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25 de Junho de 2019

Que pensamentos vem á sua mente quando você vê as cores do arco-íris em uma bandeira? A mais de 20 anos atrás pensei em ilustrar a aliança de Deus com o ser humano com o arco-íris. Então um amigo me avisou que a diversidade sexual já estava utilizando as cores do arco-íris para ilustrar a diversidade sexual. Uma bandeira que abriga não somente o homem e a mulher, mas os homossexuais femininos, masculinos, os travestis, os transexuais.

A diversidade sexual e de gênero (DSG), ou simplesmente diversidade sexual, é um termo usado para referir-se de maneira inclusiva a toda a diversidade de sexos, orientações sexuais e identidades de gênero, sem
necessidade de especificar cada uma das identidades que compreendem esta pluralidade.

Desde há muitos anos a humanidade tem buscado razões ou causas, para definir e desvendar o desejo e a atração entre pessoas do mesmo sexo, ou ainda, precisar ou catalogar as múltiplas e diferentes facetas da sexualidade humana. Em diversas culturas e países, o amor ou afeição entre pessoas do mesmo sexo, assumiu formas sociais diversas e, por vezes, bastante distintas de como a percebemos na atualidade.

Para pensar a Diversidade Sexual é preciso reconhecer que, apesar da semelhança biológica, a vida social de cada um(a) é diferente uma das outras, assim como as famílias, a turma da escola, os(as) amigos(as), vinhos(as), crenças religiosas, ou ainda todas as questões sócias e culturais de um pais inteiro. Reconhecer a complexidade das relações entre as pessoas, suas diversidades e costumes, línguas, culturas, etnias e a
própria diversidade de vivências é o primeiro passo para entender a diversidade sexual. Pode ser quanto mais você entenda menos você concorde. Mas é assim mesmo!

Portanto, podemos entender a Diversidade Sexual não somente como as práticas sexuais, mas como todos os elementos que compõem a sexualidade humana, de forma ampla, ou seja, nossas vivências – sexuais ou não; nossas práticas habituais que aprendemos e incorporamos ao longo da vida, nossos desejos e afetos, nossos comportamentos e maneiras como vemos a nós mesmos e nos mostramos para os outros.

Durante muito tempo, a heterossexualidade foi entendida e tratada como natural aos seres humanos. Isto se deve, especialmente, pela compreensão de que a sexualidade de qualquer indivíduo (e suas manifestações), resumem-se à função reprodutiva. Essa compreensão (de que a heterossexualidade seria a forma “natural” de viver a sexualidade) empurrou para a marginalidade, toda e qualquer manifestação de afeto, desejo ou carinho não heterossexual. Assim, na maioria das sociedades, pessoas cujo afeto se dirige a outra pessoa que não é do sexo biológico oposto, são frequentemente alvo de violências e tratadas como seres sem dignidade e não merecedoras de respeito e dos mesmos direitos. Assim o diagnóstico divino é descrito assim: Todos pecaram e precisam igualmente da glória de Deus Pai. Sim, todos, seja qual for a orientação sexual, seja qual for o gênero, o ser humano carece, da graça, do amor de Deus i revelados em Cristo Jesus. Você crê assim?


Esta mensagem responde á pergunta: Como você encara a educação não-sexista que andam dizendo por ai?

Aplicação para a sua vida: Avalie o que é dito e depois procure pela educação cristã no Novo Testamento para ter uma base de referência para o cristão que vive no Reino de Deus.


Gênesis 1:28 “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. ”
Romanos 3:23