Adoração

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22/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

Adoração é uma palavra cada vez mais presente no meio evangélico. Nos cultos, nos musicais, nos congressos, ela sempre aparece. Mas, qual o significado de adoração? Qual a relação dela com as músicas e com as mãos estendidas? Afinal, qual o significado de adoração à luz da Bíblia? A palavra adoração é verificada mais de duzentas vezes no Antigo Testamento. Adorar significa curvar-se em adoração, inclinar-se para baixo, fazer homenagem, ajoelhar-se em reverência a, e prostrar-se.

Adoração envolve três elementos: o adorado, o adorador e a forma de adorar. Deus deve ser adorado pelo que ele é. O adorador deve adorá-lo porque reconhece e se submete aquele a quem adora. O cair de joelhos é consequência do primeiro (Deus) sobre o segundo (o homem). Se, por outro lado, este não se submete àquele ou não o reconhece como soberano não há adoração genuína.

Seja no Antigo ou no Novo Testamento, o ato de adorar vai muito além da manifestação externa de prostrar-se e de colocar o rosto no pó. O ato é, na realidade, uma reação natural de quem reconhece a autoridade do Senhor. O cair de joelhos revela o desejo, do servo, de humilhar-se diante daquele que tem todo poder sobre si.

Muitas igrejas enfatizam a adoração, especialmente a música e as orações, até o ponto de quase excluir o ensinamento da Bíblia. Adoram porque isso traz prazer aos próprios adoradores. Ao invés de serem períodos de louvor sincero, as reuniões de muitos grupos religiosos hoje se tornaram espetáculos para agradar aos homens e deixar os participantes superficialmente emocionados. Pregadores se preocupam com piadas e histórias interessantes e deixam de lado a Palavra. Corais, orquestras, conjuntos de rock e equipes de louvor são usados para atrair adoradores egoístas.

Muitos hoje são leais à igreja ou ao pastor, mas esquecem Deus.  Adorar é reconhecimento expresso de quem Deus é e o que Ele tem feito em nós. É uma expressão constante de vida que nasce do verdadeiro conhecimento da pessoa de Deus. Adoração é fruto da gratidão devida a Deus por sua bondade.

Fontes: Didática (RTM) e lgmartins.blogspot.com

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Entrevista com Tânia Kammer, coordenadora do Congresso AMBESP 2019. AMBESP é a Associação dos Músicos Batistas do Estado de São Paulo. Confira:

Ar-condicionado aumenta conta de luz em até 50%

Se você precisa ficar em ambientes fechados durante o verão, uma das melhores formas de combater o calor é ter um ar-condicionado. Atualmente, existem aparelhos à venda por preços em torno de mil reais, mas esse investimento pode ser apenas uma pequena parte dos gastos que estão por vir. Numa residência média que faz uso intenso do aparelho, sem qualquer preocupação com medidas de redução de consumo, o impacto pode chegar a até 50% de aumento na conta de energia elétrica. É o que explica Roberto Peixoto, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia.

A razão para isso é que o ar-condicionado tem um consumo de energia similar ao de um chuveiro elétrico, porém ele tende a ficar ligado por muito mais tempo. O equipamento usado diariamente por quatro horas consumirá cerca de 63% do consumo total da residência considerada padrão pelo governo.  A melhor notícia é que o consumo do ar-condicionado pode ser reduzido se seguirmos alguns procedimentos. O primeiro passo é garantir que ele esteja em boa forma. O ideal é limpar os filtros periodicamente, verificar se as saídas de ar não estão obstruídas, evitar que o “motor” do aparelho sofra incidência direta do sol e examinar a carga do fluido refrigerante (e se há vazamentos desse líquido).

Além de garantir que a manutenção do aparelho esteja em dia, algumas práticas podem diminuir um pouco o consumo de energia elétrica do equipamento. Evite que haja muita troca de calor entre o ambiente refrigerado pelo ar-condicionado e a sua parte externa. Ou seja: deixe o local com portas e janelas fechadas. Desligar o aparelho assim que a temperatura desejada é atingida também não é uma boa ideia.

Outra solução é não programar o aparelho para gerar temperaturas muito baixas. A escolha do equipamento também é relevante. Uma tecnologia que faz o ar-condicionado consumir menos é o chamado “inverter”. Por fim, há quem coloque um pano ou uma toalha na frente do aparelho para evitar que a corrente de ar frio atinja diretamente o corpo. Além de forçar o funcionamento do aparelho e atrapalhar a climatização do ambiente, o ar-condicionado pode ser danificado.

Fonte: UOL

Comunidade de discípulos e adoradores

“Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores ” Jo 4.23

A grande diferença hoje pode ser feita pela verdadeira adoração a Deus. Adoração como genuíno estilo de vida, que está acima de toda teologia, toda doutrina, conceito ou visão particular.

A nossa vida, mais que nunca, tem que estar centrada na adoração, assim as situações conflitantes se ajustarão naturalmente ou até mesmo sendo necessário, sobrenaturalmente. Os efeitos resultantes dessa novidade de vida serão de imediato percebidos por todos. Os olhos do Senhor continuam a passar por toda a terra para encontrar aqueles já cheios do seu Espírito, cujos corações são totalmente dele, para então, mostrar-se forte para com eles e através deles.

Adorar é amar e ser amado, porque Deus é amor e nos amou primeiro. Como Jesus disse a Marta que sua irmã Maria havia escolhido a boa parte e esta não lhe seria tirada, semelhantemente, ele nos fala hoje que esta é a vocação a que todos nós fomos chamados, e que temos que andar de modo digno dela.

Uma convocação a estar aos seus pés em contemplação e recebendo instruções: uma comunidade de discípulos, uma comunidade de adoradores.

O Senhor nos chama hoje a recuperamos o tempo perdido, talvez por nos afastarmos da adoração como meta e prioridade absoluta, por investir e insistir em outras ênfases, em outras preocupações também importantes, mas fora da chamada específica de Deus para nós. Quando o Senhor nos fala que temos de estar abertos a mudanças, a coisas novas de Deus, entendemos que não se trata de mais uma nova palavra, mas em recuperarmos o padrão, o nível da revelação inicial que outrora se manifestou tão intensamente em nosso meio e que fluía através da verdadeira e genuína adoração.