Depois de 14 anos de guerra, a igreja permanece viva e Diálogos na Web: 500 anos de Reforma Protestante

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23/03/2017

Hoje, dia 20, é a vez do Iraque, país que há 14 anos convive com explosões, ataques, violência e mortes. Nesse cenário, há cristãos que acreditam que ainda vale a pena permanecer para pregar as boas novas de Cristo. Milhares de famílias foram expulsas de suas comunidades e obrigadas a viver deslocadas em seu próprio país. Há muito trabalho para se fazer no Iraque. Há pessoas feridas, tanto física quanto emocionalmente. E, nessa dor, muitos abrem o coração para deixar o amor de Cristo entrar.

Não há somente casas e construções danificadas, há almas feridas e pessoas desesperadas que perderam tudo, desde os bens materiais até a própria dignidade. A boa notícia é que agora nem todas as cidades estão ocupadas pelo Estado Islâmico, muitas já foram retomadas pelo governo iraquiano, com a colaboração internacional.

Em 2003, quando a guerra começou, havia mais de um milhão de cristãos vivendo no Iraque, hoje em dia, estima-se que esse número não ultrapasse 230 mil. Muitos deles permaneceram no país, mesmo sob péssimas condições, por escolha própria.

Nossos irmãos iraquianos e sírios que vivem em meio à guerra precisam muito de ajuda. A fé cristã precisa continuar viva nesses países. A campanha “Esperança para Iraque e Síria” foi criada com a intenção de reivindicar a eles o direto à igualdade, condições de vida dignas e um papel relevante na construção da sociedade. Para assinar acesse: portasaberta.org.br

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