Aborto

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25/07/2018 – FIQUE POR DENTRO

Alvo de polêmicas no campo da política e da sociedade, o aborto é um tema de saúde pública que precisa ser discutido com urgência no Brasil. Por ser ilegal e feito de maneira clandestina, o procedimento é uma das principais causas da mortalidade materna. No país, oitocentas e cinquenta mil mulheres abortam clandestinamente todos os anos.

O tema será debatido nos dias 3 e 6 de agosto em audiência pública convocada pela ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber. As reuniões deverão auxiliar a ministra na elaboração de seu voto sobre a questão, que ainda não tem data para ser julgada. Rosa Weber é relatora de uma ação protocolada no ano passado, na qual o PSOL questiona a constitucionalidade de artigos do Código Penal que preveem pena de prisão para mulheres que cometem aborto nos casos não autorizados por lei.

Entrevista com Lourenço Stelio Rega. Ele é Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Confira:

 


Região das Américas tem mais de 2 mil casos de sarampo

A Organização Pan-Americana de Saúde divulgou novos dados sobre sarampo na região das Américas e fez um alerta sobre a necessidade de intensificar a vacinação. Já são 2 mil 472 casos registrados em 2018. Segundo o relatório, o número é mais de seis vezes superior ao registrado no dia 6 de abril deste ano e 68% maior do que o publicado no boletim anterior, em 8 de junho – o que demonstra a velocidade de propagação da doença.

O Brasil é o segundo país com o maior número de casos, com 677 confirmados. Só perde para a Venezuela. Atualmente, nosso país enfrenta dois surtos da doença, em Roraima e no Amazonas. Segundo o governo, eles estão relacionados à importação de casos de outros países. Seis estados brasileiros têm casos confirmados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença.

Fonte: G1

Celebração da Vida

Muitas pessoas ainda confundem o cristianismo com uma religião. Pensam que a definição de “cristão” seja a impossibilidade de fazer determinadas coisas, obrigação em cumprir certos rituais e viver de forma repressiva. Não foram poucas as ocasiões em que minha família e eu fomos rotulados de “fanáticos”. Nossos críticos tinham razão. Sou fanático pela vida!

O estilo de vida que Jesus de Nazaré nos ensinou nada tem a ver com repressão e incontáveis regras; filosofias complexas e religião impraticável. De fato, o que ele ensinou foi completamente diferente de tudo isso, e pelos evangelhos sabemos que Jesus se opôs aos religiosos que pregavam tal modo de vida cercado de regras, cuja religiosidade vinha antes do amor ao próximo.

Os ensinos de Jesus falam de uma qualidade de vida especial. Ele a chamou de vida abundante. Quer dizer, é uma experiência existencial que supera em muito a vida em sua forma comum, conforme vivida por religiosos, ou pelos críticos da fé.

Vida abundante é uma vida que tem Deus em seu centro. Nem a religiosidade, nem a independência do Criador, mas uma vida que de fato entendeu quem é Deus e o que ele pretende para sua criação. Vive em abundância a pessoa que teve um encontro com Jesus e que, por essa razão, seus antigos valores foram relativizados.

Quer dizer, quem vive abundantemente não precisa mais possuir um monte de coisas para ser feliz; encontrou a felicidade ao fazer o bem ao próximo sem esperar receber nada em troca. A vida abundante é a marca do cristão, que com um sorriso no rosto e uma canção de alegria em seus lábios, celebra a vida a todo momento, independente das circunstâncias. Como Paulo e Silas, que no meio da noite, presos injustamente por pregarem o evangelho, cantavam louvores a Deus e se alegravam no meio da adversidade.

Cristianismo é celebração da vida! Essa afirmação está ancorada no fato de que o centro da fé cristã não é a cruz na qual Jesus foi morto, mas sim na declaração de que ele ressuscitou, de que esteve morto e reviveu. Essa é a razão pela qual celebramos a vida, sabendo que nem mesmo a morte pode nublar o nosso horizonte.

Por: Israel Mazzacorati