Adestramento de animais

share on:

16/01/2018 – FIQUE POR DENTRO

São muitos os donos que se queixam de que seu cachorro não lhes dá atenção, não escuta, não vem quando são chamados ou tem mau comportamento. Apresentam, por exemplo, atitudes destrutivas. Mas o que muitas vezes acontece é que os donos ignoram os princípios básicos da psicologia canina, que é dividida em cinco bases:

Afeição: os laços com o dono farão que o cachorro desenvolva algum tipo de comportamento que pode ser bom ou ruim.

Socialização: se o objetivo é ter um cachorro equilibrado, é necessário ter uma exposição a outras pessoas e animais. Os cães são seres sociais que precisam estar na companhia de outros. Antes disso, é importante regularizar o calendário de vacinação.

Conheça o seu passado: o passado do animal é importante porque dá uma pista da origem de seus comportamentos e sobre como corrigir os problemas.

Alimentação: problemas de possessividade podem estar relacionados ao sofrimento com fome ou falta de socialização enquanto come.

Não eduque a raça: coisas relacionadas à educação e à saúde mental dos animais de estimação aplicam-se igualmente a todas as raças. Exercício, cuidados, alimentação e socialização são os pilares para ter cães equilibrados e felizes.

O Brasil ocupa o 4º lugar no mundo em número de animais de estimação. São 132 milhões de pets, divididos entre cães, gatos, peixes e aves domésticas. Os dados constam no censo de animais domésticos, realizado em 2015.


Entrevista com Thiago Cassola Barbieri. Adestrador comportamentalista e educador canino na empresa Cãocentrado Adestramento. Confira:

 

Mais informações em: www.facebook.com/caocentrado


Estudo alerta que risco de ciberataque em armas nucleares é alto

Os sistemas de armas nucleares de países como Estados Unidos e Reino Unido correm um risco “relativamente alto” de sofrerem um ciberataque. A informação aparece em um estudo da Chathan House, organização especializada em pesquisas de assuntos internacionais.

Segundo o levantamento, a ameaça tem recebido pouca atenção dos envolvidos em planejamento militar nuclear e aquisição de armas.

A entidade culpa justamente essa falta de atenção por dificuldades dos governos em acompanhar as mudanças do mundo atual, falta de funcionários que entendem do assunto e também lentidão de mudanças institucionais.

Além disso, a empresa lembra que os sistemas das armas nucleares foram criados antes do avanço computacional. Por isso, pouco espaço foi dado ao potencial de vulnerabilidade envolvendo os sistemas.


Primavera Árabe

A Primavera Árabe foi uma série de revoltas populares que eclodiram em mais de 10 países no Oriente Médio e na região norte da África. A Tunísia foi o berço de revoluções que se espalharam pelas nações vizinhas em oposição às altas taxas de desemprego, precárias condições de vida, corrupção e governos autoritários.

O termo “Primavera Árabe” foi popularizado pela mídia ocidental no início de 2011, após a revolta bem-sucedida ocorrida na Tunísia contra o ex-presidente Zine Ben Ali. O estopim do movimento, até então limitado à Tunísia, ocorreu quando o comerciante local Mohammed Bouazizi ateou fogo no próprio corpo após ser ultrajado pela polícia.

Responsável por uma família de 8 pessoas havia colocado à venda seu carrinho de mão. Membros do governo pediram propina para que vendesse seu instrumento de trabalho e Mohammed se negou. Dessa forma, ele foi colocado em um carro, agredido e todos os seus produtos foram roubados.

Após o suicídio do comerciante, a população da Tunísia se revoltou contra a corrupção e políticas repressivas do governo de Ali. O então presidente foi forçado a deixar o país em 14 de janeiro de 2011, o que inspirou revoltas similares em países próximos. Então nasceu o termo “Primavera Árabe”, que se refere à renovação da região, historicamente dominada por regimes não democráticos e, por vezes, ditatoriais.


O grande amor de Deus

Vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês (2 Coríntios 8.9).

Uma senhora de idade salvou, num gesto ousado, uma criança de um terrível acidente. Perguntada como pôde arriscar-se tanto, ela disse que só sentiu que precisava fazer algo. Diante de certas situações críticas, fazemos por impulso coisas inexplicáveis.

O amor também faz alguém arriscar-se por outro, principalmente quando um filho corre perigo. Porém, quem faz um plano detalhado para salvar uma pessoa desconhecida tem um objetivo específico para ela. Deus elaborou um plano tão determinado e detalhado para nos salvar que até submeteu seu único Filho à morte.

Conversando com um influente político religioso, depois de confrontá-lo com a ideia da necessidade de nascer de novo, Jesus lhe expõe o coração de Deus. Muitos consideram esse o texto mais importante da Bíblia. Jesus disse: “Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

É impressionante um filho dizer que seu Pai dedica maior amor a estranhos que a ele. Que o Pai permitirá que a vida do Filho seja destruída por amor aos estranhos. Jesus não disse isso decepcionado com o Pai – ao contrário – ele estava mostrando a grandiosidade desse amor que foi a extremos para não deixar dúvidas de que ele nos ama. Nós, estranhos, sem nenhum direito! Deus provou que o seu amor não discrimina ninguém. Deus, o Pai, oferece a sua salvação a todos. Deus não nos avaliou antes de declarar seu amor. Não considerou as más informações sobre a nossa natureza contrária a ele. Seu amor suplantou tudo que podia nos separar dele e estabeleceu em Jesus um generoso caminho de volta. Deus o envolva em seu amor.

Mais vasto que o mundo, mais alto que os céus, mais fundo que os mares é amor de meu Deus.