Árvore Genealógica

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 11/05/2017 – FIQUE POR DENTRO

Construir uma árvore genealógica é uma tarefa desafiadora, pois requer tempo e dedicação para pesquisar sobre os antepassados e reunir todo o tipo de registros sobre os familiares.

Para os descendentes é como decifrar o mistério de um passado desconhecido, a grande chance de se conhecer avós, avôs, bisavós e bisavôs, entre outros parentes até então existentes só no imaginário das pessoas e nas histórias relatadas pelos familiares.

A montagem de uma árvore genealógica geralmente é iniciada colocando-se o nome do antepassado mais antigo de que se tenha algum dado e a partir das pessoas que descendem deste ancestral chega-se ao mais novo da família. Com a árvore genealógica pode até mesmo encontrar uma pessoa em especial, que esteja sendo procurada por sua família.

Com a Camila Ferreira e o Dario Musumeci. Eles falam sobre como obter dupla cidadania. Confira:

 

Sonda Cassini capta o primeiro ‘som’ entre os anéis de Saturno

Imagine-se sozinho no espaço, mergulhando entre Saturno e seus anéis. Que barulho você acha que existe lá? Embora nenhum humano tenha vivido essa experiência, desvendar os sons do universo é exatamente o que a sonda Cassini está tentando fazer neste momento. O áudio que ela gravou durante o 1 mergulho de sua travessia entre o gigante gasoso e os anéis foi divulgado pela Nasa na última segunda-feira.

Como o som propriamente dito não se propaga no espaço é necessário algum dispositivo para converter as vibrações eletromagnéticas em algo que possamos, efetivamente, escutar. Os ‘barulhos’ foram captados no dia 26 de abril de 2017, quando a sonda espacial Cassini iniciou seus mergulhos entre o planeta e os anéis.

O que os cientistas perceberam após escutarem os áudios é que, em comparação com a quantidade de explosões que a sonda registrava antes de adentrar a região, o espaço entre o planeta e os anéis possuía poucas partículas, fazendo jus ao apelido de “grande vazio”, dado pelo diretor da missão da Nasa, Eal Maize.

Com a experiência, os cientistas também puderam considerar a quantidade de partículas existentes e ponderar se, para concluir a travessia, seria necessário que a sonda continuasse utilizando o escudo de proteção para evitar danos causados por colisões com pequenos grãos congelados.

Pais Envelhecem

Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho. Plena de emoções, por vezes angustiante, ser pai ou mãe é provar os limites que constituem o sal e o mel do ato de amar alguém. Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça. Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas do paraíso.  Chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternece, mas os anos passam.

Os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz. O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar. Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas. Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.

Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho. É quando pais, idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular? Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida. Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez, mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos. A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.

Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes. Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente. Passeios, comida, roupas, médicos?

Tudo passa a ser decidido pelos filhos. E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los? Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento? Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão. E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor.

Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia. A cada manhã que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.

O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa. Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.

Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto. Acredite, dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.