Aplicativos

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19/12/2017 – FIQUE POR DENTRO

Às vezes com toda correria da rotina, a tecnologia vem para ajudar. A Revista Galileu pediu aos leitores que indicassem alguns dos aplicativos sem os quais não vivem. Confira alguns deles:

CamScanner: Um scanner na palma da mão, o aplicativo permite que o usuário utilize a câmera do smartphone para digitalizar o documento e arquivá-lo em formato PDF.

Monitor de Frequência Cardíaca: Com o aplicativo, é possível medir a frequência cardíaca e monitorá-la durante exercícios físicos. Colocando o dedo na câmera do smartphone o usuário consegue ter em tempo real os dados dos quais precisa.

Cittamobi: Essencial para quem é campeão em chegar no ponto enquanto o ônibus está partindo. O aplicativo disponibiliza a previsão de chegada do transporte em tempo real, mostra as paradas mais próximas e consulta de linhas de ônibus. No momento, o serviço cobre algumas cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Alagoas, Acre, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraíba e Rio de Janeiro.

Photomath: Que atire a primeira pedra quem nunca precisou de uma forcinha para resolver equações complicadas. Nesses momentos, o Photomath pode ser uma mão na roda: basta apontar a câmera do smartphone para o problema, que o aplicativo leva ao resultado com um passo a passo da explicação.


Entrevista com o diretor social da Fábrica de Aplicativos, Evandro Ariki. Ele fala sobre criação de aplicativos. Confira:

 


Governo revisa contrapartidas de empresas de eletrônicos, a pedido do Ministério Público Federal

O governo federal está revisando cerca de 10 bilhões de reais que a indústria de eletrônicos diz ter dedicado, entre o período de 2006 a 2014. A ação é uma resposta ao inquérito aberto pelo Ministério Publico Federal, o MPF em Campinas, interior de São Paulo.

A medida aconteceu após pressão do Tribunal de Contas da União, o TCU e a Organização Mundial do Comércio, a OMC, que questionam se as empresas cumpriram a Lei de Informática durante o período.

Em vigor desde 1991, a política permite aos fabricantes de eletrônicos no Brasil descontarem até 80% do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI no caso de investimentos de 5% do faturamento dos produtos em pesquisas e desenvolvimento.

Porém, os relatórios das empresas não foram fiscalizados no período citado e estima-se, que o valor de contrapartidas não repassado chegue a 33 bilhões de reais.


Chefe de Estado

O chefe de Estado pode ser considerado o representante público mais elevado de um Estado-nação. Ele tem um papel representativo que excede a própria população e personifica as ideias e longevidade do Estado. Ele serve como um símbolo de legitimidade e da força de um país. Como incorporação do espírito de uma nação, o Chefe de Estado normalmente é alguém que representa, seja pela hereditariedade, sua força ou eleição, o poder de um povo. Por isso, em muitos países, inclusive europeus, ele está fundamentado na família real e o rei a rainha detém o título de Chefe de Estado.

Dentro das funções e responsabilidades do Chefe de Estado, estão diversos compromissos simbólicos, como condecorar heróis de guerra, receber Chefes de Estado estrangeiros e suas delegações em seu país, além de ir em caráter oficial e participar de inaugurações, eventos especiais.
Junto com o papel simbólico, o Chefe de estado assume poderes executivos e políticos também. Em muitos países ele exerce um papel diplomático importante, podendo assinar e ratificar tratados internacionais, como se fosse um ministro de relações exteriores.


O efeito Doppler e o efeito Natal

Perto da minha residência existe uma garagem de onde partem ambulâncias 24 horas por dia, 7 dias por semana. Pouco mais de quatro quadras de onde moro há também uma brigada do corpo de bombeiros. Como eu moro na mesma rua há mais de 20 anos, estou acostumado com o som das sirenes.

Em 1847 o físico austríaco Johann Christian Andreas Doppler observou e descreveu o que posteriormente seria chamado de “Efeito Doppler”, em sua homenagem. O efeito Doppler é a alteração da frequência sonora percebida pelo observador em virtude do movimento relativo de aproximação ou afastamento entre o emissor do som e seu observador. A teoria de Doppler foi provada através de um experimento com um trem em movimento, levando trompetistas. Dessa forma, foi possível constatar que o som dos trompetes era mais agudo quando o trem se aproximava, e mais grave quando se afastava. Portanto, observo o efeito Doppler diariamente com o som das ambulâncias e carros dos bombeiros que passam em minha rua.

Algo semelhante eu observo no mês de dezembro, a que chamo de efeito Natal. Ao se aproximar o período de festas, observo que o espírito de caridade e doação se torna mais agudo. Pessoas, famílias, entidades, igrejas e empresas emitem um alto e agudo som em prol do próximo, da ajuda aos necessitados e de presentear crianças carentes. Hospitais, asilos e orfanatos recebem corais de igrejas e encenações natalinas quase que diariamente no mês de dezembro.

Mas, tão logo o Natal passa, o som da caridade e da doação se torna cada vez mais grave; cada vez mais distante, como no efeito Doppler. Logo, as pessoas já estão preocupadas com seus próprios afazeres, suas férias, a preparação para o início do ano letivo… enfim, o som da caridade desaparece e surge o som ensurdecedor do ego humano.

Será que dezembro serve para as pessoas aliviarem suas consciências de terem vivido um ano todo para si mesmas? Se não, por que será que os capelães que trabalham em hospitais, asilos e orfanatos ficam sozinhos o ano todo? Por que separar apenas um mês para tantos feitos caridosos? Será que as pessoas realmente acham que tudo o que uma criança carente precisa é de um brinquedo e uma troca de roupa por ano? Ou será que as pessoas hospitalizadas dão sorte quando estão nos hospitais em dezembro, porque assim recebem a visita de um coral?

Claro, nada contra tais eventos. Mas, tudo contra o limitar a ação em favor dos necessitados a um único mês do ano, como se nos outros onze meses eles nem existissem, fazendo com que a nossa cota de amor seja um efeito passageiro. Por isso, espero que, a partir de mim, o efeito Natal se faça ouvir de forma aguda o ano todo. Na verdade, que ele nunca passe. Que nunca tenhamos aquela sensação de afastamento, e do som do amor ficando grave e distante. Que o amor que encheu o mundo com o primeiro Natal se faça presente em nós o ano todo. Feliz natal!

Por: Israel Mazzacorati