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19 de Novembro de 2020

Leitura Bíblica: 2 Reis 18.1-4

Voltem-se para mim e sejam salvos … pois eu sou Deus, e não há nenhum outro (Is 45.22).

Para agradar ao Senhor, Ezequias destruiu o que se usava para adorar deuses falsos e também a serpente de bronze que Moisés havia feito. Você lembra dela? Séculos antes, quando Israel estava peregrinando rumo a Canaã, eles reclamaram diversas vezes. Em Nm 21, disseram que não havia pão, água e chamaram o maná de “comida miserável”. Deus enviou serpentes venenosas e, mediante o arrependimento dos israelitas, também criou a solução: uma serpente de bronze que evitaria a morte de quem, num ato de fé, olhasse para ela (Nm 21.4-9). Ela fora guardada como lembrança da graça e misericórdia divinas e citada por João numa comparação com a obra de Cristo, que também foi levantado e pendurado, mas numa cruz (Jo 3.14-15): ao olharmos para ele com fé, recebemos a vida eterna.

Um simples objeto com um grande significado, mas que se tornou um deus. Alguns estudiosos creem que era aquela mesma serpente, outros acham que era outra, identificada com a primeira. Também não se sabe quando ela passou a ser adorada, mas era comum naquela região o culto a serpentes. Ou seja, provavelmente o povo foi (mal-)influenciado por seus vizinhos ao se afastar do Deus verdadeiro. Sinceramente, fui surpreendida com a menção da serpente de bronze no texto de hoje, que me levou a pensar que até mesmo algo sagrado pode se tornar um ídolo. Não estamos suficientemente protegidos de cometer o mesmo erro: considerar templos, locais ou qualquer tipo de relíquia religiosa acima ou no mesmo patamar do Criador de tudo. Ou, de outra forma, guardar algo que Deus usou no passado como se fosse uma espécie de “amuleto da sorte”. Cuidado! Nada neste mundo deve tomar o lugar de Deus em nossas vidas. Que a lembrança daquela serpente de bronze, outrora usada por Deus e até mesmo comparada com Jesus, mas responsável também por afastar pessoas dele, sirva de alerta para nós hoje! – Vanessa Weiler Ribas

O poder é sempre de Deus – nunca das pessoas ou dos objetos que ele usa para fazer sua obra.


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