Circo

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12/02/2018 – FIQUE POR DENTRO

Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense, mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano.

O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século 6 antes de Cristo, com capacidade para 150 mil pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo.

Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. Mas foi só na Inglaterra do século 18 que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje.


Entrevista com o diretor da Companhia de Teatro Expressão de Amor, Hudson Zanoni. Ele fala sobre a profissão de palhaço. Confira:

 


Palhaços voluntários colecionam riso de pacientes em hospitais. Confira a reportagem de Paula Ferreira:

 


Unicamp planeja expandir aplicação do vestibular em São Paulo e na região Nordeste

Segundo a comissão organizadora da prova a universidade pretende fazer essa ampliação na sua próxima edição para 2019. Além disso, outras mudanças como a implementação de cotas étnico-raciais estão na lista de mudanças do vestibular.

De acordo com a instituição, pelo menos uma capital deve ser incluída na lista que já consta QUATRO metrópoles, entre elas Brasília e São Paulo. No vestibular de 2018, a Unicamp também voltou a aplicar o exame em Belo Horizonte e Fortaleza, onde foram registrados desempenhos positivos dos candidatos.

Outro aspecto diferencial é que a universidade cogita levar o vestibular para o estado do Rio de Janeiro, mas a tendência é de que seja selecionada uma nova capital na região nordeste.


Chorar sorrindo

Recentemente presenciei uma senhora soluçar em choro, como uma criança, pois sua mãe havia falecido, seu marido foi vítima de uma doença que lhe ceifou a vida em poucos meses, e seus dois filhos estavam a estudar fora do país. Num prazo de um ano, aquela senhora estava completamente sozinha no mundo, obrigada a processar seu luto, pela morte do marido e da mãe, e a lidar com as saudades dos filhos, sem ninguém para lhe oferecer apoio, como se já não bastasse as dificuldades que a idade avançada nos impõe.

A vida é assim: nos golpeia a nos surpreender. E quanto isso acontece, logo nos deparamos com as grandes questões da existência humana, que curiosamente não é: “Deus existe?”, mas sim: “por que” isso está acontecendo? Responder é fácil para quem não vive o problema, para quem, como um observador, vê de longe e pondera sobre as mazelas alheias. A vida é transitória, inconstante e dura. A Bíblia nunca disse o contrário. A propósito, desde o terceiro capítulo do seu primeiro livro já sabíamos o que nos esperava.

É com razão que as palavras de Jesus nos oferecem consolo; nos aquece a alma nos dias frios da saudade, da dor profunda da solidão e do luto. Ele disse: felizes são os que hoje choram, pois serão consolados. Chorar é, portanto, uma resposta aos questionamentos da vida, pois, certas questões não precisam de explicação, pois não há explicação satisfatória que preencha o vazio de um coração inconsolável. O que melhor podemos fazer por alguém que se encontra na situação daquela senhora enlutada é sermos solidários no choro, na dor, na saudade, no luto. Foi a instrução do apóstolo Paulo: chorem juntos com os que choram.

E, enquanto chorava, aquela senhora abria um sorriso. Era um sorriso de esperança, a última que lhe restava. O sorriso não interrompeu o choro, mas poeticamente, aquele sorriso dizia: eu tenho que passar por isso, e nada pode ser feito para que minha mãe e meu marido voltem para mim, e isso me faz chorar. No entanto, eu sei que eles estão com o Pai; sei também que, um dia, estarei com eles, na eternidade, com o meu Senhor, que toda lágrima do meu olhar enxugará; isso me faz zombar do sofrimento; isso me faz sorrir.

Israel Mazzacorati