Amamentação

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31/07/2018 – FIQUE POR DENTRO

A Semana Mundial de Aleitamento Materno é comemorada em mais de 170 países de 1 a 7 de agosto. O período é destinado a promover a amamentação e melhorar a saúde dos bebês em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida e o complementar, por outros alimentos, até pelo menos os 2 anos de idade. Nesta semana é celebrada a assinatura da Declaração de Innocenti. O documento foi formulado por especialistas da OMS e do UNICEF em agosto de 1990 para proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.

“Aleitamento materno: a base da vida” é o tema da Semana Mundial deste ano definido pela Aliança Mundial para Ação em Amamentação. Segundo a rede internacional, “em um mundo repleto de desigualdades, crises e pobreza, a amamentação é o alicerce da boa saúde ao longo da vida para crianças e mães”. Nutrição, segurança alimentar e redução da pobreza são fundamentais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Em todo o mundo, apenas 38% das crianças são amamentadas. No Brasil, 41%. A meta global a ser atingida até 2025 é de que pelo menos metade dos bebês receba o aleitamento materno até o sexto mês de vida. Um dos avanços, desde o ano passado, para alcançar esta meta, foi a lei sancionada pelo Congresso Nacional, que instituiu agosto como o “Mês do Aleitamento Materno”, que passou a ser chamado de “Agosto Dourado”.
A amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas e garante a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise. Sem um ônus adicional sobre o rendimento familiar, é uma maneira barata de alimentar crianças e contribuir para a redução da pobreza.

Fonte: sbp.com.br e terra.com.br

 

Entrevista com a nutricionista Andrezza Botelho. Confira:

 

Duas décadas da privatização da telefonia brasileira

A maior parte da receita das teles já vem da internet, uma demonstração clara de quanto o cenário mudou no setor de telecomunicações. Domingo passado completou-se 20 anos da privatização da telefonia brasileira. Em 1998, o país contava com 17 milhões de linhas fixas e 4 milhões e 600 mil celulares. Hoje, há mais de 235 milhões de linhas de celular ativas e 40 milhões de linhas de telefonia fixa. Na banda larga, são 28 milhões de acessos fixos e 204 milhões de conexões móveis. Além disso, quase 18 milhões de brasileiros são clientes de TV por assinatura.

Uma das principais marcas da privatização foi a competição no setor, que acabou com as filas de espera de telefones fixos e móveis e permitiu o desenvolvimento de serviços que nem existiam na época. A privatização rendeu à União 22 bilhões de reais. Hoje, além das 4 grandes empresas do setor, há milhares de pequenos provedores de internet fixa e móvel no país. O acesso à telefonia fixa está universalizado e superado, mas as políticas públicas ainda direcionam boa parte dos investimentos para esse serviço. A Lei Geral das Telecomunicações, de 1997, está em vigor e ainda não foi atualizada.

Fonte: UOL

 

O Copo de Leite

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e ele ainda tinha fome. Assim, decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora e jovem mulher lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo d’água. Ela notou que o jovem parecia faminto e deu-lhe um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois perguntou: “Quanto lhe devo?”
E a jovem respondeu: “Não me deves nada. Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar dinheiro por uma oferta caridosa.”
Então o rapaz disse: “Pois agradeço-lhe coração.”

Quando ele saiu daquela casa, não só se sentiu melhor fisicamente como também sua fé em Deus e nos homens se fortaleceu. Tão desmotivado que estava, já andava resignado a se render e largar tudo.

Anos depois, essa mulher ficou doente, vítima de uma rara enfermidade. Chamaram um médico especialista para estudar seu caso. Quando o doutor ouviu o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Resolveu ver a paciente. Reconheceu na hora a mulher que um dia havia lhe dado um copo de leite. Determinou-se a fazer o melhor para salvar a sua vida, passando a dedicar atenção especial a ela. Depois de uma demorada luta pela sua vida, ganhou a batalha. Então ele pediu à administração do hospital para que lhe enviasse a fatura para aprová-la. Depois de a conferir, escreveu algo na folha e mandou entregá-la no quarto da paciente.

Ela, vendo o envelope, teve até medo de abri-lo, porque sabia que levaria o resto da vida para pagar os gastos, mas finalmente leu a fatura. No rodapé estava escrito o seguinte: “Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite”.

Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou agradecido a Deus. É como diz em Jeremias 31.16: “Reprime a tua voz do choro e das lágrimas, os teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho”.