroline Fioravante. Ela fala sobre atendimento ao cliente. Confira:

 

Aplicativo de aluguel de carros elétricos será lançado em São Paulo

Uma parceria da empresa brasileira LDS, de aluguel de veículos de luxo, com a francesa Vulog, que oferece soluções tecnológicas para a implementação de serviços digitais de compartilhamento de carros, lançará no Brasil um aplicativo pelo qual será possível realizar empréstimos de automóveis elétricos, aqueles abastecidos na tomada, não no posto. O processo deverá ser realizado por um aplicativo de celular, o Urbano.

O sistema funcionará de forma similar aos populares pontos de alugueis de bicicletas em São Paulo. O usuário baixa o aplicativo, realiza um cadastro e, pelo programa, efetua as reservas. Ao se encomendar um dos veículos, o software avisa onde é o ponto de retirada mais próximo e concede o prazo de 15 minutos para a retirada. Após utilizar o carro elétrico, a devolução será feita em pontos específicos da cidade.

A operação terá início em 9 de julho, na cidade de São Paulo. No começo, haverá 60 pontos de retirada, espalhados por bairros da metrópole. Até o fim deste ano, espera-se que a frota chega ao número de 500 automóveis. Além disso, para garantir a segurança dos clientes, os veículos alugados serão rastreados pelo aplicativo. Se necessário, a empresa poderá até desligá-los remotamente, por exemplo, em casos de suspeita de furto.

Denúncia contra Temer na Câmara

A Câmara dos Deputados deu início na última quinta-feira, dia 29 de junho, ao processo que determinará se o Supremo Tribunal Federal, o STF poderá ou não investigar o presidente Michel Temer. Temer é acusado pelo crime de corrupção passiva, a partir da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Segundo o que determina a Constituição Federal, para ser autorizada a abertura da investigação contra um presidente da República, são necessários os votos de 342 deputados, ou seja, 2 terços dos membros da Casa. Caso contrário, o Supremo não pode dar continuidade ao processo.

Feito a escolha do relator e após ele apresentar novas propostas sobre o tema, será a vez da defesa de Michel Temer apresentar argumentos. Após o prazo de 10 sessões ordinárias, que apresentarão a defesa de Temer, ambas as pautas são analisadas dentro da Câmara.

Para que essa análise seja feita são realizadas 5 sessões. Vale ressaltar que o prazo para essas sessões, poderá ser dividido metade para o relator, e o restante para a discussão e votação do documento.

Somente após todos esses passos é que a Câmara autoriza a investigação contra o pemedebista. Caso a votação não atinja o número de votos necessários, a tramitação é interrompida enquanto ele estiver no exercício do mandato. Seja qual for o resultado da votação, a sentença será comunicado ao presidente do Supremo Tribunal Federal pelo presidente da Câmara e depois ao presidente da República.

Competição, Integridade e Compaixão

Quando nos referimos a competição nos negócios geralmente pensamos em termos de alguma vantagem sobre nossos concorrentes, através dos produtos ou serviços que oferecemos, do nosso serviço ao consumidor ou outros fatores que nos capacitem a aumentar nossa fatia de mercado. Sempre que se apresente uma circunstância que nos possibilite ganhar vantagem competitiva, sabemos ser aconselhável agarrá-la.

Entretanto, um amigo meu, Cliff Jones, apresenta uma perspectiva bastante diferente sobre competição e como tirar proveito da desgraça do concorrente. Em seu livro, Vencendo Pela Integridade, Cliff incluiu a história de Robert Ingram, dono de duas emissoras de rádio, uma delas especializada em música clássica. Ingram detinha o monopólio da programação radiofônica de música clássica em sua cidade, até que um concorrente apareceu. A estação do concorrente apresentava programação similar e ameaçava abocanhar parte significativa das vendas de anúncios e da renda da emissora de Ingram.

Certo dia, ventos violentos derrubaram a torre de transmissão da emissora rival. Muitos no lugar de Ingram teriam celebrado a má sorte do concorrente. Ele, porém, optou por abordagem diferente. Ao invés de esperar pelo fracasso do concorrente, enviou o principal engenheiro de sua empresa para ajudar a recuperar a estação de seu competidor e deixá-la operante outra vez.

Quando perguntaram por que fazia isso, sabendo que se não fizesse nada provavelmente teria eliminado um concorrente, a resposta de Ingram foi simples e honesta: “Porque eu tinha o que ele precisava para sobreviver.”

Com frequência no exigente mundo em que vivemos, cheio de pressões e voltado para resultados, estamos dispostos a fazer qualquer coisa para garantir uma venda importante, obter assinatura de um contrato ou debilitar os concorrentes. A ideia de oferecer ajuda em tempos de necessidade raramente ocorre. Porém, se estivermos comprometidos em conduzir nossa vida com integridade e compaixão, mantendo o foco sobre os interesses daqueles com quem nos deparamos, talvez uma mudança radical em nosso modo de pensar seja necessária.

Outra passagem da Bíblia diz: “Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos. Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros” (Filipenses 2.3-4). Isso pode soar difícil e é. Não podemos ter certeza da próxima venda ou de finalizar o próximo contrato. Mas se integridade for nossa prioridade, sabemos o que fazer, mesmo quando for difícil.

 

Por: Rick Boxx (Texto adaptado)