Arqueologia

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21/12/2018 – FIQUE POR DENTRO

Os cadáveres petrificados estavam com roupas demais, usavam peças de lã e casacos compridos que cobriam seus corpos. Havia braseiros nas portas das casas e alguns dos frutos carbonizados não correspondiam à data da colheita. Elementos demais não se combinavam com o 24 de agosto, a data em que o Vesúvio tinha oficialmente entrado em erupção e soterrado Pompeia, na Itália, para sempre. Não havia muito mais dados, e sempre se acabava encontrando uma justificativa que se encaixasse à força nos elementos daquela cena. A última descoberta em uma das paredes das casas que emergem das novas escavações em Pompeia mandou milhões de livros de história de volta à gráfica. O Vesúvio entrou em erupção no outono, e não no verão, como se acreditava.

Uma inscrição a carvão descoberta na parede de uma casa pôs fim às dúvidas sobre a data da erupção mais famosa da história. Era 24 de outubro, e não 24 de agosto do ano 79 depois de Cristo como se sustentava até agora. A maioria dos manuais e livros de história se agarraram a essa data com base em uma carta de Plínio, o Jovem, enviada a Tácito. No entanto, alguns especialistas já apontavam que o monge que deve ter transcrito a carta na Idade Média – provavelmente não entendia nenhuma palavra que copiava – poderia ter cometido alguns erros que anteciparam em dois meses a data fatídica.

A enorme máquina do tempo que Pompeia tem sido há anos continha um erro básico de cálculo para a viagem até aqueles dias. Mas foi corrigido com base na inscrição em uma das paredes das casas que estão surgindo nas novas escavações da chamada zona Regio V. O rabisco de carvão tinha a data do “décimo sexto dia antes das calendas de novembro”, que de acordo com nosso calendário atual corresponderia a 17 de outubro. Isto é, uma semana antes da terrível erupção. Um período que, desta vez, sim, coincidia com a época das frutas carbonizadas encontradas, como castanhas, romãs e nozes.

O diretor do parque arqueológico de Pompeia, Massimo Osanna, não tem dúvidas sobre a autenticidade da correção. “Havia algumas vozes apontando nessa direção. Mas nunca encontramos uma prova tão forte. Tínhamos dúvidas sobre alguns objetos descobertos ou os frutos que eles continham. Mas eles também poderiam ter sido coletados em outros momentos para outros usos. Este é um passo decisivo”, afirmou. A inscrição fora feita em carvão porque a casa estava em construção e, presumivelmente, os trabalhadores se entretinham com a ideia de apagá-la quando a obra estivesse terminada.

Fonte: brasil.elpais.com

 

Entrevista com Samuel dos Santos Munhoz, presidente do Instituto Bíblico de Arqueologia, e Thiago Minc Cinato, vice-presidente da IBArq. Confira:

Mais informações: www.ibarq.org.br

 

Festival de Natal de SP ocupa centrão com 120 atrações grátis

Os moradores e visitantes da capital paulista ganharam um presentão de fim de ano. Até 23 de dezembro, o centrão está dominado pela programação do I Festival de Natal de São Paulo, que conta com 120 apresentações gratuitas de música, teatro, circo e dança, além de feirinha de artesanato e food trucks.

O evento ocorre em seis pontos do centro histórico – Largo São Bento, Pátio do Colégio, Largo da Misericórdia, Praça do Patriarca, Largo São Francisco e Praça Antônio Prado -, com atividades a partir das 4 da tarde. Como a decoração é um elemento indispensável no Natal, uma árvore com nove metros de altura foi montada na Praça do Patriarca. Além disso, monumento históricos, como o Edifício Matarazzo, o Mosteiro de São Bento, a sede da prefeitura e o Pátio do Colégio, estão decorados com projeções mapeadas de vídeo. Tem uma feirinha de artesanato, food trucks e food bikes numa área com dois mil metros quadrados espalhada pelo centro.
A proposta do evento é transformar São Paulo em um dos grandes destinos turísticos de fim do ano, ao lado de cidades como Gramado, no Rio Grande do Sul; Nova York, nos Estados Unidos; Paris, na França; Quebec, no Canadá; entre outras.

Fonte: catracalivre.com.br

 

Descobrindo a força de Deus

“Então ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (Segunda aos Coríntios 12.9)

Reagir aos sentimentos de inadequação assumindo uma fachada de orgulho e arrogância para que os outros não descubram a criança fraca e assustada que existe lá dentro faz parte da vida de muitas pessoas.

Ser forte, independente e estar no controlem são os objetivos de muita gente. Pode-se viver essa mentira por muitos anos. Somente quando permitimos que Jesus entre em nossa vida e admitimos nossas fraquezas, encontraremos a verdadeira paz e contentamento.

O apóstolo Paulo aprendeu que a fraqueza serve aos propósitos de Deus. Ele escreveu: “Sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando sou fraco, então é que sou forte.”

A mente humana não acredita nisso facilmente.

Somos fortes quando somos fracos? Ridículo! Mas os cristãos não estão limitados pelo modo humano de pensar.

Podemos aprender com Paulo que, quando nos humilhamos e admitimos que somos fracos demais para lidar com as dificuldades sozinhos, abrimos a porta ao poder de Cristo.