Alergia alimentar

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21/05/2018

Alimentar-se é algo natural. O ser humano precisa do alimento para sobreviver. Saborear um bom prato, e até mesmo cozinhar para os outros, são atividades prazerosas, no entanto, nem sempre a alimentação é tão simples quanto parece. Para muita gente comer pode ser um verdadeiro desafio, por causa de um problema chamado “alergia alimentar”.

A alergia, de modo geral, ocorre quando o corpo tem uma reação “exagerada” à substâncias inofensivas para a maioria das pessoas. Normalmente, pessoas com histórico de alergia na família estão mais predispostas a apresentar o problema, bem como bebês e crianças pequenas, que ainda possuem uma imaturidade no sistema digestivo.

No Brasil não há estatísticas oficiais, porém, a prevalência parece se assemelhar com a literatura internacional, que mostra que 8% das crianças, com até 2 anos de idade, e 2% dos adultos possuem algum tipo de alergia alimentar. A “Crianças com Alergias Alimentares” – uma divisão da Fundação Americana de Asma e Alergia, estima que uma em cada 13 crianças tem alergia alimentar.
Um estudo realizado no estado de Illinois, nos Estados Unidos, apontou que, de 2008 a 2012, o número de internações e consultas hospitalares decorrentes de crises alérgicas causadas por alimentos aumentou cerca de 30% ao ano.

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado brasileiro promoveu, na última terça-feira, dia 15, uma audiência pública sobre a possibilidade de criação da Semana Nacional de Conscientização sobre a Alergia Alimentar. Para a senadora Maria do Carmo Alves, do DEM de Sergipe, o evento não deve trazer custos ao Estado.

O objetivo é promover seminários, rodas de conversa, palestras e outras atividades, além de conscientizar a população sobre o tema.

Fonte: www12.senado.leg.br e www.greenme.com.br

 

Entrevista com a doutora Ariana Campos Yang. Ela é membro do Departamento Científico de Alergia Alimentar da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Confira:

 

Brasil ainda não atingiu meta de redução de analfabetismo fixada para 2015

O Brasil ainda não conseguiu atingir a meta de redução do analfabetismo fixada para 2015, mesmo 2 anos depois do prazo. O alvo do Plano Nacional de Educação era que o indicador fosse de 6,5% em 2015, mas, em 2017, foi de 7%. O percentual indica que há 11 milhões e 500 mil analfabetos no país.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE. A análise mostra que a desigualdade persiste: a concentração é maior nas regiões Norte e Nordeste, no grupo daqueles com 60 anos ou mais e entre as pessoas que se declaram pretas ou pardas. O PNE prevê, ainda, que o Brasil elimine o analfabetismo até 2024.

Fonte: G1

 

Cura ou Alívio Temporário

A grande verdade é que na maioria das vezes só tomamos decisão para mudar algo quando a dor é insuportável, ou quando a situação é profundamente caótica. Enquanto pudermos manejar os pequenos problemas ou enquanto os desafios forem pequenos e estiverem dentro do nosso alcance de solução, certamente faremos tudo o que for possível para resolvê-los.

Tentaremos encontrar o mais rápido e temporário alívio, sem nos deter no fato de que existe um problema mais profundo e uma questão maior, com que fatalmente – mais cedo ou mais tarde – teremos de nos defrontar.

O dilema é para onde vou correr? Para a cura, ou para o alívio temporário?

A cura – sem nenhuma dúvida – envolve uma dor muito maior do que o alívio temporário. Uma vez que se faz presente, o problema é eliminado para sempre.

“se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei seus pecados e sararei a sua terra. (2 Crônicas 7.14)