Adoção de animais

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25/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

Existem mais de 100 milhões de cães e gatos nos lares brasileiros. O número é superior ao de crianças, cerca de 60% segundo dados do IBGE de 2010.

Uma pesquisa feita pelo instituto Fess’Kobbi concluiu que a maioria dos donos de cães ainda prefere comprá-los. Segundo dados da pesquisa, apenas 41% dos cães domésticos foram adotados. O índice é de 85% entre donos de gatos. Só 3% das pessoas que têm gato em casa pagaram por ele.

Uma das razões para isso pode estar na preferência por raças: 60% dos cães das pessoas entrevistadas têm raça definida. O número cai para 22% entre donos de gatos.


Entrevista com a assistente social, Mirian Ebert. Ela fala sobre adoção de animais. Confira:

 

Brasil registra queda de 13 milhões de linhas móveis em um ano

Os telefones celulares estão em todos os lugares e superaram até mesmo as linhas de telefone fixa no Brasil, algo inimaginável há 15 anos atrás.

Entretanto, aos poucos, a quantidade de linhas móveis também vem sendo reduzidas por aqui. Dados da Anatel mostram que, entre maio de 2016 e maio de 2017, foram desativadas mais de 13 milhões de linhas, uma queda de 5,41% Apenas no mês de maio deste ano, foram desligadas 217 mil linhas, uma retração de 0,09 %

Estado fantoche

Estado fantoche é um termo usado na política para designar os países que foram criados em razão da influência direta de outras nações mais poderosas e que são totalmente dependentes e influenciadas por elas.

Ele possui a legalidade de um Estado, mas não possui legitimidade, isto é, a capacidade moral de implementar suas próprias políticas; também não é democrático, uma vez que depende da opinião de outra nação, de outro povo.

Os principais exemplos de Estado fantoches do século 20 foram os países socialistas europeus que se alinharam à União Soviética durante a Guerra Fria.



Solidariedade

Levem os fardos pesados uns dos outros (Gálatas 6.2).

O primeiro ato divino de solidariedade em benefício do homem foi a criação da mulher. Adão estava só e Deus sabia que a solidão não lhe seria benéfica. Criou então a mulher: “Não é bom que o homem esteja só… eu farei para ele alguém que o auxilie e corresponda”. Deus estabeleceu, assim, o vínculo entre o homem e a mulher: uma relação solidária de companheirismo e amor.

Consultando o Antigo Testamento, você notará constantemente a ação divina na assistência ao povo escolhido. O livro de Salmos não é exceção. Davi reconhece tal fato: “O Senhor se inclinou para mim e ouviu o meu grito de socorro…” (Salmos 40.1)

Essa inclinação de Deus para o homem teve sua máxima expressão na vinda de Cristo. Na verdade, em Cristo Deus identificou-se com o homem e o clímax dessa solidariedade se consumou na cruz.

A solidariedade exterioriza-se na necessidade de socorro mútuo, na assistência recíproca, no interesse em servir. O ensino de Cristo nos encaminha nessa direção. Ele diz: “Ame o seu próximo como a si mesmo”. O verdadeiro cristianismo não é a teoria sem prática, a teologia acadêmica ou a frieza doutrinária. Cristianismo é amor em ação, é exercício de atenção ao próximo, é socorro, simpatia e interesse pelo ser humano carente. É alegria em servir cumprindo a lei de Cristo, que manda carregar as cargas uns dos outros.

Já pensou no dinamismo do Evangelho anunciando a Cristo e socorrendo o necessitado? Então conclua comigo: a trajetória cristã deve ser marcada pela prática do amor e da solidariedade, condições indispensáveis para um cristianismo fiel e autêntico. Solidariedade é sinal de um cristianismo responsável.

Crédito: Presente Diário