A Arte de Vender

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07/11/2016

Todos os dias nos deparamos com alguma pesquisa sobre o mau momento da economia brasileira. Um levantamento realizado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, por exemplo, revela que o primeiro semestre de 2016 teve queda de 7% nas vendas do varejo, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o pior resultado da série histórica desde 2001, quando a entidade iniciou as pesquisas.

Mas será que as pessoas estão mesmo deixando de comprar? A resposta pode até ser “sim”, mas ela não se aplica a todos os tipos de produtos e estabelecimentos. O que podemos observar é que os consumidores estão diminuindo os seus gastos e, em vez de comprarem os produtos que estavam acostumados, buscam opções de menor valor. Procuram continuar satisfazendo suas necessidades, mas com redução de custos. Ou seja, é um novo movimento de mercado.

É importante que os profissionais de vendas fiquem atentos às novas demandas que estão surgindo, entendam o que os seus clientes, de fato, necessitam e estabeleçam um bom relacionamento para ampliar as chances de venda.

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Entrevista com especialistas da área de vendas, Raul Candeloro. Ele dá dicas de vendas

 

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Contando uma história de esperança

Disse J.R.R. Tolkien, em sua grande obra, O Hobbit: “É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar”.

Creio que Tolkien tenha razão. Somos especialistas em lembrar e contar mazelas. Passamos a vida nos lamentando por nossos sofrimentos e pecados. Nossos olhos pasmam ante os noticiários e nos desconfortamos com as muitas atrocidades que vemos. Todavia, o lamento e o espanto são sentimentos válidos, pois não podemos nos alegrar ao lembrarmos que somos pecadores e que o mundo ao nosso redor está beirando o caos.

Certamente temos inúmeros motivos para o lamento, para nos lembrarmos das “coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis”. Mas, nós cristãos, temos algo para trazer à memória que supera todas essas circunstâncias negativas. Trazemos à nossa memória aquilo que nos dá esperança.

O terceiro capítulo de Lamentações de Jeremias é um perfeito retrato do paradoxo humano entre lamento e esperança. O mundo que estava sob a ótica de Jeremias estava desolado por causa do pecado e à beira do caos. Os vinte primeiros versículos revelam um homem dominado pelo desespero, que encerra sua argumentação inicial afirmando: “Lembro-me bem disso tudo, e a minha alma desfalece dentro de mim” (vs. 20). Notamos que o sentimento do poeta é semelhante àquele que às vezes nos domina. Não é possível nos livrarmos do mundo ao nosso redor, e nem devemos (Jo 15.17). De semelhante modo, não é possível nos livrarmos do pecado como num passe da mágica (I Jo 1.10). Mas existe algo dentre de nós que maldade alguma que há no mundo, muito menos o pecado, pode retirar de nós: a esperança.

Nos versos 21-26, Jeremias nos fornece uma lista de bênçãos recebidas das mãos de Deus, que traduzem nossa esperança: amor, misericórdia, fidelidade, bondade e salvação. Estes são bens recebidos de Deus que nos dão motivos para nos alegrar (Fp 4.4). Somos alvo do grande amor de Deus (Jo 3.16). Sua inesgotável misericórdia é motivo de nosso louvor (II Co 1.3). Sua fidelidade e sua bondade sempre estarão conosco (Sl 23.6). E, nas palavras de Simeão, Jesus personifica a salvação de Deus em nosso favor (Lc 2.30).

Que neste e os próximos dias nos lembremos das coisas boas e agradáveis. Mas que estas não sejam narradas depressa, pelo contrário, que haja muito que ouvir e falar sobre tamanha esperança que habita em nós.

Israel Mazzacorati

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Realização de Enem 2016 foi um “sucesso absoluto”, afirma ministro da Educação

Depois de 2 dias de provas, o ministro da Educação, Mendonça Filho, avaliou o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, como um “sucesso absoluto”, em declaração dada em coletiva na noite de ontem.

 De acordo com o Inep, mais de 8 milhões de candidatos estavam aptos a realizar as provas neste fim de semana. Desse total, quase 6 milhões compareceram para o exame. Com isso, o índice de abstenção foi de 30%, um aumento de 2,4% em relação ao ano passado.

Com as ocupações, 271 mil pessoas farão as provas em 3 e 4 de dezembro. Essa aplicação terá um custo extra entre 12 e 15 milhões, na estimativa do Ministério da Educação. Os cadernos de questões não utilizados nesse fim de semana, cerca de 78 toneladas de papel, serão reciclados e utilizados nas próximas provas de dezembro.

Os gabaritos das provas deste fim de semana serão divulgados na próxima quarta-feira pela manhã. Já o resultado final será disponibilizado em 19 de janeiro.