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Vale do Piancó
Você conhece ou já ouviu falar deste lugar? Fica no Alto Sertão da Paraíba. A cidade tem o nome de Piancó e todo o vale ocupa uma área de 534,2 km². As principais atividades econômicas são agricultura e pecuária. O clima é temperado e a temperatura chega a 38ºC.
O nome Piancó originou-se do chefe dos Índios Coremas, que assim se chamava. Foram eles os primeiros habitantes da região. O mesmo nome foi dado ao rio que banha todo o Vale do Piancó, constituído de vinte cidades.
A Paraíba foi conquistada em 1585, e a partir daí se desenvolveu a sua colonização.
Durante as últimas décadas do século XVII e todo século XVIII, foi feita a conquista do Sertão. Com a concessão de sesmarias (lotes de terras incultas ou abandonadas), que passou de 5 no século XVI e subiu para 1.097 no século seguinte, a ocupação do Sertão passou a ser definitiva, onde se desenvolveu a cultura do algodão e a criação de gado. A mais antiga povoação desta região foi Bom Sucesso do Piancó, que chegou a ocupar uma área de quase 50% do Estado. Toda essa área ficava sob a jurisdição do Piancó, com sede no que é hoje a cidade de Pombal. Junto com o progresso, a matança sem sentido.
Após o extermínio dos índios na ‘Guerra dos Cariris’, aconteceu realmente à ocupação e colonização do sertão, depois foram criadas diversas Comarcas e povoados.
Hoje, em meio a todas as dificuldades, vive um povo bom, pacato e sofredor. Cansados das promessas dos políticos, alguns tentam deixar a região, fugindo da seca e da fome. Ao todo, são cerca de 71.000 pessoas morando no Vale do Piancó, experimentando, na prática, por que o nome “Piancó” significa “terror, pavor”.
A presença de evangélicos na região é mínima. Há necessidade de tudo, inclusive igrejas e líderes treinados para ensinarem a outros o Evangelho e a vida cristã.
A Rádio Trans Mundial, junto com a JUVEP- Juventude Evangélica Paraibana, deseja levar à região as transmissões de rádio, para que o nordestino aprenda um outro nome que se opõe ao “terror e pavor”. Eles precisam conhecer quem é Jesus.
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